sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

A MELHOR DE TODAS


Do meu ponto de vista sexo oral é a maior intimidade que pode haver entre duas pessoas. Quando bem feito pode ser mais satisfatório que uma relação com penetração. Os dois podem se entregar e abrir a percepção para todos os sentidos: ouvir os gemidos e o som molhado da boca que chupa e lambe, sentir o calor da pele e da boca, olhar a face que se contorce de prazer, deixar o gosto e o aroma de sexo tomar conta do seu cérebro.

Uma vez conheci uma garota que era tão gulosa por um pinto, que sentia tanto prazer em chupar um cacete que acho que nunca mais vou parar de procurar por outra boca igual. Me encantei por ela assim que a vi. Estava em uma chácara passando o final de semana com alguns parentes. Era um lugar enorme, com 4 casas, piscina, campo de futebol, churrasqueira, tudo.

Eu estava na piscina quando ela chegou com minha tia. Devia ter 18 ou 19 anos, alta, seios e bumbum fartos, ruivinha. A pele branca com algumas sardas a deixava com uma carinha ainda mais inocente. Quando me viu abriu um sorriso, mostrando os lindos dentes brancos e perfeitamente alinhados. Ela era vizinha da minha tia, filha única de uma família de judeus. Além dela eu era o mais novo de todos ali, com 28 anos.

Mais tarde ela veio para a piscina também, onde pude contemplar seu corpo. Ela era um pouco fofinha, do jeito que eu gosto. Toda mulher gostosa que eu conheci era do tipo carnuda. Na cama são as melhores. Existe algo melhor do que sentir as coxas grossas em volta da sua cabeça enquanto você carinhosamente mergulha de boca naquela bucetinha cheinha?!

E toda mulher deve ter uma barriguinha, que você possa sentir com a palma da mão enquanto a fode de quatro. Me aproximei para me apresentar e descobri que seu nome era Ana. Ficamos muito à vontade e conversamos bastante. Saímos para passear pela chácara e acabei conquistando-a. Logo nos primeiros beijos o clima foi esquentando e pude sentir a maciez do seu seios e das suas coxas de menina. Ela pressionava o corpo contra o meu para sentir as pontadas do meu pau, que a esta altura já ansiava por um pouco de atenção.

A sua boca era uma delícia, beijava como ninguém e já me dava sinais da experiência que eu iria viver um pouco mais à frente. Voltei na casa principal e peguei sem ninguém perceber a chave de uma das casas que estava vazia. Lá prosseguimos nos agarrando e beijando com paixão, as mãos percorrendo todo o corpo do outro. Quando comecei a tirar sua roupa ela comentou comigo que ainda era virgem e que queria permanecer assim, pois pretendia se casar em breve e não queria que o noivo se decepcionasse, já que ele era muito conservador e não admitiria.

Prometi que iria respeitá-la, mas no fundo meu tesão aumentou mais ainda e ficou a esperança de que eu tivesse o privilégio de tirar o selinho daquela delícia. Daí em diante ela tomou as rédeas da ação. Tirou toda a sua roupa e depois a minha. Me sentou na cama e se ajoelhou entre minhas pernas. Pegou meu membro com uma mão e olhou fixamente para ele, como se o analisasse ou estivesse deslumbrada. Aquela espera me deu um tesão incrível, eu estava ansioso para sentir o contato da sua boca macia.

As pontas de seus dedos percorriam suavemente das minhas bolas até a ponta da cabeça. Depois de lamber os dedos para deixá-los molhados ficou fazendo movimentos circulares ao redor da glande. Deslizou de volta pelo outro lado, voltando a brincar com os pentelhos do saco. Colocou a palma da mão na cabeça do pau e apertou de leve sentindo toda a rigidez da minha ferramenta. Com toda delicadeza começou a girar a mão como se tentasse abrir um vidro de azeitonas. Eu sentia uma agonia gostosa e não pude conter os meus gemidos, o que a fez sorrir.

Olhávamos-nos olho no olho e os dois respiravam profundamente para sentir o aroma de sexo que começava a dominar o ambiente. Ela deslizou novamente a mão pelo pau até alcançar os testículos, que gentilmente agarrou. Foi a única mulher que conseguiu brincar com eles sem em nenhum momento me causar dor. Meu caralho inchou um pouco mais, ficando duro como uma barra de ferro. Suas bolas são pesadas... Aposto que você está guardando bastante coisa aí pra mim... Ela disse, me fazendo implorar por dentro que ela parasse com a tortura.

Deixando os testículos, ela passou a lamber a parte de dentro das minhas coxas até bem próximo do saco. Com a mão direita segurou meu membro como se fosse um joystick de vídeo game, com os quatro dedos o enlaçando e o dedão um pouco solto no ar.

Olhando para meu pau ela começou uma punheta maravilhosa, espremendo a pica para fazer surgir na cabeça uma gota do meu lubrificante que ela espalhou com o dedão.
Agora era ainda mais gostoso, sua mão deslizava lentamente sobre o meu pau melado.

Ela aproximava o nariz para sentir o meu aroma e ao mesmo tempo me enlouquecia com sua respiração quente tão próxima. Deitei na cama, com as pernas dobradas encostando no chão. Usando as duas mãos como se segurasse um taco de baseball ela passou a fazer movimentos mais vigorosos. Em seguida começou a variar a direção, movimentando uma mão para cima e outra para baixo, ao mesmo tempo.

Eu sentia sua mão apertando a base do meu cacete, pressionando de leve minhas bolas. Ela me puxou para sentar bem na ponta da cama e jogou o cabelo de lado para que eu pudesse enxergar ela engolindo minha vara. Ela colocou metade do meu pau dentro da boca, mas não fechou, só tocando levemente com os lábios. Sentir o calor de sua boca me fez gemer novamente. Movimentando a cabeça em movimentos circulares, um pouco em sentido horário e um pouco ao contrário, ela tocava meu instrumento com diferentes partes de sua boca.

Ninguém nunca tinha me chupado assim, e ela conseguia fazê-lo sem me encostar os dentes. Levantando meu pinto com a mão, deixou meu saco exposto à frente do seu rosto. Com a ponta da língua ela tocava na parte de baixo dos meus testículos e depois subia pressionando a língua molhada por toda a extensão do saco e do pinto, como se chupasse um pirulito. Fazia esse movimento repetidas vezes, intensificando meu prazer.

Era difícil segurar o gozo, mas eu queria fazer aquilo durar eternamente. Segurei a cabeça dela, indicando que eu queria sentir sua boca novamente. Ela tomou meu mastro em sua boca de veludo, deslizando sua língua molhada pela glande até que seus lábios se fecharam sobre ele no ponto exato atrás da cabeça, minha parte mais sensível. Ela dominava a arte de fazer um boquete. Segurando próximo da ponta ela fazia o pau deslizar para dentro da sua boca.

