terça-feira, 19 de julho de 2016

MENAGE COM O PROFESSOR DE INGLES

Moro em Florianópolis, mas viajo a trabalho em todo estado de Sc e também Pr. Algumas destas viagens duram a semana inteira. Sou casado há quase 30 anos com S., temos filhos e temos uma vida conjugal boa, sempre (ou quase) com muito sexo. Nunca S. reclamou a mim falta de carinho, pois quando não viajo, procuro dar a ela todas as atenções possíveis. Mas de algum tempo pra cá, com os filhos adultos, e trabalhando e estudando, S. sentiu falta do que fazer em casa, e foi freqüentar cursos de pintura e inglês, numa escola feminina, mas só tinha vaga no período noturno. 

Então faz 3 dias por semana de pintura e 2 dias de inglês. Tudo ótimo, não fosse o fato de que o professor de inglês é homem, meia idade, porte atlético e charmoso. E às vezes “dá aulas de reforço” à tarde, e nos mais variados locais, ou seja, em casa dele ou das alunas, na escola, etc, dependendo da disponibilidade de tempo de ambos. Minha esposa sempre teve dificuldades com o inglês, então fazia aulas de reforço, junto com mais duas alunas, mas notei que só quando eu viajava.


Estranhei, mas continuei levando numa boa. S. sempre me dizia coisas sobre ele, que já fora casado e estava divorciado há 2 anos, que tinha um filho já adolescente, e que a mãe do garoto vivia com outro homem em outra cidade. Ensinava muito bem e era atencioso com as alunas. Notei que sempre que íamos transar, ela falava alguma coisa sobre ele, e ficava super excitada, a ponto de gozar 2 e até 3 vezes seguidas. Bom pra mim também, pois estava de certa forma feliz em satisfazê-la, apesar de saber que não era em mim que pensava. Resolvi então realizar essa fantasia de minha esposa, e porque não dizer também minha, pois já há algum tempo achava que ela devia conhecer outro homem. Fui falar com o professor M. Aproveitei uma de minhas viagens, mas retornei numa quinta-feira à tarde. Nem passei em casa, e fui direto na escola. 

Tive um pouco de dificuldades para achar a sala de inglês, pois nunca tinha ido lá, e quando cheguei fiquei surpreso por não encontrar S. Apenas o professor e mais duas senhoras (alunas). Disse-lhe que precisava falar sobre um assunto delicado, mas que o aguardaria no final daquela aula. Não demorou muito o vejo na minha frente. Realmente atraente, um pouco grisalho, 46anos e 1,82 m de altura. Bem conservado. Pedi-lhe para conversarmos em particular, e ele sugeriu que fossemos ao seu carro, estacionado ali perto, pois era o melhor local até a próxima aula às 18:30 horas.

 Já estava curioso e apreensivo, mas tranqüilizei-o dizendo-lhe para ficar à vontade e para pensar sobre o que falaríamos. Então fiz o seguinte: sem mencionar nomes contei-lhe as fantasias de minha esposa. Aumentei bastante, para deixá-lo entusiasmado. Que eu não estava conseguindo satisfazê-la plenamente e que ela também não estava dormindo nem se alimentando direito. 

Aí ele arremedou dizendo que S. não tinha vindo às aulas a semana inteira, e matou a charada, pois como estava dando aulas de reforço só para 3 alunas, obviamente era dela que falávamos. Bom, pois assim facilitou muito nosso papo. Ele me confidenciou que sentia muito tesão por S., que ela é muito atraente, meiga demais quando fala, e muito séxi. Confesso que fiquei um pouco enciumado, mas ao mesmo tempo orgulhoso pelas declarações dele. Realmente S. é um tesão, apesar de medir só 1,64 m. Tem seios médios, uma bundinha empinadinha e uma bocetinha quase toda depilada. Já havia um “clima” entre os dois, pois M. falou que semana passada ele foi mais fundo e chegou a abraçá-la e beija -la na sala de aula (estavam sozinhos neste dia). 

Ele notou que ela gostou, pois correspondeu bem. Mas o clima de tesão mudou para constrangimento quando o celular dela tocou. Precisava ir por problemas em casa, deu-lhe um beijo, saiu e não mais apareceu na escola. E que ele ligava no celular e ela não atendia. 
Perguntei-lhe se estava mesmo disposto a transar com S., ao que prontamente me confirmou. Mas que teria a minha “discreta” participação.

 Ele gostou da idéia, então combinamos que naquela segunda-feira 6 de setembro, véspera do feriado, seria o dia ideal, pois meus filhos viajariam e retornariam na terça-feira à noite. Eu como não tenho feriado, trabalharia à tarde toda. Mentira era só para deixá-la sozinha em casa. M. iria lá visitá-la com o pretexto de pedir-lhe desculpas pelo atrevimento, e para que retornasse às aulas. Expliquei a ele onde moramos, como é a nossa casa por dentro, e que deixasse o carro na quadra de traz. Que fosse a pé, para não chamar a atenção dos vizinhos. Também lhe disse para insistir com ela, pois S. às vezes demora nas decisões; mas que eu tinha certeza que ela daria pra ele. E tinha que ser naquele dia.


