segunda-feira, 17 de julho de 2017

A Mãe de Um Jogador Carioca.


Como vocês sabem eu moro no RJ e tenho poucos amigos, mas, estes são de confiança e estão em diversas classes sociais e constantemente vou a churrascos em churrasqueiras de tijolos no chão a jantares luxuosos e nesse grupo de amigos tem um casal que nos conhecemos desde os 16 anos e sou padrinho de sua filha mais nova eles adoram festas e quando seu filho mais velho se profissionalizou no futebol eles fizeram uma festa para comemorar este fato e seu aniversário, alugaram um clube com campo de futebol e convidaram alguns jogadores amigos do filho que atuavam em outros times e seus respectivos pais, pois muitos estavam juntos no sonho dos filhos desde categoria de fraldinha.
Cheguei ao Club por volta das 11h30min ainda cansado da noite anterior e fui recebido pelo casal de amigos e tomei um Chopp com eles e com Celeste mãe de outro jogador que chegara ao mesmo momento que eu, mas tinham que dar atenção aos demais convidados nos deixou ali e demos sequência ao assunto futebol, seu filho chegou, ela o apresentou, ele seguiu para o campo onde estavam seus amigos e ficamos ali nos hidratando, onde tomei ciência que ela era divorciada há cinco anos que praticamente criou o filho sozinho, pois o pai não gostava de trabalhar e não pagava pensão uma triste história que é realidade de muitos jogadores de futebol.
Celeste, é uma linda mulata na época com 39 anos, corpo durinho, pois malhava e muito inteligente, na mesa o assunto evoluiu e falamos diversos assuntos e dado momento a convidei para conhecermos a estrutura do Club e assim fizemos confesso que ao ver aquela linda bunda andando na minha frente eu fiquei de pau duro fazia sol e estava um pouco quente o tempo e como havia esquecido meu celular no carro a convidei para irmos a parte externa e ao chegar peguei o aparelho e a convidei para ficarmos um pouco no ar ela ficou meio insegura, mas acabou entrando e trocamos uns beijos a minha vontade era de pega lá ali mesmo ou seguirmos para outro local, mas ela pediu para voltarmos, pois não queria ser vista pelo seu filho ali bem como pelos demais.
Ao voltarmos para o Club, assistimos à partida em que seu filho jogou e assim que acabou o jogo seu filho quis ir embora, ela fez com que ele demorasse ainda mais uma hora e me prontifiquei à deixa los na casa de sua tia na Tijuca, pois moro no Meier e seria caminho o rapaz sentou na frente ela atrás e fomos batendo um papo e dado momento ele me convidou para ir a casa deles, pois haveria uma festa assim que ele assinasse como profissional ao olhar pelo retrovisor, celeste estava com um lindo sorriso os deixei no destino e segui para casa.
Mantemos contato e Celeste disse que se fossemos sair era para eu ser paciente, pois estava há quatro anos sem sexo e me questionou o que de fato eu queria se era ficar com ela ou apenas sexo eu disse: os dois ela sorriu. Na terça feira ela iria para casa na região dos lagos então eu a busquei cedo na casa de sua tia e nos internamos num hotel no centro do Rio, ao chegar pedi um apartamento e ao entramos nos agarramos e começamos a nos beijar ela se ajoelhou e começou a chupar minha rola, esfregava meu pau nas suas tetas e começou uma espanhola e mordia suavemente a cabeça do pau ficamos nessa brincadeira um bom tempo, fomos para cama onde ela continuou mamando, mas agora de quatro e eu de olho naquele rabo que contribuía para meu pau latejar em sua boca.
A virei de quatro para fora da cama, onde me agachei e comecei a beijar aquelas nádegas e chupar aquela buceta e seu cusinho, fui dedilhando sua xoxota então coloquei a camisinha, pois ela toda hora repetia que não tomava remédio comecei colocando naquele cu ela gemendo xingava caralho e a madeira entrando e comecei a socar naquele rabo, puxava seus cabelos a xingava também e sua buceta não parava de inundar e dado momento ela gozou muito e me chamava de safado que eu tinha uma conversa mole que me conduziu a essa pica grande, grossa e dura que está me arrombando eu perguntava o que ela era e me respondia que era minha puta, me pediu até em casamento, porém eu disse que não aceitaria, pois ela estava de costa só aceitaria se estivesse olhando em meus olhos, então tirei minha pica a coloquei de frente para mim e coloquei em seu cusinho novamente e socando gostoso ela me pediu novamente ai eu aceitei, mas ela teria que abrir a champanhe ela me perguntou onde estava eu respondi está aqui pego depois e continuei socando, minhas orelhas já estavam toda mordidas e sua língua entrando em meus ouvidos eu percebi que iria gozar tirei meu pau ela sem entender colocou na mão dela e lhe disse: aqui está a champanhe arranque o lacre e agite ela prontamente, retirou a camisinha e me punhetou até que gozei muito em sua cara ela começou a chupar dando um beijo de língua na minha piroca olhou para mim com a cara ainda suja de leite e disse: Você arrobou o meu cu estou me sentindo uma puta, começou a me agarrar e a me apertar e me perguntou se eu queria ter um filho com ela que não contaria a ninguém que era meu para não quebrar o clima eu disse que outra hora poderia pensar nessa hipótese, plastifiquei o menino a coloquei de quatro novamente e comecei a meter naquela buceta que mordia meu pau no inicio fui devagar, mas depois aumentei a velocidade ela gozava muito e pedia mais eu tirava a pica toda e tornava a colocar e ela ia ao delírio dado momento eu tirei e tornei a colocar. Naquele rabo e ela dizia é seu amor seu amor, gozei gostoso tomamos um banho fomos comprar algumas coisas na Uruguaiana de lá fomos para a rodoviária onde ela foi para a região dos lagos no sábado as 06h00min da manhã peguei um ônibus na rodoviária e parti para lá ao chegar lá seu filho não estava ela me apresentou para seus pais que moram com ela os mesmos ficam grande parte do tempo na parte de cima da casa e a tarde sempre dormem ela me chupava na sala e de vestido e sem calcinha sentava na madeira a tarde toda por volta das 17h00min serviram o café e seu pai que é militar disse para que eu ficasse por lá e não pegasse a estrada e que dormisse no quarto do seu neto eu nem gostei ainda joguei duas partidas com o velho de carteado e a noite sai com Celeste ao chegarmos tomei um banho me deitei e não passaram vinte minutos ela veio me buscou para seu quarto onde tem uma cama de casal e brincamos a noite toda eu com medo do velho, mas ela me acalmou ao dizer que foi a sua mãe que falou com ele para ter essa atitude, pois ela havia confessado que estávamos ficando