Virava o seu rosto de um lado para outro mantendo os lábios em contato com meu pau. Ao mesmo tempo a mão subia e descia com leveza. A sua respiração foi se tornando mais ofegante, eu podia sentir seu prazer em chupar meu ferro. Passou a sugar a cabeça, aumentando a intensidade de seus movimentos. Com os lábios a envolvendo firmemente ela lambia dentro da boca. Meu corpo se contorcia. De vez em quando alternava os movimentos, fazendo um vai-e-vem até abaixo da metade, sempre pressionando a língua contra o corpo do meu membro.

Ela deixava sua saliva recobrir a cabeça do meu pau tornando tudo mais gostoso. Me deitou para trás e levantou as minhas pernas, que segurei dobradas próximo ao peito. Fiquei totalmente exposto a essa gata que queria me levar ao céu. Ela lambeu um pouco meu saco enquanto acariciava minha bunda. Lambeu cada uma das nádegas e depois passou a explorar a região próxima do meu cuzinho. A sensação era ótima...

Quando sua língua tocou em meu anel, tremi. Quando ela sentiu que eu relaxei, lambeu um dedo e começou a brincar próximo da entrada. Voltou a engolir meu pau ao mesmo tempo em que enfiava seu dedo fino em minha bunda. Eu delirava e já não segurava os gemidos e murmúrios desconexos. Isso, chupa, vai boquinha safada. Não pára, vou encher sua boca de porra, você quer, né?

- Chupa meu pau duro, minha putinha.

Seu dedo completamente enterrado em meu traseiro estimulava minha próstata por dentro e eu sentia o orgasmo se aproximando. No entanto, ela tinha mais uma técnica no seu arsenal para me levar ao extremo. Ela apertou o dedão bem na base do meu membro de uma forma que parecia bloquear a saída da porra. Eu tremia todo mas não conseguia gozar. Ao mesmo tempo ela movimentava o dedo no meu rabo e sugava vigorosamente a cabeça do meu pau.

Quando finalmente ela deixou meu gozo sair, me espantei com o resultado! Foi o melhor, mais intenso e mais comprido orgasmo que já tive. Os jatos não paravam de sair e com uma força tal que seriam lançados do outro lado do quarto se ela não estivesse recebendo tudo em sua garganta. Ela não parava de lamber e não deixava o dedo sair do meu buraquinho, prolongando ao máximo o gozo. Eu só conseguia agradecer e murmurar: Que tesão, que maravilha, nunca gozei tão gostoso..Porém, ainda tinha mais.

Essa menina parecia existir para me dar prazer. Sua bucetinha estava completamente molhada mas ela não me deixava tocá-la. Seus mamilos estavam completamente intumescidos, denunciando seu tesão. Meu cacete não queria amolecer e ela não estava a fim de me dar descanso. Começou a lamber meu pescoço, minha bunda, meus mamilos, meu saco. Em segundos eu estava rígido como uma rocha de novo e querendo partir para a segunda rodada.

Quem sabe ela não me deixaria pelo menos comer o seu cuzinho? No entanto, o que ela reservou para mim era muito melhor. Depois de me chupar um pouco de todos aqueles jeitos gostosos que ela sabia, ela me pediu para levantar e deitou virada para a cabeceira. Ela deixou a cabeça quase caindo da cama, de forma que o pescoço ficasse um pouco dobrado para trás. Me aproximei me dobrando sobre ela, deixando ela lamber meu saco um pouco, enquanto eu acariciava seus peitinhos. Vem cá fuder minha boquinha, ela pediu de um jeito manhoso que eu não pude recusar.

Quando coloquei meu pau em sua boca foi que percebi o porquê daquela posição. Eu conseguia enfiar minha tora tão fundo que meus pentelhos tocavam seus lábios. Ela parecia não se engasgar, pois relaxava a garganta de forma que eu podia fode-la como se fosse uma bucetinha. Na verdade, ainda mais gostoso que uma buceta, pois eu sentia sua língua estimulando a parte de baixo do meu pinto e seus lábios me apertando. Ela não podia se movimentar e eu que tinha que fazer todos os movimentos.

Eu estava no controle, mas procurei fazer com delicadeza. Devagarzinho comecei a enfiar e a tirar, fudendo aquela boquinha até as profundezas. Eu estava impressionado e o tesão era enorme. Ela se masturbava, titilando o grelinho e apertando os seios. O ritmo foi aumentando e começamos a fuder de verdade. Gozamos praticamente juntos. Ela não teve problema algum em engolir meu leite, pois eu estava enterrado na sua garganta e os jatos eram lançados direto no seu estômago!

Gozei como um alucinado, sentindo meu pau abafar os gemidos dela. Tirei da boca dela e deixei a ultima gota escorrer para sua língua. Ela engoliu com satisfação. Sentei do seu lado, com as pernas tremendo. Ela se deitou no meu colo, me chupando e lambendo até o guerreiro adormecer, limpo e satisfeito. Tomamos um banho junto e retornamos para a cama. Ficamos namorando um pouco em silêncio, apenas sentindo a pele um do outro. A química era perfeita.

Quando beijei seus seios ela despertou novamente. Ela era muito sensível aos toques e também percebi que adorava me ouvir falar. Fui beijando cada parte de seu corpo elogiando sua beleza. Todo homem deveria fazer isso porque as mulheres em geral são um pouco tímidas e inseguras com seu corpo. Ela estava completamente excitada e ficou muito à vontade.

Sua xoxotinha rosada começou a exalar um perfume delicioso, que fiz questão de deixá-la sabendo que me excitava muito. Fui deitando por baixo dela de forma que ela ficou sentada sobre meu rosto. Ela se posicionou de cócoras e esfregou de leve a bucetinha na minha boca. Lambi seus lábios, depois forcei a língua para abrí-los e tocá-la mais intimamente. Comecei a fude-la com a língua e ela passou a gemer gostosamente, aumentando o ritmo das reboladas.

-Ann, assim é sacanagem, isso é MUITO gostoso, ai que tesão...uhnnnn - urmurava baixinho.

Quando lambi o cuzinho ela soltou gritinhos. Mostrando que adorava mesmo mamar um cacete ela se posicionou para um delicioso 69. Foi o prazer extremo. Cada um querendo mais levar o parceiro ao limite do que pensando no seu próprio prazer. Uma confusão de sabores, sons e aromas. Além da visão daquele rabão com o cuzinho piscando de tesão a centímetros da minha cara. Ela novamente me fez delirar com as suas chupadas gulosas.

Ela praticamente me fodia com a sua boca, demonstrando que queria MUITO provar meu licor novamente. Ao mesmo tempo, apertava a buceta contra o meu rosto, o que me deixa louco. Só então resolvi dedicar atenção a sua pérola, o grelinho que surgia duríssimo no meio daquela bucetinha carnuda. Lambia ao redor, ela adorava e pedia mais. Engolia minha espada até seu nariz se enterrar em meus pentelhos. Com o cacete totalmente envolvido por sua boca de veludo, ela fazia movimentos bem largos na forma de um oito, massageando a cabeça do meu pau com a garganta. Inacreditável.