Tudo combinado, depois do almoço disse a S. que iria aproveitar o dia tranqüilo para visitar um cliente difícil, e que levaria a tarde toda. Dei-lhe um beijo e saí, antes das 14:00 horas. Pensei em ir até o posto lavar o carro, mas a ansiedade só de imaginar o que iria acontecer, fez com que desse umas voltas, e depois de algum tempo estacionei próximo do carro de M. 

Ele chegou no horário combinado, e já deveria estar em minha casa, com minha mulher. Dei a eles mais ou menos 40 minutos, e segui também a pé. Entrei em casa pela porta da área de serviço, sem fazer barulho, e ouvi os gemidos de minha esposa, que vinham da sala de TV. Pé por pé, pois tirei os sapatos e a calça, vi que os dois já estavam nus, deitados no tapete, num 69 de tirar o fôlego, pois M. era bem dotado. S. tinha dificuldades para chupá-lo, pois o pau dele era grosso e comprido, com certeza bem maior que o meu. Ele por sua vez, enfiava a língua na boceta dela, que se contorcia toda até gozar. 

Depois saiu de cima dele, e pediu-lhe que a penetrasse, pois já não agüentava mais esperar. Então M. se posicionou no meio de suas pernas, mas levantou-as até seus ombros, deixando à mostra toda sua vagina molhada, pronta para ele, que com muita calma e firmeza, pincelava seu membro rígido como uma pedra. Pude notar que S. iria sofrer com aquela ferramenta, e não deu outra, pois quando M. tentava introduzi-lo, S. o empurrava, e arranhava suas costas. 

Percebi que estava com medo, e dizia que ele tinha um pau muito grande, que iria machucá-la, e gemia. Mas agüentou toda a penetração, até que seu saco bateu em sua bunda. Ela disse que estava sentindo muita dor, pois nunca havia transado com ninguém além de mim, e eu não era tão pausudo assim. M. ficou um bom tempo parado, só beijando-a para que se acostumasse, e depois foi mexendo devagar e tirando de leve e colocando novamente, até que tirava e colocava cada vez mais rápido, fazendo com que S. gozasse repetidas vezes. E assim foi até que ele gozou dentro dela, duas vezes sem tirar de dentro.

 Eu mesmo próximo deles não fui notado, até tocar nos pés de S. fazendo um carinho que ela bem conhece. Nossa que susto levou. Ficou toda envergonhada, pois M. ainda estava dentro dela, mas disse-lhe para ficar calma, e que tudo fora planejado por mim e ele. 

A princípio ela não gostou, mas como ainda estava com muito tesão, apenas sorriu e de novo começou a movimentar seu corpo, até que ficou em cima de M., deixando seu belo cuzinho à mostra. Não resisti, e fui por cima dela, até colocar meu pau, e fazermos o tão sonhado ménage. S. gemia de dor e prazer, pois não é fácil agüentar dois paus ao mesmo tempo, mas gozou como nunca nestes anos de casados. M. ficou em nossa casa até o dia seguinte, e S. trepou com ele várias vezes e de diversas formas. Até na hora do almoço S. sentou em seu pau de frente para ele, e mechia de leve para senti-lo todo. Ao nos despedirmos dele, combinamos em te-lo na nossa cama de vez em quando. Mas isso ainda não foi possível.

SEXO NO IATE

Passo ferias na casa dos meus avós em Santos todos os anos, desde que eles se mudaram para la. Tenho 20 anos e estou na faculdade e para não perder o costume fui nas ferias de julho para o apto dos meus avós. Lá tenho muitos amigos e um deles é o Marcos, que me disse que trabalha de freelance em barcos e Iates de bacanas. Perguntei pra ele quanto ganhava por dia e ele me falou uma media de 300 a 400 reais, com gorjetas em media. Fiquei super empolgado e imaginando que bom se eu conseguisse um desses para mim. Ele falou que se pintasse algo ele me falaria, mas que o trabalho era duro e que devíamos sempre servir os tripulantes com muita educação, já que são pessoas de nível social alto e coisa e tal. Na verdade só me interessei pelo dinheiro, e quem sabe poderia ter uma chance para mim.

Passou-se duas semanas e eu nem mais me lembrava disso, quando o Marcos me liga e pergunta se eu estaria disponível de sexta para sábado, de imediato disse que sim, então ele falou que passaria em casa para falar comigo. Quando ele chegou logo foi me explicando sobre o trabalho. Seriam 300 reais para eu passar a tarde de sexta ate o meio dia de sábado. Ele já estava agendado com outro marinheiro e iria num percurso maior de sexta ao meio dia ate segunda feira e então ele me indicou para esse trabalho mais curto. Aceitei de prontidão e ele pediu para eu chegar as 11 horas para dar tempo de ele me apresentar ao Marinheiro que seguiria viagem.

Cheguei na garagem de barcos as 10:30 e fiquei ali o esperando, logo ele chegou e me levou ate o Iate que eu iria. Chegando lá fiquei bestificado com o tamanho da embarcação. Resumindo coisa de gente bem rica. O barco era enorme, possuía uma sala logo na entrada e tinha e andares, sendo que o ultimo era onde ficava o piloto ou marinheiro. O andar do meio tinha a sala, uma espécie de barzinho que ficava logo na entrada na parte de trás do barco, uma cozinha, um local para tomar sol na frente do barco e umas cadeiras e mesinhas. Tudo isso com muito luxo, mas muito mesmo.