sexta-feira, 19 de maio de 2017

A SUBSÍNDICA



Durante dois anos fui responsável pelo contrato de portaria e vigilância do meu condomínio e sempre ajudava a Subsíndica Sandra uma linda mulher de 45anos de um lindo corpo de invejar muitas novinhas. Para mim era algo novo mas que exercia com maestria ,por ser filho de um antigo sindico já sabia como funcionavam as coisas
Eu por ser militar cobrava muito dos porteiros e vigilantes do condômino. Um dia eu estava retornando depois do meu plantão e meu rádio tocou era um dos vigilantes e disse que precisava conversar comigo ao chegar o convidei para vir até uma sala da administração e o mesmo me informou que havia ocorrido um problema pela manhã na entrada do prédio onde um credor de Dona Sandra havia feito um escândalo e quase a agrediu e que ela sempre mandava os porteiros dizerem que ela não se encontrava em casa ou que não morava mais lá.
Quando o vigilante saiu interfonei para casa de Sandra e pedi que comparecesse a sala e em 5 minutos ela chegou e com o livro de ocorrências nas mãos lhe questionei sobre o ocorrido ela começou a chorar e disse que apesar de sua condição de Jornalista estava desempregada e a pensão que recebia do ex-marido não era suficiente para pagar suas dividas e que devia inclusive o condomínio. Nessa hora me levantei e a abracei e ela era super cheirosa e quentinha eu perguntei se podia lhe ajudar e chegamos a uma maneira de resolver toda aquela situação a convidei para um almoço e lá descobri que ela estava sozinha há três anos que sofreu muito com seu ex marido que contribuiu para que perdesse seu emprego num jornal carioca.
Sem perdas de tempo a convidei para esticarmos à tarde que de pronto aceitou e partimos para um motel ao chegarmos lá ainda bebemos um vinho, pois percebi que ela estava tensa e começamos aos trabalhos muitos beijos na boca e seu pescoço e comecei a alisar seus seios e comecei a chupa los que eram uma delicia minha mão logo encontrou sua xana e comecei a acariciar, ela gemia, me abaixei e comecei a beijar aquela bunda lisinha, ela virou abaixou se e mandou que eu ficasse de pé e abriu minha calça pegou na minha jeba e começou a chupar bem como as minhas bolas, fizemos espanhola e antes que eu a chupasse ela se posicionou de quatro e disse: Antonio, mete logo nela depois ou outro dia você me chupa, pois há muito tempo que não sei o que é ser possuída de quatro e o prazer de ter uma vara dentro de mim me come seu safado no restaurante você estava me comendo com os olhos e agora é real. Ela gemia chorava eu dava umas tapas de mãos abertas em seu bumbum ela gozava varias vezes na minha pica eu acabei enchendo sua buceta de leite. tirei minha caceta ela começou a chupar novamente e mandou eu me deitar na cama e veio por cima sentando na pica e começou a cavalgar na rola ela gozava tanto que seu liquido descia para o meu saco e adorava beijar na boca não foi possível demoramos muito ali, pois tínhamos uma reunião às 19h00min e ela precisava terminar a apresentação então voltamos para casa.
Após a reunião a informei que me encontrava sozinho em casa, pois meus pais estavam em Petrópolis e ela me disse que também estava, pois seu filho iria para casa da namorada então a convidei para o meu AP e por volta das 23h00minhs ela me interfonou e eu deixei a porta aberta chegou toda produzida com um bolo nas mãos uma bolsa com algumas peças de roupas e me informou ter desligado o interfone para não ser incomodada ,trocamos uns beijos e após um pequeno lanche começamos a nos beijar arranquei seu vestido e comecei a chupar aquela buceta que agora estava raspadinha de maneira que ela a esfregava em minha cara eu beijava aqueles grandes lábios e brincava com seu grelinho e segui para seu cuzinho onde lambi com maior prazer ela urrava de prazer e me chamava de safado ajoelhou na sala e começou a me chupar.
Partimos para o meu quarto onde evoluímos para um 69 em seguida peguei uma pomada passei em seu anel e comecei a penetrar bem devagar e aos poucos meu pau foi ganhando espaço em seu anus e quando já se sentia dono comecei a socar e Sandra gemia, gritava e dizia: 
 Me fode safado, come tua mulher come, eu puxava seu cabelo dava uns tapas ela adorava, sua buceta gozava muito chegava a pingar no lençol chegou minha vez então de gozar onde inundei seu cu com meu leite, levantamos tomamos uma banho e ali no banheiro ela tornou a chupar e a me punhetar voltamos pro quarto e iniciamos um frango assado na hora deu gozar ela tornou a chupar onde enchi sua boca de leitinho. Passamos aquela noite na maior putaria.
Confesso nunca ter imaginado que Sandra era tão puta assim na cama sua postura na reunião e no trato com as pessoas escondia uma devassa que eu acabara de descobri e durante cinco anos fui seu marido na encolha fazia serviços em sua casa e fazíamos amor ela conseguiu serviço numa emissora e atualmente está no interior de São Paulo e quando vem na casa de seu filho que hoje em dia está casado sempre dá um jeito para sairmos.