Eu queria dar a ela um orgasmo poderoso como os que ela havia me proporcionado e caprichava na chupada. Ela prosseguia no seu movimento de 8, viajando pela ferramenta acima. Em seguida engolia novamente, me fazendo flutuar de tesão. Ela sempre mantinha os lábios pressionando o pau, era isso que a tornava a maior cocksucker que eu já havia experimentado. De vez em quando ela abria bem a boca e puxava o ar com força enquanto ia subindo em direção à glande.

Com a boca ainda ligeiramente aberta ela descia novamente soltando o ar morno da sua respiração e esquentando meu pau. Uma delícia. Ela percebeu que seu gozo se aproximava e então pediu:

-Goza comigo, meu bem. Ai, goza na minha boca. Isso, chupa assim, bem gostoso, ai que tesão, que delícia, que boquinha gostosa você tem!

Ela parou de mexer, apenas com a cabeça do pau na sua boca. Sugava um pouquinho e lambia a pelezinha que liga a cabeça ao pau, minha parte mais sensível. Com a mão batia uma punhetinha curta. Ah, como era bom. Fiz o mesmo e cobri seu clitóris com os lábios sugando-o e lambendo com a pontinha da língua. Ela soltou um gemido forte e começou a gozar como uma selvagem, jogando os quadris contra meu rosto.

Também não resisti e lancei meu creme em sua boca pela terceira vez. Ela continuava chupando e lambendo meu pau com avidez e não parava de gozar. Mantive a sucção em seu grelinho, segurando com as duas mãos a sua bunda, levando-a a seguidos orgasmos. Um, dois, três, uma seqüência inacreditável que a levou a exaustão.

Desmontamos os dois e ficamos ali parados naquela posição até recuperar o fôlego. Como já estava escurecendo tivemos que voltar para onde estava todo mundo. Felizmente não deram por nossa falta. No dia seguinte ela foi embora cedo e não pudemos nos encontrar novamente. Pouco tempo depois ela se casou e se mudou para Israel e nunca mais tive notícias dela.

Tenho inveja do marido que vai poder desfrutar todos os dias daquela boca maravilhosa. Essa experiência porém me deixou a lição de que o sexo oral pode ser tão ou mais satisfatório que uma relação com penetração, desde que haja confiança e cumplicidade entre os parceiros.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

COMO É BOM AMAR


Abri os olhos: na minha frente uma bandeja com pãezinhos frescos, geléia, manteiga, queijo, presunto, frutas, café, leite e suco de laranja. Me espreguicei e dei um bom dia com um leve beijo na sua boca. Aceitei a refeição preparada com prazer, estava morrendo de fome devido a maratona que tivemos durante a noite. Taís era assim, doce, meiga e muito solícita. Sempre querendo agradar. Inclusive na cama. Neste assunto ela se revelava, transformando-se em uma máquina de prazer, uma atleta sexual que exauria as minhas forças. Terminei meu café da manhã, afastei a bandeja e fiquei olhando para ela.

Eu estava deitado na cama com os braços cruzados por trás da cabeça. Ela nua, de frente para o espelho, penteava os longos cabelos lisos ainda úmidos. Adorava olhar para o seu corpo, ver ela se vestir. Contemplava sua cintura fina, as covinhas acima dos quadris e aquela bunda branquinha. Ela sempre se demorava mais escovando os cabelos longos e lisos, repartidos ao meio. A primeira coisa que me chamou atenção nela foram eles. Os cuidados prosseguiam com a aplicação dos cremes, um para o corpo e outro para o rosto. Desodorante, um pouco de perfume no pulso e no pescoço, depois vinha a vestimenta das roupas.

A calcinha preta comportada, com rendas e lacinho cobrindo a bucetinha de lábios salientes e rosados. Os pelos claros com corte delicado. O bumbum farto e empinado preenchendo a lingerie, O tecido ocultando sua pele clara mas deixando em evidência suas formas. O sutiã da mesma cor alojando os seios médios e firmes com os bicos eriçados.

A blusinha era vestida com cuidado para não desmanchar os cabelos penteados. Ela ficava linda vestida assim: de calcinha e com uma blusinha. A calça jeans justa era colocada com uma reboladinha, para conseguir passar pelos quadris largos. Eu ria sempre que ela fazia isto. Adorava este seu ritual, pensava naquele corpo sendo coberto e escondido, mas que antes disso tinha sido todo meu.

- Você não vai se vestir? – me questionou com a voz meiga e gentil.

- Só se me der um beijo primeiro. – Me levantei e a abracei procurando seus lábios. Senti aquele cheirinho gostoso, de mulher recém saída do banho, toda perfumada. Ela se afastou me dizendo para eu parar senão não conseguiríamos sair dali.

- Sabe que é uma boa idéia? Podíamos passar o dia na cama. O que você acha?
- Você sabe que não podemos... disse ela saindo do quarto em direção a cozinha....

Sentei na cama e logo voltei a deitar. Calculei que poderia ficar ainda mais um pouquinho na cama.

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As lembranças acabam por envolver meus pensamentos e imagino como a vida por ser vivida. Quantas possibilidades temos em nossa frente e como nossas escolhas afetam os nossos caminhos. Principalmente na nossa juventude temos infinitas estradas para percorrer e nem sempre escolhemos as mais certas.

Lembro de quando tinha dez anos de idade e brincávamos todos juntos em um parque de minha cidade. De repente uma garota se aproximou e me fitando com aqueles olhos azuis profundos, colocou um papelzinho dobrado em minha mão se afastou rapidamente. Curioso , abri o papel e a mensagem dizia: ´Oi te acho muito bonito, quer namorar comigo?

Achei engraçado e fiquei um pouco envaidecido, mas naquela época o que eu gostava mesmo era de jogar bola e ,apesar de ter me aproximado mais de Raquel, a nossa relação não passou de darmos umas voltinhas de mãos dadas por aí. Mas este foi o dia que uma semente foi plantada no meu coração. Com o passar dos anos já na adolescência, descobri o amor quando a vi de biquíni no clube. Acostumado a vê-la com roupas largas brincando no meio dos meninos não podia imaginar quanto o seu corpo estava mudado.

Cabelos castanhos até a metade das costa e, olhos azuis. Os seios, bumbum e pernas todos com a medida certa. Um corpinho de violão que se escondia por trás de um jeito moleque. Estava com quinze anos e já era uma mulher feita. Depois deste dia tomei coragem e declarei o meu amor. Ela sorriu como um anjo e disse que também gostava muito de mim. Nos beijamos, acariciei seu rosto, coloquei meus dedos por entre os seus cabelos e a abracei forte. Ahhh ...Como eu a amava...