Me apresentou ao marinheiro Sr. Luis, um Sr magro muito educado que me entrevistou por 5 min. Logo ele percebeu minha índole e falou que eu serviria e me passou as instruções. - Nunca olhe nos olhos dos patrões e seus convidados. Faça tudo de prontidão, sem pressa e aja naturalmente com tudo. E de inicio ele pediu para eu tirar o pó, caso encontrasse algum ambiente sujo ali. Despedi do Marcos e ficamos esperando os donos. Um pouco antes disso Sr. Luis desce e me explica que sua esposa iriam com eles, pois ela era a cozinheira e que qualquer coisa eu podia perguntar a ela. Logo ela chegou, uma senhora meio gordinha muito educada e que me tratou muito bem.

Não demorou muito e os donos chegaram, era um senhor que já de olhar para ele vc percebe que o cara era rico, seu nome Dr Artur, grisalho, levemente careca e muito educado. Sua esposa Sra Clara, ela era um pouco mais rude, mas nada que eu não pudesse suportar, autoritária, e bem distante. Ela chegou muito bem vestida, de óculos e chapéu. Vieram também um casal mais jovem que parecia ser sua filha e o namorada, e também uma outra garota muito linda que também era filha deles.

Saímos do Guarujá por volta das 13 horas e fomos navegando não sei para onde, umas 15 horas foi servido o almoço e minha primeira prova de fogo foi vencida. Logo dona Vera a cozinheira me elogiou. Fiquei super agradecido e fui chamado para levar mais vinho para os donos. Cheguei na parte onde tomavam sol e de óculos escuros, consegui esconder que não tirei os olhos da filha mais nova do casal. Ela estava ali com um bumbum lindo tomando sol. Nem olhou para mim quando a servi, devia ter a minha idade. Servi a todos, todos muito educados mas era como se eu não existisse. Quando era por volta de umas 18 horas paramos em frente a uma casa enorme numa ilha, todos desceram e ficou no barco apenas eu, dona Vera e Sr Luis. Aproveitamos e jantamos.

Quando deu umas nove horas da noite, eu estava olhando a paisagem escura do mar percebo uma movimentação na casa. Então pergunto a Dna Vera onde dormiríamos ou coisa assim, ela me fala que geralmente ela dorme lá na cabine de pilotagem com seu marido e que eu dormiria num local ao lado da cozinha que tinha um coxonete. Por mim ok, pensei que íamos dormir ali mesmo quando vejo Dr Artur e Dna Clara voltando para o barco, suas filhas ficaram na casa, depois descobri que era do pai do namorado de uma delas. Entraram no barco e o Dr Artur passou as recomendações e o Sr. Luis já ligou o barco e saímos dali em direção a escuridão do mar. Estava do lado de fora observando quando Dna Vera me chama para servir mais vinho. E então ela me fala que dali uma hora eles vão parar numa baia e que vão dormir ali. E que eles já haviam jantado e que o que os donos precisassem era para eu fazer. OK eu disse.

Servi duas garrafas de vinho ate a meia noite, logo me avisaram que não precisavam mais dos meus serviços e que era para eu avisar para Dna Vera. So que a Dna Vera ja havia subido faz tempo e resolvi mesmo assim ir lá falar. Olhei para dentro e percebi que os dois já haviam dormido. Então desci para o local onde eu dormiria e já fui me arrumando. Neste tempo que eu ja estava quase dormindo ouvi um briga entre os donos os dois discutiram feio e o motivo era o casamento da filha. Fiquei ali quieto e logo tudo se silenciou. Mas não demorou muito Dna Clara foi ate onde eu estava e me chamou, acordei um pouco tonto, e ela me pediu que eu subisse e chama-se a Dna Vera. Fui ate a cabine e bati na porta sem resposta, insisti e logo o Sr Luis perguntou o que era e já acordou Dna Vera.

Eu desci e logo atras já veio Dna Vera e as duas ficaram ali na cozinha mexendo numas coisa e como não precisaram de mim, fui ate meu local e desmaiei, só acordando por volta das 06:30 da manha. Quando sai do meu lugar e entrei na cozinha estava Dna Vera e Sr Luis acabando de arrumar as coisas, então o Sr Luis veio falar para mim que os patroes tinha ido dormir umas 5 da manha e eles estavam ali deixando tudo limpo e que era para eu avisar que ficaríamos mais um dia ali só retornando no domingo e que eu ganharia 1.000 reias fechado por esse inconveniente e detalhe já me deu os mil reais ali em dinheiro. Avisou também que ele e Dna Vera tinha ganhando ate as 16 horas do sábado de folga, que o barco ficaria ali aportado e que eles iam de bote ate a ilha ali que la moravam familiares deles. Por mim tudo bem eu disse.

Fiquei ali olhando a distancia a Ilha Grande, agora ja sabia onde eu estava, na baia onde estávamos só tinha nosso barco e a terra ficava a uns 800m. Quando deu umas 10 horas da manha Dr Artur acorda, ouço um barulho vindo da cozinha e logo fui para ajudar em algo. Fiquei surpreso quando entrei e o vi nu tomando cafe e olhando o mar, perguntei se precisava de algo, ele falou que não e fui para parte de trás do barco e ficou ali lendo o celular. Fiquei ali na cozinha parado esperando algum chamado. Quando ouço que Dna Clara vem subindo as escadas e entra na cozinha. Quase cai para trás a mulher me aparece com uma camisola branca transparente, um conjunto super sexy por baixo, já de óculos escuros e chapéu, pediu um cafe, um suco de laranja, neste momento seu Artur grita de onde esta e pede também cafe e suco.