Autor: Antonio Victor

TIA LILI

Numa manhã de segunda feira, após 24 h de plantão eu chego a casa e me deparo com Liliane à esposa de meu tio que havia chegado ao RJ para fazer inventário de seus pais. Apesar dela já ser casada com meu tio há 10 anos era há segunda vez que nos víamos pelo fato dele ser um tipo de pessoa que não liga para visitar seus familiares a cumprimentei com uma tia e apesar da pouca diferença de idade uns sete anos eu a chamava de senhora bem como lhe pedia benção
Ela uma morena linda, um pouco gordinha com seios fartos e uma linda bunda estava vestida com uma bermuda de lycra preta e tinha um pacote lindo e seus óculos adicionava um ar de intelectualidade na minha mente surgia à pergunta: Será que meu tio ainda consegue saciar essa mulher?

Tomei um banho e fui descansar e na hora do almoço levantei e como de costume fui assistir aos noticiários e ela na sala dividia a minha atenção entre a televisão e aquele lindo par de coxas nisso falou sobre o carnaval carioca ela me disse que estava a fim de fazer uma visita a um ensaio de escola de samba, pois estava fazendo sua pós-graduação em literatura e falaria sobre carnaval e falei sobre os riscos dela ir sozinha devido à localização de algumas agremiações próximas a comunidades ela me pediu: Sobrinho leva sua Tia. Nessa hora lembrei-me de um amigo que fazia segurança na Portela e fui informado que na sexta feira haveria ensaio da bateria e alinhei com ele a minha ida até e que precisaria falar com alguns diretores e mestres para enriquecer o trabalho de minha Tia meus pais assim como ela ficaram felizes com minha postura, pois eu não gosto de frequentar esses ambientes, meu tio ao ligar a noite agradeceu minha postura.

A semana foi passando e Liliane começou a ficar mais solta no apartamento e um dia fez questão de passar minha farda e às vezes eu assistindo televisão ela levava suco para mim eu então permiti que ela usasse o meu PC para ir fazendo suas pesquisas da faculdade foi quando descobri que tínhamos algo em comum gostávamos de ler contos eróticos e pesquisando o histórico do computador vi que os três últimos eram sobre tias e sobrinhos aquilo me deixou louco de tesão por ela.

Chega a tão esperada sexta feira e por volta das 22h00min nos arrumamos e partimos para a Azul e Branco de Madureira eu de bermuda, blusão e sapato e ela com uma bermuda de lycra, um camisão e sandália ao chegarmos lá fomos direcionados para a diretoria de bateria onde ela entrevistou alguns integrantes e tirou algumas fotos e depois de concluído aquela etapa ficamos aguardando o inicio do ensaio, após todas as anotações feitas peguei dois Chopp e bebemos e ela caiu no samba e eu atrás dela roçando naquele rabo nessa hora ela me disse: Menino eu sou sua tia e eu lhe disse e eu seu sobrinho, mas não sou Queiroz que traz mulher para nós. Ela sorriu e disse muito bem nessa hora eu peguei em sua cintura e ela se virou para mim e começamos nos beijar como um casal de namorados e sem demoras a convidei para deixarmos a Portela, pois agora quem queria entrar em ação era a Mangueira e fomos para o hotel Barão na Pça Seca no caminho fomos nos beijando e nos acariciando ao nos hospedarmos fiz questão de chama lá de Tia na frente da recepcionista, tomamos aquele banho romântico e começamos a nos deleitar naquela cama começamos a nos beijar.