Começamos a ficar mais íntimos, passávamos um bom tempo sozinhos vendo filmes em minha casa e logo tive vontade de conhecer mais o seu corpo. Em uma tarde, começamos a nos beijar e eu sentia todo aquele corpo sob minhas mãos, o calor da sua pele, a sua bundinha firme. Ela gemia e respirava com dificuldades. Meu pau doía de tão duro e sentia minha cueca melecada de tesão. Minhas mãos entraram por debaixo de sua camiseta e senti os seus seios rijos, os apertei e ela gemeu mais forte. Ela também passou a acariciar meu tórax me deixando ainda mais louco. Não agüentava mais e coloquei sua mão sob a minha bermuda. Assim que ela sentiu meu pau duro o segurou com força.
Sem me preocupar que estávamos no sofá da sala, tirei sua camiseta e passei a beijar o seu pescoço. Sua cabeça pendeu para o lado e ela aceitou o carinho, acho que devia estar com tanta vontade quanto eu. Guiado pelos instintos desci minhas mãos até o seu shorts e tentei abri-lo. Mas desta vez ela segurou minhas mãos.

- Não, espera. Pode chegar alguém... E eu ainda não estou preparada.
- Por favor... você sabe que eu te amo!
- Eu também te amo, mas ainda não estou preparada. Você consegue esperar mais um pouco?

Respondi afirmativo, porém não agüentava mais. Eu a amava e estava louco de desejo. Queria sentir o seu corpo e descobrir como era transar. Masturbação já não me satisfazia. Eu namorava uma garota linda e gostosa que me deixava cada vez mais louco de tesão e apaixonado.

Continuamos a namorar e sempre que estávamos sozinhos eu tentava avançar mais um passo, sempre nos agarrávamos e parecia sair faíscas. Mas ela continuava firme. Queria se sentir preparada. E eu tentava bravamente respeitar o máximo possível a sua posição.

Em outro dia os pais dela não estavam em casa, somente sua irmã mais nova estudava na sala. Fomos até o quarto de Raquel para ver uns cd´s e começamos a nos beijar. Ávido de tesão minhas mãos já passaram a acariciar aquele corpo lindo, tão conhecido de minhas mãos,, tão desejado pelo meu corpo. Apertei a sua bundinha , alisei a buceta por cima da bermuda e coloquei sua mão no meu cacete. Ela o apertava e o esfregava quando não agüentei mais e o tirei para fora. Ela se assustou um pouco e depois o segurou. Nossa! Quase gozei somente com o contato da sua mão. Continuamos a nos beijar e a fiz se abaixar empurrando seus ombros para baixo. Ela entendeu minha vontade e se ajoelhou aos meus pés. Com o pau na altura do seu rosto, olhou para cima e sorriu .

- Me chupa vai, me chupa ! Não agüento mais! Implorei rouco de tesão.

Então ela o olhou por um instante e sua boca agasalhou o meu pau. ! Nunca imaginei que pudesse ser tão bom! Sentia sua saliva morna, sua língua acariciando a cabeça do meu cacete. Os movimentos ainda inexperientes para dentro e para fora... Não agüentei... Enchi sua boca com toda a minha porra acumulada pelo o tesão que eu sentia.

Estranhando o gosto ela o tirou da boca e ficou apenas alisando. Apesar da gozada farta meu pau ainda estava duro. Então a puxei para perto de mim e tirei sua camiseta, já aninhando meu pau entre as suas pernas. Raquel também estava com tesão, podia sentir isso pela sua respiração. Tirei seu sutiã e os seios mais lindos do mundo apareceram na minha frente. Os beijei com paixão. Lambia e brincava com os bicos que estavam empinados, passava a língua na auréola rosada e apertava o outro com minhas mãos. Alucinada a coloquei na cama e fui beijando sua barriga. Tentei abrir o seu calção e desta vez não houve resistência. Ainda lembro da sua calcinha... Era branquinha e estava úmida na parte da frente demonstrando o seu desejo.

Completamente nua, deitada na sua cama, ela era a coisa mais linda que havia visto na minha vida. Sua bucetinha com pelos claros estava molhadinha. Lembro do prazer que senti quando passei minha mão lambuzando meus dedos pelos seus líquidos. Aquilo significava que ela me desejava tanto quanto eu a ela. Retribui o prazer que senti passando a língua nos lábios macios e rosados da sua vagina. Ela gemeu e mexeu o corpo na cama. Acariciei sua vagina explorando toda a sua extensão. A lambia, beijava e sugava loucamente sentindo o gosto da sua bucetinha. Com minha cabeça entre suas pernas, Raquel erguia seus quadris da cama enquanto gozava na minha boca me segurando pelos cabelos. Ela gemia muito. Fiquei orgulhoso daquilo! Não sabia que eu era capaz disso. De dar tanto prazer a uma mulher.
Subi até ela e pude ver seu rosto avermelhado. Ela suava e sorria com um semblante de satisfação. Meu pau se encaixou na altura da sua bucetinha e forcei tentando a penetração. Completamente lambuzada, meu pau acabou passando pelos lábios vaginais até encontrar uma certa resistência. Olhei para ela e a beijei forçando mais um pouco. Meu pau entrou e ela apertou minhas costas, visivelmente sentindo dor.

- Tá doendo muito? Perguntei, maravilhado com a sensação que sentia. Meu pau latejava e sentia a sua bucetinha macia, úmida e aquela temperatura morninha. Parecia que eu gozaria a qualquer instante.
- Tá... Mas dá para agüentar... Continua... Mais vai devagar...

Lentamente fui introduzindo todo o meu pau até sentí-lo inteiro dentro dela. Sua testa se franzia de dor e com o pau alojado em suas carnes beijei seus lábios, seu rosto, senti o perfume no seu pescoço e iniciei o movimento para dentro e para fora. Aquilo era demais! Quase sem querer fui aumentando a intensidade dos movimentos, sentia um calor dominar meu corpo e quanto mais sentia a proximidade do meu gozo mais aumentava a velocidade de minhas estocadas. Logo, minha virilha se batia com a dela com violência até eu gozar com gemidos de prazer. Suas mãos apertaram minhas costas e suas unhas se enfiaram na minha pele. Todo o meu corpo formigou, a sensação subiu pelas minhas pernas e estourou com minha porra que encheu sua bucetinha. Desabei sobre o seu corpo e fiquei abraçado a ela totalmente ofegante.

Passado alguns segundos levantei meu rosto e acariciei seus cabelos. Ela sorria com uma expressão cansada.

- Eu te amo. - Falei apaixonado

Ela sorriu e disse que também me amava. A abracei com força e decidi que ficaríamos juntos para sempre. Eu casaria com ela e teria filhos. Seriamos felizes!

Inebriados com nosso amor fomos surpreendidos por um barulho fora do quarto que me tirou de minhas fantasias. Rapidamente nos vestimos receosos de sermos pegos em flagrante. Sai do quarto e corri para a porta dos fundos enquanto ouvia seus pais entrarem pela porta da frente. Corri o mais rápido que pude e consegui fugir sem ninguém me ver. Estava radiante de felicidade. Agora eu era um homem. Sabia o que era transar. Meu coração transbordava de emoção. Estava repleto de amor. Raquel, minha primeira namorada, minha primeira mulher, o amor de minha vida.