Dna Clara vai ate ele e os dois ficam ali no sol, praticamente despertando e eu levo seus pedidos numa bandeja e deixo ao lado deles e retorno para a cozinha. Mas a imagem da Dna Clara não me sai da cabeça. Quando ela se virou para ir de encontro ao seu marido eu olhei para sua bunda e fiquei bestificado de como aquela mulher era gostosa. Logo Sr Artur me chama e pede uma garrafa de espumante, vou ate a cozinha, abro a garrafa sirvo em duas taças e levo para eles. Voltei para a cozinha e fiquei esperando outro chamado. Já era umas 11 e meia e eles não me chamavam para nada fui ate um local onde dava para espia-los e vi os dois praticamente no mesmo lugar, bebendo o vinho e conversando. Voltei ali e fiquei mexendo no celular quando Dna Clara aparece na porta da cozinha e me pede algumas frutas, vou separando e colocando numa bandeja e ela me pede para já traze-las.

Ela foi na minha frente e eu não pude deixar de olhar para sua bunda por trás da camisola transparente. Mas o que mudou tudo foi que enquanto passávamos pela sala indo em direção ao fundo do barco ela me tira a camisola, e a joga encima de uma espreguiçadeira, e fica apenas de lingerie e chapéu. Coloco as frutas encima de uma mesa entre os dois, e percebi que o Sr Artur nem se importava de estar nu nem de que sua esposa estivesse de lingerie. Quando fui saindo não obtive respostas sobre se precisavam de algo a mais e quando estava chegando a cozinha dei uma olhada para tras e vi Dna Clara tirando o que lhe restava de roupas, fiquei numa posição que podia vê-la nua. Seus seios eram enormes, lindos ela não parecia a idade que devia ter, ela tinha marcas de bikini, seus pelinhos da sua xana eram bem aparados, seus cabelos loiros a deixavam mais selvagem e ate pensei em tocar uma punheta pra ela ali mas me segurei.

Logo fui chamado de novo e quando me aproximei tentei de todas as maneiras desviar o olhar da Dna Clara. Sr Artur percebendo sorriu e comentou com ela que ela estava me deixando sem graça e que era para ela colocar uma roupa. Ela respondeu que ate parece ela ia sair da sua privacidade por causa de funcionário. Ele riu, então ela falou e se ele for gay, vc também esta nu Artur, bota uma roupa vc. Ele em tom de brincadeira perguntou se eu era gay? Respondi que não. Então ele riu e ela também. Perguntei se queriam algo mais? Disseram que qualquer coisa me chamam... Sai dali de pau duro, como aquela mulher era gostosa, eu quase vi a abertura da sua xaninha, seu corpo era escultural. Estava la na cozinha dentro das minhas confusões mentais quando escuto um barulho diferente, era isso mesmo eles estavam transando.

Os gemidos eram altos, me deu uma vontade de olhar o que estava acontecendo, mas me mantive firme. O problema eh que não acabava. Não resisti e fui ate o vão da porta para ver. O que vi logo de cara foi Dna Clara no sofá, na parte interna do barco de quatro e olhando pela janela o mar e o Dr Artur atras dela bombando e segurando os seus seios, ele metia com força nela e ela gemia. Meu pau subiu na hora, eu o tirei da calça e comecei a me masturbar olhando aquela cena. O homem não parava de meter na mulher, e ela não parava de gemer. Então ele se cansou um pouco e sentou nesse sofá e Dna Clara sentou de frente pra ele e começou a cavalga-lo. Seu bundão ficou virado para mim e vi a beleza dele perfeitamente, o pau do Sr Artur era enorme e ela escorregava naquela vara e pulava com vontade, o homem enfiou seu rosto entre os seios dela e se fosse eu ali não sairia tao cedo, e foi o que ele fez.

Serio elas já estavam metendo ha uns vinte minutos e eu ali me segurando para não gozar. Ate que eles se levantam ela se ajoelha na frente dele e o cara começa a gozar na cara dela e ela chupava seu pau e sua porra, algumas gotas escorriam pelos seus seios. O homem foi meio que cambaleando ate a espreguiçadeira e ela foi em direção as escadas para descer para o quarto. O problema eh que ela para ir paras as escadas viraria ate minha direção e foi o que ela fez e me viu ali. Não sabia como me comportar, mas ela sim. Sem problema algum olhou para mim e pediu toalhas que ela iria tomar banho. Corri ate onde tinha e quando voltei ela não estava ali, então fui ate o deck e falei que estava com as toalhas da Dna Clara e o Dr Artur perguntou o que ele tinha haver com isso eu disse que ela tinha ido para o quarto se banhar e... ele me interrompeu e pediu para eu levar la as toalhas.