Ela foi beijando meu peito e foi descendo até a minha piroca e começou a mamar de uma maneira exemplar e eu pegava na sua cabeça e a conduzindo nas mamadas e chamando mama tia Lili ela pediu para que eu ficasse de joelhos e ela de quatro me mamava e eu dedilhando seu cusinho que segundo ela só havia dado quatro vezes a coloquei deitada na cama e comecei a chupar a sua buceta sem pressa, pois ainda era uma da manhã e teríamos muito pela frente, pois havia dito em casa que ficaria até o final 05h00min da manhã, levantei uma de suas pernas e introduzi meu pau naquela xana raspadinha e cheirosa enquanto ela gritava: Mete sobrinho na sua Tia! Me como sobrinho gostoso!

E sem pena eu socava na minha Tia Lili que gritava, chorava... ela gozou varias vezes naquela posição a coloquei agora de lado e tornei a meter naquela buceta, as estocadas eram fortes, a a batida de corpo com corpo dava mais tesao ainda, ela estava ansiosa para ser comida de quatro que é a posição que mais adora, e assim eu fiz a colocando de quatro, soquei um bom tempo em minha Tia ,tirei e comecei a lamber seu cusinho e comecei a penetrar naquele rabo pouco usado e ela gritava : Sobrinho safado come sua Tia carente come! Eu dava várias tapas naquela bunda e ela dizia come meu cu filho da puta, eu puxava aquele cabelo escovado e socava mais na tia Lilia.

Quando eu estava para gozar ela me pediu leite na boquinha e assim eu dei e ela emendou um boquete trepamos gostoso até as 5 da manhã e fomos para casa eu dormi a amanhã toda e acordei para almoçar e falamos como fora na Portela ela me agradeceu mais uma vez pelo apoio no trabalho e como eu estava entrando de férias naquela semana ela foi minha mulher nas vistas que eu fazia em seu quarto pela madrugada assim como nas saídas de meus pais.

Autor: Antonio Victor.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

BAILE DE MÁSCARAS NO INNER





Estivemos mais uma vez no INNER CLUB para curtir o Baile de Máscaras e viver mais uma noite de muito prazer.Repetimos nosso ritual preparatório; saímos da Baixada Santista no final da tarde e nos hospedamos no hotel Bourbon Ibirapuera. Fomos jantar, voltamos pro hotel; assistimos um pouco de TV e comecei a teclar pelo Skype pra ver se tinha alguém interessante querendo um encontro no Inner.
Dos amigos que estavam on line; o mais interessante era o André; um rapaz negro, ex-jogador de futebol; que há dias vinha dizendo que estava doido para comer minha esposa e que já tinha mandado algumas fotos por e-mail.

Deixei minha esposa teclando com ele e fui tomar uma ducha. Durante o banho, fiquei imaginando como estaria o papo entre os dois. Quando voltei; tive a surpresa: a safada estava terminando de vestir um conjunto de lingerie bem sexy e usava máscara.
Tudo isso porque ela queria iniciar uma conversa via webcam com amigo. Pena que a conexão de internet do hotel não estava lá grandes coisas e não possível ir muito adiante na conversa. De qualquer forma, ficamos bastante excitados e acabei comendo minha esposa putinha. Como sempre digo; o marido tem que ao menos ser o primeiro da noite a comer a própria mulher.

Durante nossa transa; falamos sobre várias coisas picantes (literalmente); principalmente que ela estava liberada para fazer o que quisesse no Inner e que se algum negro estivesse dando sopa; eu mesmo o chamaria para comê-la. Ela adorou a ideia; estava muito excitada, sabendo que a noite de tesão estava apenas começando. Pulou muito cavalgando sobre a minha pica; até que chegou ao gozo. Eu me guardei para o que ainda estava por vir no Inner.
Acabamos de nos arrumar e fomos pra casa de swing. Logo na chegada; vimos umas mulheres usando máscaras (embora o uso do acessório não fosse obrigatório) e deu para perceber que a casa estava mesmo lotada.

Nós nos acomodamos na mesa que havia sido reservada (cabine privativa, com cortininhas) e pedimos algumas bebidas. Sem dúvida; nunca havíamos visto o Inner tão cheio de gente.
Após um tempo; resolvemos dar a primeira volta pelas áreas restritas da casa e entramos no novo labirinto do Inner; cujo acesso é apenas para os casais. Realmente a reforma do labirinto ficou bacana. O trajeto antigo já estava manjado. Agora existe uma série de salinhas boas para brincadeiras entre os casais. Infelizmente, no labirinto mesmo, não vimos nada de interessante.
Seguimos os gemidos e chegamos à sala coletiva, onde alguns casais transavam e uma pequena plateia assistia. Ficamos um pouco ali; mas não nos empolgamos com nada e nem ninguém.