Continuamos a namorar e ter relações sempre que possível, às vezes na sua casa, às vezes na minha. Na parte da tarde, dava uma passada na sua casa e a levava para passear ou íamos até a minha casa. Certo dia, entrei pelo portão de sua casa quando encontrei Letícia, a irmã mais nova de Raquel sentada em um banco e batendo uma bola no chão.

- Oi, sua irmã tá lá dentro?
-Não, ela deu uma saída com a mãe.
- Então tá. Diz para ela que mais tarde passo aqui. Virei minhas costas e já ia saindo quanto minha cunhadinha disse:
 - Eu vi o que vocês fizeram outro dia.
- O que? - Olhei para ela curioso. O que ela tinha visto?
- Vocês transando! Eu ouvi um barulho e espiei pela porta. Você estava em cima dela.

Não sabia o que dizer... Seus olhos azuis como os de Raquel me fitavam com uma expressão estranha.

- Você... Contou para alguém?
- Não. Nem vou contar... Mas você tem que fazer uma coisa para mim. Vem comigo – Disse a garota entrando na casa.

Curioso, a segui até a sala e assim que entramos ela envolveu meu pescoço com os braços e me beijou com ardor. Não sabia o que fazer! A lingüinha da garota tentava invadir a minha boca e seus lábios acariciavam os meus sem parar.

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Nisto, quase dormindo novamente, sou acordado pela buzina no lado de fora da casa. Levantei em um pulo sentindo as lembranças esvaírem de meus pensamentos

- Tá pronto amor? Eles já chegaram – A voz veio do corredor.

Corri vestir minhas roupas. Não poderia me atrasar. Afinal poderia retornar em minhas lembranças em outra oportunidade...- Pensei terminando de colocar meus sapatos...

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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

AINDA SOU VIRGEM ?

Na época eu era uma loirinha nova e virgem, mas não agüentava mais! Eu precisava transar! Todas as minhas amigas da escola já tinham feito e somente eu ficara para trás. Me sentia excluída, elas já sabiam o que era ser mulher e era ruim estar em uma roda onde a conversava rolava em torno de sexo e eu não tinha conhecimento do assunto. Estava me sentindo desenturmada. Elas comentavam sobre os garotos da escola e sobre os membros que se destacavam nas calças do agasalho. Ficava embaraçada e um pouco constrangida. Eu teria que fazer algo para não ser mais uma ET no meu grupo.

Em casa minha mãe conversava comigo sobre sexo desde cedo e fui instruída a transar somente quando achasse a “pessoa certa”, mas e se ela nunca aparecesse? E se somente depois dos vinte eu a encontrasse? Como casaria sem saber como era o sexo? Não podia esperar e ficar nesta duvida, nesta aflição. Então pensei em como poderia resolver este problema... Bom ... Sexo anal poderia ser a solucao. Vi na internet que várias garotas faziam isso para preservar a virgindade para um cara que realmente amasse.. Entao era isso!  Eu poderia dar o meu cuzinho .Dessa forma saberia o que era transar e a bucetinha ficaria reservada para o cara certo ( desde que ele não demorasse muito... rs....)

Achei minha idéia incrível pois desde pequena descobri que eu tinha muito prazer quando encostava no meu ânus Na adolescência achava minha bundinha bonitinha. Ela era branca, empinada e bem redondinha. Ficava olhando no espelho e imaginava com seria ser comida ali. Como um pau poderia entrar naquele buraco tão fechadinho? Cheguei a me aventurar com um dedinho e achei a situação excitante. Parecia que estava fazendo alguma coisa proibida, que trilhava um caminho novo que me instigava cada vez mais.

Mas aí veio a minha maior duvida e preocupação: Quem seria o eleito para tirar minha virgindade e comer meu cuzinho? Teria que ser uma escolha bem feita! Não poderia ser um moleque que saísse contando para todo mundo que transou comigo e nem um garoto muito inexperiente. Também pensei que eu teria que disfarçar, me deixando seduzir para que minguem percebesse que a vontade de dar a bundinha era minha. Tinha que faze-lo pensar que a idéia de comer meu cuzinho era dele.

Pensei em quem poderia ser e achei a pessoa perfeita para isso. Ele era apaixonadinho por mim , dois anos mais velho e já haviamos ficado algumas vezes juntos. Seu nome era Tiago . Para concretizar meus desejos resolvi ligar para ele sabendo que seria convidada para nos vermos, dito e feito.

Fomos ao shopping e ficamos juntos de novo. Ele gostava mesmo de mim, dizia sempre que eu era linda e que queria namorar comigo. Mas eu não queria um namorado , queria apenas transar ,mas não poderia falar isso com ele. Ficamos juntos mais algumas vezes e começamos a nos provocar, um passando a mão no outro. Eu sentia seu pau duro roçando em mim enquanto nos beijavamos e ele , por ser um pouco mais velho, também deveria sentir que eu ficava excitada.

Um dia conversamos sobre sexo e disse a ele que tinha vontade de fazer mas não queria perder minha virgindade. Ele sorriu , baixou os olhos e disse:

- Mas tem algumas coisas que podemos fazer sem voce perder a virgindade
- Do que voce esta falando? Perguntei interessada.
- Bom... Tem sexo oral e... Também anal....

Sorri para ele e perguntei se ele conseguiria ficar só nisso , sem tentar colocar na minha xoxotinha.

Ele rapidamente disse que sim, respeitaria minha vontade e só colocaria na bundinha.

- Mas será que não vai doer – questionei
- Não, não. Se você quiser mesmo, eu arrumo um lubrificante e faço com cuidado.

Combinado todos os detalhes, acertamos que na próxima semana eu iria até sua casa. Eu quase morri de ansiedade, louca para que os dias passassem depressa. Em uma sexta-feira, exatamente as 15 hs da tarde eu estava entrando na casa de Tiago, ele logo me levou para o seu quarto. Estavamos sozinhos em casa e tudo poderia acontecer sem pressa. Nos beijamos e sem perder tempo ele começou a passar a mão por todo o meu corpo. Como é bom beijar sabendo que vai rolar alguma coisa a mais.

Ele apertava meus peitinhos e decidiu senti-los por baixo da roupa. A situação esava um pouco incômoda e eu tive que tirar minha camiseta. Rapidamente ele passou a sugar meus seios, passando a liígua e brincando com os biquinhos que estavam salientes. Nós dois respiravamos com dificuldade, tanto era o tesão que sentíamos. 
Me atentei ao seu pau, afinal nunca tinha tido um para mim. Quando peguei naquelepau duro, logo comecei a massagea-lo. Como Tiago, tambem era inexperiente, pelo menos percebi ali. Ele nao deixou muito, pois acho que estava com tanto tesao que poderiagozar ali. Quando fiz mençao de me abaixar para chupa-lo. Ele se soltou para tirar o resto da sua roupa, aproveitei e tambem tirei o que restava, mas nao tirava os olhos daquele pau, aproveitei e o coloquei, num puxao, na minha boca e chupei-o com vontade, era gostoso, saboroso. Mas acho que ele ficou com receio de gozar, me pediu para esperar e voltou a tirar sua roupa.