Desci as escadas e fui coloca-las na cama para quando ela saísse já estivessem la. Deixei ali e subi. Quando cheguei encima o Dr Artur veio falar comigo. Se eu poderia ficar quieto sobre tudo que aconteceu ali. Eu disse que sim que não tinha visto nada. Ele falou: vc viu sim...eu sei.
Falei que vi e ele perguntou o que eu achava da mulher dele, disse que era uma mulher belíssima. ele disse Ótimo. Desceu para os quartos e pediu para eu preparar outro vinho e mais frutas, preparei tudo e deixei no deck quando estava voltando para a cozinha encontrei com os dois subindo as escadas nus. Esperei eles passarem para eu entrar quando Dna Clara fala para mim tirar a roupa. Fiquei meio sem saber o que dizer ou fazer, mas fui tirando, Doutro Artur olhou para mim e foi para o deck, mas Dna Clara se sentou numa poltrona e ficou vendo eu tirar a roupa. Quando faltava só a cueca ela pediu para eu parar, foi ate o deck pegou sua taça e voltou a se sentar no mesmo lugar. E disse: - Tira!

Quando eu tirei meu pau tava duro, muito duro, eu tava quase gozando. Ela ficou meio que me assistindo, tomou mais um gole e me chamou para perto. Quando cheguei bem próximo ela segurou meu pau com as duas mãos e veio com a sua boca me chupar. Quando ela meteu os lábios na minha boca eu olhei para o Dr. ele estava olhando mas sem reação. Então ela começou a me chupar para valer, com vontade, chupava minhas bolas, a cabeça do meu pau, passava ele no seu rosto, eu estava imóvel só vendo, não resisti e peguei nos seus cabelos e dei uma puxadinha para ela olhar pra mim. Ela gostou, Dr Artur se levantou e veio mais para perto. Eu mesmo peguei meu pau e comecei a bater devagarzinho no rosto dela que estava gostando. Dr então me chama e quando eu olho para ele, ele me joga uma camisinha e me manda perguntar se ela quer.

Clara só se ajeitou melhor na poltrona abriu as pernas, como se fosse um convite e eu já cai de boca naquela buceta. Nem cheguei a pensar que ela tinha acabado de ser comida, chupei aquela buceta linda, não perdi tempo e dei umas linguadas no seu cuzinho, ela adorou se abriu mais, eu chupava sua buceta e enfia um dedinho no seu cuzinho. Ela gemia e pediu para eu fode-la. Botei a camisinha e deitei encima daquele mulherão e comecei a penetra-la forte, com estocadas fortes. Ela não teve resistência e só gemia o quanto podia. Senti seu Artur por perto e ele foi e colocou seu pau na boca da esposa. Ela chupava ele e dava pra mim ao mesmo tempo. Uma imagem que nunca mais esquecerei.

Artur se sentou no sofá interno ao lado da sua esposa e ela ficou de quatro no chão, me posicionei por trás, abri aquele bundão e meti de novo naquela xana quente e linda. Sua bunda era perfeita, a marca de bikini a deixava linda, seu cuzinho era lindo, um pouco aberto, mas bem pouco. Parecia que ele pedia para ser metido. Fui estocando ali sem parar, dei um tapinha devagar e ela gemeu, dei um um pouco mais forte e ela gemeu mais. Então ela tira a boca do pau do marido, olha pra trás e me fala para eu não ter do. Dei um tapa bem mais forte e comecei a bombar com força, estava tudo uma delicia.

Então ela se levanta um pouco e senta no pau do Dr Artur e começa a cavalga-lo, fique meio perdido ali e comecei a passar a mão nas suas costas, fui descendo a mão ate seu bumbum, sem resistência, e procurei seu cuzinho, tomando cuidado para não tocar no pau do Dr. Encontrei seu cuzinho e enfiei um dedo, ela então pede para eu enfiar meu pau. Me posicionei atras dela e fui enfiando meu pau. A mulher gritava e quando sentiu meu pau todo dentro ela gemia alto. Depois começamos a nos mexer e começamos a meter mais forte. Ficamos assim um bom tempo ate que ela gozou...gozou...gozou...

Ela se ajoelhou no chão, eu fiquei de um lado Dr do outro e ela começou a chupar nos dois, alternadamente, as vezes quase juntos, eu avisei que ia gozar. Ela posicionou a boca na minha direção e pediu porra e eu dei, dei toda a porra acumulada desde de quando vi a filha dela. Logo o homem veio e gozou na cara dela toda. Ela nem foi para o banho saiu dali e pulou no mar, Dr foi atras e me chamou, também pulei no mar e ficamos ali um pouco. Logo subi e falei que ia colocar o peixe no forno para o almoço. Os deixei ali para curtirem sua intimidade.


Ficaram um bom tempo ali e depois subiram no barco e ficaram no deck, fui ate la para avisar que o peixe já estava quase pronto. Eram 15 horas, logo o Sr Luis e Dna Vera estariam de volta. Quando fui tirar o peixe Dna Clara apareceu já vestida com um bikini comportado e uma saia que por certo tambem tinha um bikini comportado por baixo. Ela falou que eu fui ótimo e eu falei que ela era linda. Ela então veio me deu um beijo e eu não resisti, coloquei aquela mulher de encontro a pia levantei aquela saia, tirei o bikini de lado e voltei a come-la ali, um de seus seios escaparam e eu pude segura-lo. Gemiamos alto, logo Dr veio ver o que acontecia mas só ficou assistindo, meti com força e a beijei muito. Ela se desvencilhou meu do meu pau, o pegou com a mao e direcionou para sua bundinha, adorei, foi se ajeitando e meu pau entrou todo, foi quando ela disse para eu meter forte, e foi o que eu fiz, sem do, como ela pedia, segurei sua bunda e meti forte. Quando avisei que ia gozar, dessa vez ela não quis sentir o sabor apenas tirou meu pau e ficou punhetando e me beijando ate que gozei na sua mão.