Tomamos o rumo da área dos singles, onde rola o ménage e a diversão é sempre garantida.
Tão grande era o público; que ainda não marcava nem meia-noite e todos os espaços já estavam liberados pela direção da casa. Os corredores lotados; as cabines idem; o som de sexo (gemidos, gritinhos, palavrões e estalos de tapas na bunda) era percebido em todos os cantos.
Circulamos um pouco e chegamos à porta do elevador erótico; ficamos por ali, próximo ao ônibus estudando as pessoas que passavam. Voltamos um pouco e fomos até a sala coletiva; onde a escuridão é um pouco maior (o que afasta a timidez) e as chances de se encontrar um parceiro pra um ménage são grandes. Atrás da cortina; um casal brincava com alguns rapazes. Eu e a Ninfogosa chegamos perto e ficamos assistindo. Minha esposa tava querendo outras rolas; senão não estaria ali. Ela se encostou em mim; de costa e eu protegi sua retaguarda.

Aos poucos fomos indo para o canto e nos sentamos num sofá; logo depois da cortina, no canto mais escuro da sala. Ficamos quase invisíveis. Começamos a nos beijar e tratei de acariciar sua bucetinha; que estava molhada de tesão. Abaixei a cabeça, puxei seu vestido e comecei a mamar nos peitos dela. Ela passava a linguinha na minha orelha, me abraçava e dizia que estava com muito tesão.
Pelo canto, percebi a aproximação de um rapaz de camisa branca; que veio chegando até que começou a passar as mãos no cabelo da Ninfogosa e, como não houve negativa; passou a pegar nos peitos dela e tocá-la. No meu ouvido, ela falava baixinho contando o que o rapaz lhe fazia. Não demorou e o safado colocou o pau pra fora e levou-o até a mãozinha dela. Minha esposa começou a bater uma punheta pro amigo; porém chegou no meu ouvido e disse que era uma pica muito muito grossa; e que ela não iria encarar.

Minha esposa é quem decide quem, como, quando, onde. Fizemos um gesto para o rapaz e ele na boa entendeu que iríamos parar por ali. Essa é a desvantagem de ser superdotado: não é toda mulher que encara. Como sempre fazemos (colocamos apelidos em determinados personagens); esse indivíduo ganhou o codinome “homem de Itú”.

Voltamos para o corredor das cabines; próximo ao ônibus e entramos na primeira que estava aberta. Apagamos as luzes e nos pegamos pra valer. Enfiei as mãos naquelas bundona suculenta e desejada por tantos. Mamei novamente em seus peitos e ela se abaixou pra meu chupar. A safada sabe mesmo fazer um bom boquete; não demorou nem um minuto e mãos bobas começaram a apalpá-la pelos buracos da parede (glory hole). Me afastei para deixá-la à vontade, brincando com seu amante desconhecido.

Só dava pra ver o vulto da minha esposa se contorcendo para atender os desejos dela própria e do sortudo que a pegava. Enquanto ela era tocada e rebolava nas mãos de um desconhecido, eu batia a melhor das punhetas. Não demorou muito para gozar.
Depois de alguns minutos; minha esposa voltou a dar atenção para o marido. Nos arrumamos e saímos da salinha. Voltamos para nossa mesa, onde pedimos mais uma rodada de bebidas e conversamos sobre as primeiras experiências da noite. A Ninfogosa disse que queria me ver pegando outra mulher, pra que eu não ficasse muito na desvantagem.

A casa estava muito cheia; casais passando pra cá e pra lá. Resolvemos dar mais uma volta. Dessa vez, fomos direto para ala dos solteiros. Estava lotado; os corredores entupidos de tanta gente. Os safados ficavam parados esperando as esposas passarem para atochar a mão na bunda das putinhas.
Vimos que no ônibus do Inner havia algum movimento e então subimos à bordo. Vários casais transavam com singles. Ficamos num cantinho e começamos nossos amassos. Não demorou e um single colou na Ninfogosa. No começo a brincadeira prometia, mas a gente percebeu que o cara fedia à cigarro... ai não rola.

Demos um corte educado nele e quando nos preparávamos para sair dali; chegou um casal, com um cara baixinho e uma loirinha. Eles colaram na gente e a coisa esquentou. A loirinha tinha uns 40 e poucos anos, mas a bundinha dura, redondinha, deliciosa.
Cravei minha mão na bunda da loira, A safada se esfregava em mim e demonstrou que adorava beijar outro macho. Ao mesmo tempo mantinha os olhos na minha esposa e vi que o marido da loira cuidava dela. Teve um momento em que vi a Ninfogosa, sentada no topo do banco do ônibus, brincar com três caras ao mesmo tempo.

Até que o casal (baixinho e loira) nos convidou para irmos para uma cabine. A Ninfogosa topou e saímos procurando uma cabine (estilo confessionário) que estivesse disponível. Não foi fácil, mas acabamos encontrando e nos trancamos numa. Transamos gostoso; os dois maridos trocando de esposas e as esposas se pegando entre si.
Foi o maior suador; o casal tinha um pique difícil de acompanhar. O baixinho metia muito na minha esposa e a loira também pedia pica e mais pica. Detalhe é que a loira gostava de falar besteiras durante a foda, hora narrando; hora estimulando. Duas figuras. Valeu muito a pena conhecê-los. Quando nos despedimos deles estávamos satisfeitos. Fazia tempo que não rolava um swing (troca de casais) tão intenso conosco.