Logo nossa roupas foram deixadas de lado e Tiago me deitou na cama fazendo eu abrir minhas pernas para ele. Então se posicionou com sua cabeça entre elas e passou a me chupar. Que delícia !Que lingua gostosa! Gozei com ele fazendo isso e Tiago, ávido por me penetrar e sabendo das minhas condições ,me virou e começou a lamber meu cuzinho com deliciosas linguadas quentes e molhadas. Eu já estava doida ,implorando para que ele me fodesse bem gostoso.

De quatro ele começou a forçar a cabeça do seu pau na entradinha de meu cu ,mas estava muito apertadinho e não entrava. Um lubrificante foi sacado do criado mudo e tive meu cuzinho lambuzado com seus dedos trémulos. O gel era geladinho e fazia cócegas no meu ânus quente Depois de ter o rabinho todo melecado. Ele espremeu o tubo por toda extensão de seu pau e  espalhou com mão. Eu olhava para trás acompanhando tudo o que ele fazia. Então ele mirou no meu cuzinho e forçou a cabecinha que entrou com alguma dificuldade. Sentia meu esfincter enforcar seu cacete. Acho que eu estava nervosa e ele percebeu isso pois murmurou no meu ouvido:

- Calma minha querida, agora que a cabecinha já entrou o resto vai deslizar para dentro traquilamente.. - Dizendo isso forçou mais um pouco e senti aquele troço entrar no meu rabo como se fosse um trem... Parecia que não acabava nunca. Senti um pouco de dor e soltei um grito. Vi estrelas e tentei fugir afastando minha bunda mas ele me puxou pelos quadris. Eu disse assustada:

-Tá doendo demais... Tira....Tira...

- Por favor não me pede isso.

- Aiiii – Eu rebolava e tentava desengatar dele mas o maldito me segurava com força pelos quadris

- Se eu tirar você não vai deixar eu colocar de novo.

Comecei a chorar baixinho e ele sussurrava no meu ouvido:

- Calma amorzinho, relaxa que a dor já passa – Disse mordiscando minha orelha.

Aos poucos tive a impressão que a dor diminuiu e eu fiquei mais calma. Percebendo isso, continuou a enfiar seu cacete dando umas pequenas pausas quando sentia que estava doendo muito. Ele se curvou e beijou minha boca de lado enquanto com uma de suas mãos estimulava o meu clitoris.

Ele me chamava de putinha gostosa e dizia que estava adorando foder meu rabo. Eu  ia para frente e para trás sentindo cada milimetro entrando e saindo do meu rabinho. Minha bunda batia nas coxas dele e seu pau deslizava macio para dentro de mim. As vezes eu segurava no seu saco e sentia suas bolas rijas. Para dar mais prazer eu apertava o cuzinho em torno do seu cacete pois assim li que era bom.  Mas cada vez que fazia isso a dor aumentaaa , mas eu pensei que deveria tornar a experiência mais prazeirosa possivel para ele e então disse com voz melosa.

- Vai... Come minha bundinha... Me fode... Que delícia!
Ele comecou a se empolgar e fazer com mais força, a cada estocada eu sentia minhas pregas sendo arrebentadas enquanto ela bombava rapidamente. Me senti uma putinha e pedi ainda mais, não que eu tivesse parado de sentir dor mas por que achei a situação muito excitante. Comecei a sentir um prazer intenso e gozei, gozei sem mesmo tocar na minha bucetinha. Decidi trocar de posição e deitei ele na cama. Mirei o seu pau no meu cuzinho e fui sentando devagarzinho. Que delicia era sentar naquele cacete. Assim eu podia controlar a velocidade e a profundidade que aquele cacete delicioso entrava em mim. Acabei esquecendo da dor e tentei somente me concentrar no prazer

Agora por cima eu cavalgava , sentando e descendo conforme queria, nesta posição senti algo quente deslizar por meu rabinho a cada estocada, mas continuei fazendo os movimentos de cima para baixo até que ele anunciou que estava gozando, com um gemido forte senti seu pau espirrar dentro de mim e parei de me mexer, fiquei apenas rebolando sem tira-lo de dentro

Ele ofegava e eu, mais relaxada, senti seu pau amolecer, desencaixei e vi que seu pau estava todo melecado de sangue, senti um pouco de vergonha mas ele não ligou muito para aquilo. Me deu um beijo no rosto e me convidou para um banho.

Embaixo do chuveiro nos beijamos e nos ensaboamos. Eu sentia o cuzinho arder... Mas eu estava contente e uma sensação de felicidade invadia o meu peito. Agora eu sabia o que era transar, sabia o que é ter um homem me dando prazer e me penetrando... A virgindade da minha vagina? ah... esta ainda podia esperar mais um pouco, né?

Conto erótico recebido por email by Dai

TARADOS








                                                          ESSA É A MELHOR


AMIGAS QUE ESTUDAM


Olá estou sendo atrevida em tentar descrever uma experiência sexual em minha vida, não pelo ato em si, mas por acreditar não ser muito boa com as palavras. Se vocês leitores deste conto, concordarem que minha escrita é ruim, por favor, não me xingar muito.

Para começar e auxiliar a imaginação de vocês acredito ser de praxe a minha descrição física... Então vamos lá: Meu nome é Claudia, sou morena clara, olhos castanhos, 1,75 de altura e , modéstia a parte uma mulher atraente . Em meu corpo tenho duas características que me destacam entre as mulheres. Uma boa, da qual me orgulho é minha bunda que é enorme e muito bem torneada e o outro os meus seios, coisa que não gosto por serem muito pequenos. Às vezes pareço ser até um rapazinho de tão pequenos que eles são. Definida as minhas características vamos a história...

Sempre fui uma boa aluna o que fez ao longo dos anos ser muito requisitadas pelas minhas amigas para auxiliá-las nos seus estudos. O que sempre acabei fazendo de bom grado. Nesta época tínhamos um grupo de quatro garotas que se reunia sempre para estudar. Em uma destas ocasiões iniciamos cedo e aos poucos as meninas conforme iam entendo a matéria começavam a ir embora. Até que no final sobramos somente eu e a Cátia.

Cátia era uma menina de uns dezoito anos, morena – clara, olhos claros e peitos incríveis. Eram tão enormes e bonitos que pareciam feitos por algum cirurgião plástico a base de silicone e muito bem desenhados. Empenhadas no estudo não vimos as horas passarem e quando nos tocamos do horário já passava das onze horas da noite. Então ligamos para sua mãe e decidimos que ela dormiria lá em minha casa. Após jantarmos fomos nos deitar e ficamos conversando antes de dormir. No meio desta conversa surgiu o assunto de nossos corpos e logo estávamos falando sobre seios.