Enquanto eles almoçaram Sr Luis e Dna Vera chegaram, perguntaram se tudo tinha ocorrido bem, eu disse que sim e assim ficamos a noite toda servindo nossos patroes. Eu ate tinha uma esperança que eles me chamassem para o quarto deles, mas não rolou. No outro dia de manha eles se despediram de nos 3 juntos. Eu estava arrumando minhas coisas quando o Sr Luis falou que semana que vem teria outra e que eles haviam gostado da minha educação e se eu estivesse disponível poderia ir. Eu perguntei para onde? Ele disse que talvez o mesmo itinerário e que pra ele era bom porque eles poderiam visitar seus familiares. Falei que sim! Podia me chamar.

autor: BDS






sexta-feira, 15 de julho de 2016

ATOR PORNO 2

Caso pegue a historia pela metade, indico que leia antes o inicio desse conto em o ATOR PORNO

http://bomdiasenhoritas.blogspot.com.br/2016/01/ator-porno.html?zx=fa30a16002b6aa4

Estavamos na piscina em um condominio de hoteis na Bahia e como disse reconhecemos as pessoas que vimos nos filmes pornos que sempre assistimos. Passamos praticamente a tarde toda vendo e comentando sobre quem era esse, quem era aquela. Sei que essa historia nos encheu de tesao. No final da tarde quando subimos para o quarto para descançar um pouco antes do jantar. Eu nao resisti ver minha mulher toda queimadinha, e dei um beijo daqueles logo que fechamos a porta. Ela correspondeu e eu logo soltei os lacinhos do seu bikini a deixando nua e linda. A deitei na cama e fui chupando sua bucetinha com muita paciencia, logo percebi que ela tava ainda pouco umida. Entao usei uma tatica para excita-la mais.

Me levantei fui ate sua mala e peguei seu vibrador maior, comecei a passa-lo em volta do seu clitoris, ela ja estava toda entregue, gemendo, mas eu queria mais e fui ate seu ouvido e falei: Gostou de ver os atores dos filmes? Ela disse que sim. Insisti Vamos assistir um filme deles aqui pelo laptop enquanto brincamos? Ela disse que sim. Deixei ela brincando com seu vibrador, so pedi para que ela nao se penetrasse ainda, ela concordou. Liguei o laptop, procurei um filme e tava la a obra. Alguns dos atores e atrizes que vimos um pouco antes. Falei pra ela escolher qual cena queria e ela pediu uma que tinha um dos mais famosos desse genero, um fortao pauzudo.

Falei pra ela que hoje seu vibrador seria ele e peguei o vibrador da sua mao e fui penetrando ela devagar enquanto ela nao tirava os olhos do filme. O vibrador entrou facilmente, ela gemia, fui me aproveitando, entreguei de novo pra ela e fui chupar seus seios e logo enfiei meu pau na sua boca. Ela chupava e se penetrava, sua chupada tava intensa com muito tesao. Ela praticamente deixou o ibrador sumir dentro dela e dava uma aula de como se chupa. Nao aguentei mais e me posicionei atras dela, ela tirou  vibrador e eu a penetrei com força e ela nao tirava os olhos da cena do filme. Vi que ela ficou mais descontrolada e dei uma olhada para o filme e vi que haviam dois atores comendo a mocinha. Entao entendi o desejo da minha mulher. Tirei meu pau da sua bucetinha a deitei de lado pra ela ficar bem em frente do laptop, para assim assistir o filme e pedi para ela penetrar seu vibrador na sua bucetinha, o que ela fez olhando pra mim, com um sorrisinho bem safado.

Fui posicionando meu pau no seu cuzinho, mas ela pediu para eu chupar seu cuzinho antes, o que fiz com muito prazer. Logo posicionei meu pau na entrada e o senti entrando, que delicia, minha mulher gemia de prazer enfiada em suas fantasias e sonhos. Nao demorou muito ela gozou e eu nao aguentei, tirei meu pau do seu bumbum e gozei nas suas costas. Ficamos ali juntos e caimos num sono gostoso.

Acordamos por volta das 20:30, tomamos um banho, nos trocamos e descemos para o jantar. Logo que entramos no restaurante a mesa que ficou disponivel para nos era justamente ao lado do Ator que ela fantasiou. Fingi nao reconhecer e acho que ela fez o mesmo, no principio. Ficamos ali meio tensos, ja que chegaram mais amigos e amigas do cara. Estavamos praticamente ao lado do filme que assistimos. Nao aguentei mais e pedi uma garrafa de vinho para nos. O que mais me chamou a atençao, foi que quando o vinho chegou e depois de servido, minha esposa pegou a taça dela e praticamente virou a taça. Bebeu tudo de uma vez, como se estivesse querendo matar um demonio dentro de si. So que acho que ela o ascendeu mais...