Fizemos nova escala em nossa mesa e pedimos mais uma rodada de bebidas para nos hidratarmos. Aproveitei para ir ao banheiro e enquanto a Ninfogosa ficou sozinha na mesa; aconteceu o lance chato da noite. Duas meninas e um rapaz vieram pedir a nossa mesa emprestada. Num primeiro momento, a Ninfogosa pensou que eles queriam fechar a cortininha e terem privacidade para um ménage feminino. Porém; uma das meninas foi enfática: “- Vamos apenas dar um tiro rápido.” Ou seja; iriam usar nossa mesa para cheirar cocaína. Triste ver a moçada que poderia estar curtindo as boas coisas da vida se sujando com essa merda. Mas isso infelizmente é normal nas baladas.
Diante disso; não nos restou qualquer alternativa senão dar nova passeada pelas áreas restritas da casa. Passamos pela área dos casais e não vimos nada de interessante (de novo), daí; tomamos o caminho para a ala dos solteiros.

Chegamos ao cinema e ele estava cheio de gente assistindo um negão mandando rola numa loira. A cena era bonita de ver. O negão era forte e tinha um bom ritmo nas estocadas. A loira também era boazuda; usava uma saia de estampa de onça; e estava inclinada, mamando no marido corninho, que estava sentado numa das poltronas do cine.

Minha esposa ficou admirada com a pegada do negão e tenho certeza que gostaria de estar lá; no lugar da loira. A foda durou alguns minutos e quando acabou, a plateia se dispersou. Esperamos o negão sair e fomos atrás dele. O rapaz passou por nós, estava acompanhado de mais dois casais e seguiu em frente. Porém, a casa estava tão lotada que não conseguimos acompanhá-los.
Entramos na sala coletiva e chegamos perto da cortina; onde novamente um casal estava rodeado de machos azarando a esposa. Percebi que minha esposa também queria algo assim mais forte; porém, dentre os singles que estavam por ali; nenhum era muito interessante.

Fomos para a sala dos véus e sentamos num sofá, num dos cantinhos, atrás de uma cortina. Começamos a dar uns amassos; eu e ela. Daqui a pouco; se espreitando pelo canto, surge novamente o “homem de Itú”. Já veio com o pau pra fora; colou na Ninfogosa e puxou a mãozinha dela até a sua jeba. No início minha esposa até pegou na picona dele e bateu uma punhetinha, de leve, avaliando. Só que quando o bicho endureceu pra valer; ela disse em meu ouvido que infelizmente não dava pra encarar aquela rola. Diante disso, dei um toque no rapaz e ele educadamente se retirou.
Nos levantamos e saímos da sala. Caminhamos até o ônibus do Inner e a Ninfogosa já tomou a iniciativa de subir pela porta da frente. O ônibus estava cheio de gente. Tinham casais interagindo com singles no fundo do ônibus e também no meio. Logo que entramos, reencontramos o negão que estava no cinema. Dessa vez o safado estava comendo uma morena magrinha. Como trabalha esse rapaz...

Chegamos mais perto (já na expectativa de que pudêssemos participar e interagir com o comedor). Deu certo. Foi só paramos próximo dele e em segundos minha esposa veio me dizer no ouvido: “ - Ele está alisando o meu braço”.
Putz; a porta estava aberta; tive certeza de que em questão de minutos eu seria corno do negão e minha esposa estaria dando a bucetinha pra ele. Eu respondi pra ela: “- Fica ai que ele vai te pegar; eu sei que você está querendo.” E ela estava mesmo; doidinha pra ser a puta de um negro safado. Tanto que me respondeu: “- Ai, será Muzão? Será que eu aguento a rola dele?”
A pergunta da minha esposa, parecia mais um pedido.

Nem deu tempo de responder e ela já veio me dizer: “– Muzão; ele tá passando a mão na minha bunda.”
No mesmo instante em que o negão concluiu o serviço na morena e ele já avançou a puxou a Ninfogosa pra ele. Minha esposa estava louca pra levar a rola de um negão. O safado a pegou, puxando-a para si e levantou seu vestido, expondo sua bunda e ai, não teve jeito, quis comer minha mulher.

A Ninfogosa avaliou a rola e percebeu que valia a pena encarar; pediu apenas que ele fosse devagar, com carinho. O negão topou e começou a comê-la de pé; metendo por trás na bucetinha apertada dela. A posição não era das mais cômodas e o negão sugeriu, dando ordens: “- Se inclina aqui nesse banco; seu marido fica ali na frente.”
A putinha obediente atendeu a ordem de seu comedor e ficou de quatro na frente daquela máquina de foder. Ela só pediu pro amante: “- Mas vai devagar”.
Puta é puta e corno é corno. Não dá pra descrever o tesão que é ver a esposa levando rola desse jeito, na sua frente, sem reagir, e... gostando.

O negão começou devagar e quando viu que a recepção foi boa; então ele aumentou o ritmo e socou forte na minha esposa; que gemia e rebolava na pica do amante. Nesse momento, o marido corno precisa assumir uma posição. Me posicionei onde o negão mandou e segurei os braços da minha amada, apoiando-a, incentivando-a e defendendo-a contra singles que passavam pelo corredor do ônibus e queriam tirar uma casquinha da gata indefesa. Dois caras pararam ao nosso lado e começaram a acariciar minha esposa; enquanto ela era devorada pelo negão.