Acabei me abrindo com ela e contei sobre o problema que eu tinha com meus seios por achá-los muito pequenos. Ela, para minha surpresa, disse que eu era muito sortuda pois sempre quis ter peitos menores pois eram muito mais bonitos e havia a vantagem de não precisar usar sempre sutiã. Não acreditei no que ela estava falando e disse que os homens preferiam peitos grandes como os dela pois eram muito mais atraente que os meus ovos fritos. Cátia, então me respondeu:

- E que precisa deles? – Caímos na risada e foi então que eu confessei que meu sonho era ter seios como os dela: bonitos e grandes. Cátia me falou que eu não iria gostar e que deveria me espelhar no exemplo dela que aos dezoito anos já tinha os seios levementes caídos como uma mulher mais velha. Duvidei disto e ela me disse que me mostraria. Em seguida tirou sua camisola e o sutiã. Seus seios me impressionaram pois eram ainda maiores do que apareciam por cima da roupa alem de serem absolutamente lindos.

- Seus peitos não tem nada de caídos Cátia. – Disse eu.
- Mas são moles e flácidos – retrucou ela.
- Não são mesmo!
- Pode colocar a mão para sentir.

Não resistindo à tentação coloquei as mãos naquelas gostosuras e pude sentir no mesmo momento a minha xoxota ficar molhadinha. Apertei levemente e senti os bicos se enrijecerem sobre o meu toque. Eles crescerem e ficaram intumescidos tornando ainda mais lindos aqueles seios gostosos. Para disfarçar, tirei a mão deles e disse ao tirar minha camisola:

- Você não gosta dos seus seios? Então dá uma olhada nos meus.

Cátia o estudou por um e eu logo pedi:

- Segura eles para você sentir a diferença.

Cátia atendeu o meu pedido e começou a acariciá-los. Senti minha bucetinha latejar e ficar ainda mais úmida. Cátia, sentindo minha respiração aumentar e entendo isso como um “vá em frente” passou a beijá-los e logo chupá-los com vontade. Mas a única coisa que ela podia chupar eram os bicos que são a única coisa de seio que eu tenho, pois o resto é completamente reto.

Virei a cabeça para trás e fechei os olhos querendo aproveitar ainda mais seus toques. Ela os alisava, apertava os biquinhos e brincava habilmente com a língua. Em seguida demos um longo beijo de língua, tiramos nossas calcinhas e nos deitamos lado a lado.

Em seguida demos um longo beijo de língua, tiramos as calcinhas e nos deitamos lado a lado. Uma acariciava a bucetinha da outra e eu chupava aqueles seios maravilhosos aproveitando cada centímetro daquele monumento. Pensei em quantos caras gostariam de estar no meu lugar. Ela então , veio para cima de mim e começou a beijar meus seios, minha barriga , descendo até meus pelos que foram cheirados até sua língua encontrar minha bucetinha molhada.

Aquilo estava maravilhoso, Cátia me chupava de um jeito que nenhum outro homem havia me chupado. Procurei retribuir o que estava sentindo e me virei por baixo dela até ficarmos em posição de sessenta e nove. Pela primeira vez senti o gosto de uma buceta e procurei tocá-la do jeito que ela me tocava. Nos duas gemíamos e nos chupamos até uma gozar na boca da outra explodindo em um prazer que eu nunca tinha experimentado.

Depois disso dormimos abraçadinhas, no que não tivemos problemas, já que eu costumo mesmo dormir de porta trancada. No dia seguinte fomos à aula normalmente e combinamos de estudar juntas em outras oportunidades. A nossa amizade só cresceu e passamos a andar sempre juntas na escola.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

SOU UMA SAFADA... DEI PARA O MEU CUNHADO



Chamo-me Camila, e nasci com tudo o que os homens gostam seios fartos, cintura fina, quadris largos e uma bunda que não deixa a desejar. Namoro há 02 anos, e era muito fiel ao meu namorado, nunca nenhum homem me chamou atenção, mas sempre percebia que meu cunhado me olhava de forma diferente, ele me olhava dos pés a cabeça. Até que um dia fui dormir na casa do meu namorado e ele estava lá, cheguei cedo, resolvi ir tomar um banho, pois como vinha da musculação estava muito suada. Meu cunhado como de costume me recebeu com um lindo sorriso e uma bela olhada, me elogiou dizendo que eu estava linda, meu namorado, coitado, nunca percebeu os olhares famintos que seu irmão tinha sobre meu corpo.Larguei minha bolsa no sofá, e peguei a toalha para tomar um banho, afinal estava muito suada. Meu namorado disse que iria até ao mercado comprar algumas coisas, pediu até para o irmão ir, mais ele com certeza se negou dizendo que não iria perder o filme por nada, então meu namorado saiu.

Eu entrei para o banheiro e meu cunhado permaneceu na sala vendo TV. Enquanto tomava banho comecei a lembrar das olhadas do meu cunhado principalmente para os meus seios, meu cunhado é um cara sarado, alto, moreno e muito gato, tem um olhar de deixar qualquer mulher de calcinha molhada. Fiquei surpresa comigo mesma, como podia eu me excitar lembrando do meu cunhado. Terminei o banho e meu namorado não tinha chegado, então foi quando lembrei que tinha esquecido as minhas roupas no sofá da sala. Fui até a sala, procurei minhas roupas, enquanto isso meu cunhado não tirava os olhos de mim, ele me olhava como se estivesse imaginando eu peladinha na frente dele, até que algo chamou minha atenção, um volume enorme quase pulava de sua bermuda, ele tentou disfarçar, mais não deu, então eu olhei pra ele dei um sorriso bem provocante, e disse, o que tanto olhas em mim?, ele se sentiu mais a vontade, levantou-se veio próximo de mim e disse que o irmão dele era um cara de sorte, eu com uma cara de safada, gostando da situação e louquinha para sentir o seu enorme cacete em minha chaninha, perguntei se ele queria ter a mesma coisa que o irmão dele tinha a tempos, e ele com a cara surpresa disse que sim, e não conseguia mais pensar em algo a não ser em mim.

 Eu fiquei muito excitada com toda aquela situação, comecei a pensar como seria aquele homem me fudendo gostoso. Ele disse que queria ter um segredo comigo, e eu disse que eu era ótima de guardar segredo, até que ele veio até perto de mim e começou a acariciar meu pescoço, me abraçou bem forte e me empurrou contra a parede, sarrando gostoso no sentido de sobe e desce, eu já não agüentava, quando de repente ouvimos o carro parar, era meu namorado. E agora? Corri me tranquei no quarto, e fui trocar de roupa, enquanto meu cunhado voltou a assistir ao filme. Meu namorado entrou, deixou algumas coisas em cima da mesa e foi até ao quarto, onde eu estava vestindo a roupa, ele entrou trancou a porta e veio me beijar, eu que já estava mais que excitada com toda aquela situação, e meu namorado veio me beijando bem forme e sarrando do mesmo modo em que o seu irmão tinha sarrado, tirou minha roupa me lambeu toda a minha bocetinha e me fudeu gostoso, enquanto isso, meu cunhado, estava na sala, meu namorado me chupou toda, eu o lambi por inteiro, porém imaginando como seria chupar a pomba gostosa do irmão dele, fiz amor com meu namorado pensando no meu cunhado, depois que terminamos tudo saímos do quarto, confesso que eu fiquei meio sem jeito em saber que meu cunhado sabia que eu estava transando com o irmão dele, mas não deixei ninguém perceber.