Eu a acompanhei na virada e na hora que fui recolocar o vinho nas nossas taças a garrafa acabou. Esperei ela tomar mais uns goles e perguntei se ela queria outra, nunca ela quis, mas dessa vez ela so mexeu com a cabeça acenando um sim, para logo depois ela desviar seu olhar do meu. Eu sabia que nao era um momento de um DR ali, mas nao resisti. Perguntei se ela estava com algum problema? Ela nem titumbiou e disse, nao. Bebi mais um gole de vinho e fiz outra pergunta. Voce esta com tesao? Neste momento o garçom chegou com a outra garrafa dando mais suspense a resposta. Quando o garçom saiu no momento que iniciei a mesma pergunta, nem acabei ela ja respondeu: - Muito!!! Quer subir pro quarto? Ela disse nao! Praticamente estavamos de costas para a mesa dos atores, acho que estavamos nos protegendo.

Jantamos, bebemos a segunda garrafa e agora iamos ate o bar do hotel, pois la haveria um show de musicas locais e no caminho do bar a chamei para o nosso quarto. Quando chegamos a porta ainda estavamos no mesmo silencio do restaurante. Mas quando entramos nos agarramos como se fosse na epoca que namoravamos, com tesao nos beijamos e quando fomos chegando na cama e perdendo nossas roupas ela pede o vibrador. Quando eu toquei seu sexo ela estava completamente molhada, cheia de tesao, muito quente, meus dedos a penetraram sem nenhuma resistencia de sua pele, praticamente me engoliu. Eu nao perdi a oportunidade e ja a penetrei enquanto ela segurou no seu vibrador. A fodia com força, tesao mesmo, segurava nos seus seios como apoio e nossos corpos se batiam com força.

A fui virar de ladinho e ela avisou que sua bucetinha era do vibrador e que ela me queria por tras. Adorei quando ia me posicionando no seu cuzinho, percebi que o amigo ja tava la e por inteiro. Ai, nao sei de onde tive essa ideia perguntei com a voz em gemido.

- Ta pensando no ATOR? Ela disse: - Siiimmmmmm Ta imaginando nos 3 aqui? Ela meio que parou olhou para tras mas sem tirar nem seu vibrador nem meu pau do seu cuzinho e disse: Seraaaaa?....Sinceramente nao esperava essa resposta, esperava um nao e ate uma bronca, mas em ritmo mais lento, acho que acusamos o golpe, continuamos a trepar. Ai tive a ideia que eu achava que seria recusada de pronto. Entao vou trazer ele e uma atriz daquelas pra mim. A resposta dela continuou sendo a mesma: - Seraaaaa? Caralho!!!Pensei comigo, nos nunca tivemos essas conversas.

Muito das vezes eu achava que ela tinha perdido esse tesao juvenil. E bombando agora mais forte, ela com meu pau no bumbum e outro na sua bucetinha, dei um ultimato. Vamos tentar? Quer que eu va la falar com eles? Ela me veio com um outro sera. Ai falei que, sim, eu ia falar com eles. Nesse momento ela goza alto, forte, praticamente me arrancou de dentro dela, retirou o seu vibrador, sua pele toda se arrepiou. Quando vi que ela estava em extase, botei meu pau no seu rosto e comecei a bater uma ate gozar no seu rosto. A safada gostou disso, abriu um pouco a boca, sentiu o sabor e engoliu meu pau como se quisesse tudo dali.


Cai ao seu lado e ali ficamos deitados sem nenhuma palavra, logo ela se levantou e foi tomar uma ducha. Esperei mais um tempo ali quase que processando tudo que havia acontecido e falado. Fui ate o banheiro e quando entrei ela me deu aquele sorriso lindo, safado, me chamou, nos abraçamos e ficamos ali um ouvindo a respiraçao do outro.

Logo trarei a parte 3

autor - BDS








quarta-feira, 29 de junho de 2016

NOVO EMPREGO

Tudo começou a dois meses, quando fui contratada para estagiar num escritório contábil onde uma amiga minha já trabalhava. Fui entrevistada pela minha amiga que era chefe do RH o que facilitava tudo. Comecei com os lançamentos contábeis simples, afinal eu tinha acabado de me formar... Fui sendo treinada por uma senhora muito simpática, que foi me orientando com os débitos e créditos.

Logo eu já estava efetuando meu serviço sozinha, chamava minha superior apenas para tirar algumas dúvidas. Depois de uma mês mais ou menos trabalhando com a equipe, tive o prazer de conhecer o Sr.Leandro (O dono do escritório), ele estava de férias com a família e havia retornado para ver como andava os negócios. Um homem bonito com um charme peculiar. Passou na minha mesa, parou e me deu bom dia... Respondi educadamente e voltei aos meus afazeres. Ele entrou na sala dele e gritou a minha supervisora e chamou a minha amiga também.

No almoço, minha amiga disse que ele havia pedido as fichas dos novos funcionários e me perguntou se eu estava indo bem com os lançamentos e se achava que a minha supervisora tinha alguma queixa de mim. Respondi que estava fazendo tudo com calma e que acreditava que ela não tinha nada de reclamar de como eu estava trabalhando. No fim do expediente ele fez questão de parar ao meu lado e me perguntar se eu tinha alguma dúvida sobre o trabalho. Respondi que até o momento não e que eu estava realizando tudo como a Rita havia me ensinado, então ele sorriu e foi embora. Algumas semanas se passaram e ele fazia questão de ao passar em minha mesa arrastar os dedos por ela e sorrir, claro que não sou tão inocente e percebi que ele estava interessado em mim. Passei a ir trabalhar com um decote mais acentuado e a saia um pouco mais curta, batom vermelho e as unhas também.