Era lindo de ver; o negão puxou a calcinha dela para o lado e socava que era uma beleza. Minha esposa gemia forte e as vezes eu a beijava de forma caliente e abafava sua voz. Cheguei a esticar as mãos algumas vezes e abrir a bunda da minha esposa para o negão poder meter melhor (não que isso fosse preciso).
O negão ficou abusado e chegou no ouvido da minha putinha e disse: “ – Sua safada; viu o negão meter na loira e ficou com vontade de dar pra mim também, né?”. A Ninfogosa gemendo, se limitou a responder: “ – É uhmmmff...”
E por acaso precisa dizer mais?

Depois de um tempinho (alguns minutos) a Ninfogosa me olhou com carinha de que estava saciada e exausta; eu entendi o sinal e avisei o negão para pararmos. O amigo entendeu e demonstrou que também já estava satisfeito. Nos despedimos do parceiro e voltamos pra nossa mesa. O clima de paixão e cumplicidade entre nós estava intenso. Eu estava com o pau duraço e tive que dizer pra minha mulher; que ela teria que me ajudar a dar uma “aliviada”.
Minha esposa é uma mulher muito atenciosa e solidária; bastou saber do meu desejo que imediatamente ficou de quatro no sofá da nossa cabine. Fechei a cortininha para termos mais privacidade; coloquei o pau pra fora e meti fundo nela. Bimbei por alguns minutos e gozei pra valer. Gozei gostoso; satisfeito, orgulhoso da esposa que tenho, que é tão gostosa e desejada por outros machos, mas que é minha. Assim fechamos a noite voltamos pro hotel.
Fui o primeiro e o último da noite a comer a Ninfogosa.

NA ADEGA

Sou loira, cabelos longos, 37 anos, 1,64m, 56kgs...muitas curvas, bumbum bem grande, super tarada e muito safadinha. Sempre sou olhada onde quer que eu passe, nas filas de bancos, nos barzinhos, nos restaurantes ecomo não poderia deixar de ser, sou sempre sutilmente cantada pelos empresários, coroas, garotoes, enfim...uma festa...rs..

Tenho uma empresa que fabrica lingerie, e portanto sempre me visto com
roupinhas bem chamativas, bem curtinhas e provocantes...mini saias, ou vestidinhos que sempre deixam a mostra propositalmente um pedacinho da minha calcinha, ou as vezes saio simplesmente sem calcinha, so com meia liga e nada por baixo...sou super exibicionista e amo me sentir bem putinha...e safada.

Nesse ano de 2012, precisamente no mês de Julho, eu tive que viajar a negócios ao Sul do Brasil, e visitar um show de lingerie que iria acontecer em uma cidade na Serra Gaucha, por isso eu ficaria fora por mais ou menos 03 dias e duas noites. Meu marido ficou na nossa cidade, porque eu não tinha com quem deixar meu filhinho, e ele não poderia viajar comigo devido ao seu trabalho na sua empresa.

Bem, eu viajei com uma amiga, também colega de trabalho, e quando chegamos na cidade de destino nos hospedamos em um Hotel local, perto de uma praça, cheia de arvores e vários barzinhos a volta.

Subi para o meu quarto e fui tomar um banho, no banho comecei a imaginar o que eu faria naquele dia pra me divertir nessa cidade, minha mente flutuava...rs, sai do banho, vesti minha roupinha bem sexy, uma mini saia jeans bem curtinha, uma calcinha branca minuscula, um top vermelhinho, uma sandália com 13 cm, que eu adoro..., e fui com minha amiga comer algo em um restaurante próximo. Mal sabia minha amiga que eu ja estava muito mal intencionada, minha vontade era de achar um pinto diferente, trepar muito e depois contar tudo ao meu corninho por telefone...Mas, pra evitar problemas, resolvi telefonar pro meu marido antes do fato e lhe contar das minhas intenções...Ele, ao ouvir minhas ideias, me incentivou mais ainda a lhe enfeitar a cabeça, o que não demorou muito a acontecer não...

Voltando aos fatos, fomos eu e minha amiga que vou chamar de Patricia, ao restaurante, era um daqueles restaurantes bem típicos de cidade pequena, na frente da praça da cidade e pertinho de uma igrejinha linda toda branquinha, haviam mesas na calçada e o clima era tipico de verão, apesar de estarmos no inverno. Sentei-me de frente pra a pracinha, e maliciosamente eu cruzava e descruzava minhas pernas, para que todos que passassem vissem minha calcinha...Nossa, adoro fazer isso..,o garçom que veio nos atender, depois descobri que na verdade era o Gerente da casa...rs, era um rapaz de uns 23 anos mais ou menos, loiro, 1,85m, e muito interessante..propositalmente eu demorava em escolher o prato, pois na verdade eu queria que ele visse minha calcinha...e minhas coxas...e ele, que de bobo não tinha nada chegava cada vez mais pertinho de mim...Olhando sutilmente... Pedi o prato, e me levantei pra ir ao banheiro, todos no restaurante olhavam quando eu passava, porque propositalmente eu fazia questão de me insinuar bastante... Quando sai do banheiro, o rapaz que estava nos servindo me perguntou se eu era nova na cidade, o que eu estava fazendo ali, e
me disse que eu era muito gostosa..eu ri, e disse que eu estava ali a
trabalho e que eu havia achado que ele era bem interessante também...ficou nisso e voltei pra minha mesa..