Meu namorado foi tomar um banho e eu fui até a cozinha guardar o que ele tinha comprado meu cunhado quando viu que meu namorado está no banho, não pensou duas vezes e foi até a cozinha, estava na geladeira, quando nós viemos e me deu um abraço por trás, e começou a alisar meus seios, dizendo que estava louco só de pensar que o irmão dele estava fazendo o que ele queria fazer, fiquei louca de tesão, ser desejada daquele jeito; ele começou a alisar minha barriga, e foi subindo as mãos e pegou com muita força em meus seios, fiquei louca, disse pra ele parar e ele não parou, queria resistir mais não conseguia, disse a ele que era arriscado o irmão dele nos pegar, mais quanto mais eu falava mais ele se excitava, ele me colocou de frente a ele e começou a chupar meus seios, perecia que nunca tinha mamado na vida, sugava meus mamilos ora com força ora passava só a ponta da língua, eu já louca de tanto prazer, comecei a passar a mão em seu pau, me surpreendi, e disse ? minha nossa que cacete enorme, dá vontade de lamber tudo?, ele não pensou duas vezes, tirou a bermuda e colocou seu membro gigantesco pra fora, eu cai de boca, lambi ele todo, minha chaninha estava inchadinha, louca para ser penetrada por aquele pau grande e grosso, parei de chupá-lo quando vi que corríamos muito risco do irmão dele aparece, já que fazia certo tempo que estava no banho, decidi parar, olhei pra ele e disse que era melhor esperar mais um pouco, pois se o irmão dele chegasse não ia dar certo.

Paramos me recompus e fui até o banheiro para ver se meu namorado já havia terminado o banho. Depois de um tempo jantamos, e o irmão dele disse que iria dormir lá, já que estava tarde. Meu namorado concordou. Eu e meu namorado entramos para o quarto e o meu cunhado gostoso, foi até o quarto dele. Meu namorado não queria me dar sossego, queria sexo e mais sexo, disse que naquela noite eu seria toda dele, foi quando ele me apresentou um gel lubrificante, queria penetrar gostoso no meu cuzinho, mais eu tinha medo, nunca tínhamos feito isso, mais começamos a transar, eu estava piradinha de excitação, queria gozar muito naquela noite, meu namorado começou me chupando, me lambendo dos pés a cabeça, pegou seu cacete gostoso e colocou em minha boquinha, lambi ele todo, lembrando do meu cunhado, afinal era muito excitante tudo o que estava acontecendo, eu queria pau no meu rabinho, na boca, na bocetinha, queria tudo, queria gritar, gemer, queria que o m eu cunhado escutasse o meu tesão e de propósito, gemi um pouco alto, meu namorado disse que eu fizesse mais baixo, mais não dava queria que meu cunhado ouvisse, meu namorado queria comer meu cuzinho, mais eu não deixava, tinha medo, mais ele me colocou de quatro e com seus dedos foi enfiando no meu rabinho e lambendo tudinho, eu estava ficando cada vez mais com vontade de fuder, mais tinha medo, ele colocou gel em todo o seu membro e no meu rabinho também, eu tinha medo, mais queria, então dei sinal verde, ele começou a penetração, colocou a cabecinha, doeu um pouco, mais como eu estava cheia de tesão, deixei ele ir em frente, ele colocou a metade, mais não agüentei e pedi para ele parar.

Continuamos a transar de outros modos, ele deitou e eu fiquei de costas pra ele, ele metendo com força, gozamos quase que instantaneamente, foi ótimo, fomos ao banheiro e tomamos um banho, nos deitamos, ele como estava muito cansado dormiu logo, e ele quando dorme, não acorda fácil, eu como sou uma ?moça? que não durmo fácil, ainda mais imaginando o meu cunhado no quarto ao lado, não pensei duas vezes, deixei meu namorado dormindo, me levantei e fingi ir beber água, passei na porta do quarto do meu cunhado, estava trancada, queria saber como ele estava, tomei água e decidi bater na porta dele, ele estava só de cueca, e excitado, e eu com uma camisola linda e transparente, porém com um sobre tudo, ele abriu a porta e perguntou pelo irmão, eu disse que estava dormindo, eu entrei no quarto dele, sentei na cama e ele veio até a mim e disse que tinha ouvido meus gemidos, eu disse que queria gemer pra ele, que não dava pra segurar a vontade de sentir ele dentro de mim.

Ele não exitou e veio até a mim, começou tirando meu sobretudo, abriu minhas pernas, e começou a me lamber, lambia com gosto, mordia meu clitóris, e chupava tudo, ele começou a lamber meu cuzinho, nossa como eu fiquei doida, ele viu que eu gostei e continuou a lamber o meu cuzinho, beijou meus seios, beijou minha boca, meu pescoço, tirou o cacete dele pra fora, e eu cai de boca novamente, queria engolir, queria sentar em cima e gozar pra ele, chupei tudo, depois peguei seu pau que nessa hora já estava mais que duro, e comecei a passar na minha bucetinha recém fudida, estava encharcada, ele abriu ainda mais as minhas pernas e colocou a bacecinha e tirava, e eu pedindo para ele colocar logo, ele tirava e botava, até que ele botou de vez, nossa, como era bom, era muito tesão, ele começou a penetrar com força, quase estava gozando, eu fiquei em pé ele metendo por trás, aquele homem de deixava louca, até que ele pegou o pau dele e começou a passar no meu cuzinho, minha nossa, eu não pensei duas vezes quando olhei pra ele e disse, vai em frente,

Ele viu q era quase  virgem e meteu com cuidado, doeu um pouco, aquele pau grosso só podia doer, eu não parei me inclinava mais, ele colocou tudo, e feito um louco acelerou e gozou dentro do meu cuzinho, eu fiquei louca de tesão, logo ele trocou a camisinha e meteu mais ainda na minha bucetinha, eu estava quase gozando quando ele caiu de boca na minha xana inchadinha, ele me chupou de uma forma tão diferente que gozei na boca dele, minha nossa eu nunca tinha conseguido gozar com sexo oral, ele estava mais que excitado, tirou a camisinha e pediu que eu o lambesse, eu o lambi todo, e ele gozou mais uma vez, só que dessa vez nos meus seios que ele admirava tanto. Terminando essa loucura, corri para o banheiro, tomei um banho rápido e voltei para terminar a noite com meu namorado dorminhoco.