Tinha um feriado que cairia na sexta e estavam trocando o sistema que trabalhávamos, mas o técnico que implantaria o novo sistema viria pois o feriado era apenas regional. Sr. Leandro mandou me chamar e me perguntou se eu poderia vir ao escritório que ele me daria a segunda para ficar em casa, fazendo assim a troca do dia. Aceitei sem pestanejar, afinal eu queria crescer na empresa. Fui trabalhar naquela sexta com segundas intenções, afinal estaria apenas eu o sr. Leandro e o técnico no escritório.

Cheguei cedo e preparei um café, logo em seguida o técnico chegou e começou a trabalhar. Era um moreno bonito de sorriso fácil, perguntou se me importava que ele tirasse a camisa pois ia passar o cabeamento da rede. Respondi que não que ele poderia ficar a vontade. E fiquei ali na minha mesa olhando para aquele homem fazendo seu trabalho braçal e imaginando ele me pegando com vontade, mas fui interrompida dos meus devaneios quando o Sr. Leandro chegou. Ele não estava de terno, tinha ido de jeans e uma camiseta branca que colava no corpo. Sorriu, me deu bom dia e pediu que eu levasse um café para ele... Fui a sua sala e fiz questão de me abaixar deixando que contemplasse meu decote. - Está gostando da empresa? - Sim, estou aprendendo bastante... - Assim que ele terminar com a rede e implementar o sistema, se você quiser podemos fazer um teste o que acha? - Eu adoraria testar...

Sai da sala e fui para minha mesa olhar o moreno trabalhar. Ele estava abaixado e eu sabia que ele olhava minhas pernas por baixo da mesa, então eu as cruzava distraidamente deixando ele ver minha calcinha de renda verde clara. Ele sorriu e me olhou, e eu prendi o cabelo com a caneta e brincava com minha calculadora HP na mesa... Algumas horas depois ele havia terminado todo o serviço e me chamou até o servidor. Levantei e rebolando fui até ele. - Está tudo terminado, vou colocar a camisa e pode chamar o seu chefe para verificar... - Sim, vou lá agora mesmo. Ele me segurou pelo pulso, e me deu seu cartão e beijou meus dedos... Sorri e coloquei na minha mesa quando passei até a sala do Sr. Leandro. - Chefe, o sistema está implantado. - Certo, vou lá falar com o rapaz. Me faça um favor acabe de instalar as atualizações na minha máquina que já volto.

Fiquei ali na sala dele e meia hora depois ele voltou, parou atrás de mim e disse: - Sabia que fica difícil prestar atenção nas contas tendo essa visão de seu decote? - Desculpe eu não tinha a intenção de distrai-lo... - Não mesmo? - Bem, talvez no fundo eu tenha alguma intenção sim Sr. Leandro... Ele abaixou-se e girou a cadeira para que eu ficasse de frente para ele. - Acha justo apenas você me distrair? - Não senhor, não acho... Abriu minhas pernas, afastou a calcinha de lado e começou me chupar deliciosamente... A língua úmida, brincava com meu clítoris me deixando louca... Eu gemia sem conseguir me segurar, logo estava segurando os cabelos do meu chefe e esfregando sua cara na minha boceta, nossa era uma sensação deliciosa de poder e êxtase.

Ele enfiava dois dedos dentro de mim e eu comecei a pedir o pau dele. - Calma, estou apenas começando... Não vá direto ao balanço antes dos lançamentos minha doce estagiaria, esse bruto aqui ainda precisa ser avaliado. Enfiou o pau dele fundo na minha garganta, e eu passava a língua por todo ele... Chupei suas bolas e olhava para ele que jogava a cabeça para trás louco de tesão. Ele empurrou as coisas da mesa e deitei o corpo para frente ficando com a bunda empinada para ele, abaixou e tirou minha calcinha devagar, levantou minha saia e afastou minhas pernas.

Lambia meu sexo até o buraquinho do meu anus, devagar e gostoso. Penetrou um dedo em mim, fiz gesto que eu ia me levantar mas ele empurrou minhas costas ao encontro da mesa. Começou a penetrar minha xota com seu pau enquanto enfiava agora dois dedos em meu cuzinho apertado. Aquela sensação era um misto de dor e prazer que eu nunca havia sentido antes, e me vi como uma estagiária que descobre como é satisfatório aprender coisas novas...

Comecei a relaxar e quanto mais ele metia mais eu ficava com as pernas moles e gozei berrando e arfando seu nome ... - Agora é hora de você ficar com o líquido! Me colocou de joelhos e o chupei sentindo o gosto da minha boceta em seu pau, seu leite era adocicado o que me deu o prazer de engolir até a última gota. Me levou em casa e falou que eu ainda tinha que conhecer algumas contas e que ele iria me apresentar com prazer em uma nova oportunidade.


Dei um beijo no cantinho de sua boca e entrei em casa. Depois de um banho delicioso, fui ligar o computador para contar a minha amiga que me colocou na empresa o que aconteceu no escritório, mas meu computador não ligava de jeito nenhum... Abri a bolsa e vi o cartão do rapaz que foi lá fazer a rede e implementar o sistema. Será que ele pode me ajudar?

Alma das Rosas
veneno eroticoGO