Minha amiga Patricia, me perguntou o porque da minha demora e eu lhe disse o que havia acontecido, ela me chamou de doida, mas que ela também achava tudo muito interessante e erotico. Nisso o rapaz havia trazido meu prato, e perguntou se eu gostava de vinho, eu lhe disse que amava vinho, dai ele se ofereceu pra me dar uma amostra do vinho local apos o almoço, pois no Sul do Brasil essa cidade era famosa pelas suas vinhedas. Aceitei prontamente, e ao terminar meu almoço fui ate o bar provar meu vinho...

Ele fez questão de me servir em uma taça linda com figuras decorativas da cidade, e propositalmente colocou sua mão em cima da minha...eu que não sou boba, passei meu dedinho na mao dele pra que ele entendesse o recadinho...me perguntou baixinho se eu queria conhecer a Adega da casa, claro que eu disse que sim, e fomos para o subsolo conhecer a tal Adega...rsrs..

Ao chegar la, ele me abraçou por traz, me deu uns beijinhos no pescoço que eu amo, e umas mordidinhas de leve nas minhas orelhinhas...me deixando toda arrepiada...foi me puxando junto ao seu corpo e seu pau.., que já estava super duro, nossa, eu podia sentir o pau contra o meu bumbum...Ele me virou então e me beijou calorosamente..., me segurava e passava a mão nos meus seios me chamando de gostosa, e de esposinha putinha...de safada, nossa, eu estava adorando tudo isso, me abaixei, abri sua calça e me deparei com um pau lindo, ja super duro, devia ter uns 20 cm...rs, coloquei minha língua naquele pauzão, deslizei demoradamente pra cima e pra baixo...molhando todinho,..e começei a chupar...nossa estava
muito gostoso...eu não queria mais parar de chupar, só que em um determinado momento ele pediu que eu parasse senão ele iria gozar, então me virou de costas com uma pegada bem forte, levantou minha mini saia, afastou minha calcinha pro lado, vestiu uma camisinha, e começou a pincelar minha bucetinha com seu pauzão...uuiii, eu estava ficando louca e pedia que ele me comesse logo..eu queria sentir aquele caralho todo dentro de mim e rebolar muitoooo...Ele meteu bem devagarinho, foi mexendo e eu rebolando...o pau foi entrando ate eu sentir seu saco contra meu bumbum...estava tudo dentro...então ele começou a bombar com mais força, metia
muito e eu não resistindo gozei como uma louca...rs...Pedi pra que
ele retirasse o pau porque eu estava muito sensível da gozada..mas ele ainda nao havia gozado ainda, e me perguntou sutilmente se eu curtia sexo anal...disse que minha bundinha era linda e foi passando o dedinho em meu cuzinho...ahhh quem resiste a isso né? Eu disse que curtia sim, mas que ele colocasse bem devagarinho e com carinho...porque eu odeio sentir dor...

Ele então, me colocou de quatro em um sofa que havia la em baixo, e primeiro passou a sua
língua em meu cuzinho me deixando louca...enfiou a língua todinha dentro do meu buraquinho, depois colocou um dedinho e depois mais outro...rs...acho que foi pra eu ir me acostumando com o tamanho...e finalmente encostou a cabeça daquele pauzão em meu cuzinho...Nossa, doeu um pouquinho no inicio, mas devido a eu estar super excitada, empurrei meu bumbum contra o pau dele e deixei entrar tudinho...uuii...aaii...enquanto ele me comia, eu passava os
meus dedinhos em minha bucetinha e rebolava feito uma louca e desvairada putinha...Não preciso dizer que ele só durou alguns minutinhos e gozou como louco na camisinha dentro de mim...eu sentia a porra jorrar e estava adorando...Com isso gozei uma segunda vez...foi maravilhoso...

Terminada a vistoria da Adega, me recompus, rsrs...e retornei para minha mesa onde minha amiga me esperava, e me perguntava por que eu havia demorado tanto, fazendo aquela cara de safada...rs, claro que ela sabia o que havia rolado, mas ficou na dela..rs
Sai dali e voltei ao meu Hotel, peguei o telefone, liguei pro meu maridinho que estava em casa, fiz questao de contar cada detalhe da ousadia na frente da minha amiga que me olhava incredula.


Nossa...Foi muito bom

quinta-feira, 6 de abril de 2017

SOCIAL

ENVIE SEUS CONTOS,
FOTOS PARA SEREM COLOCADAS EM CONTOS,
VIDEOS,
DUVIDAS OU APENAS PARA BATE PAPO. PARA:

BDSCONTOS@GMAIL.COM