terça-feira, 19 de maio de 2015

PUTINHA DE UM GAROTO

A história que vou lhes contar aconteceu comigo no ultimo verão.
Sou uma mulher divorciada, tenho 32 anos, sou arquiteta, não sou do tipo que para o transito, mas sempre chamo a atenção por onde passo.

A pedido de uma grande amiga acompanhei, Camila, filha de 16 anos, com quem tenho uma grande relação de amizade, até o litoral durante um final de semana, onde uma turma de amigos de colégio de Camila passariam o final de semana. Basicamente uma turma de umas 15 pessoas, meninos e meninas da mesma faixa etária de Camila.
Me sentia meia deslocada no meio de tantos adolescentes, mas procurei fazer o meu papel sendo amiga da moçada com quem fui desenvolvendo uma relação de companheirismo cada vez mais forte. Claro que em uma turma de pessoas a gente com o passar do tempo vai descobrindo de quem a gente mais gosta e de quem menos temos afinidades, é ai que entra Marcelo, um amigo de Camila

Desde o começo Marcelo não tirava os olhos de mim, sempre puxando assunto, sempre querendo chamar a minha atenção. Durante a tarde fomos a praia, todo mundo juntos, bebendo um pouco, contando piada, a galera de adolescentes era só azaração. A certa altura fui tomar banho de mar, Marcelo claro, veio atrás de mim, de sunguinha, mostrando seu corpo todo malhadinho de academia.
Entramos no mar com uma prancha de body board, e ele tentava me ensinar como subir na prancha. O que não pude deixar de perceber é que Marcelo a cada momento me tirava uma casquinha, hora de leve hora me encoxando dentro da água na maior cara de pau.
Confesso que não fiquei chateada com a situação, pelo contrario, até facilitava as coisas para ele sem ele perceber, afinal que mulher não se sente bem deixando um homem louco de tesão (risos).

A uma altura notei que Marcelo estava com o pau super duro dentro da sunga, eu não poderia sair da água com ele de pau duro daquele jeito uma vez que o pessoal na areia iria sacar as coisas. Pedi pra Marcelo segurar a onda pra ele poder sair do mar.. Ele entendeu o problema e sorriu com o canto da boca para mim. Passamos a tarde toda junto com a galera. O pessoal combinou em fazermos um lual na praia depois da meia noite. No lual me sentia um pouco deslocada, todo mundo tentando azarar seus pares, e eu ali, meio que como a tia da galera, mas fiquei na minha.

Depois de uma certa altura, os pares foram se formando, cada um pegando a sua gatinha e o seu gatinho e saindo do meio da roda para dar uns amassos. A certa altura ficamos so eu o Marcelo e mais dois garotos. Eu percebi que eles estavam esperando para fumarem um baseadinho entao, fingindo nao entender falei que iria me recolher para a casa. Marcelo tambem disse que ia entrar para pegar umas bebidas e me seguiu, no meio do caminho Marcelo me pegou pelos braços e me convidou para nos afastarmos das luzes para vermos melhor o luar, começamos a caminhar pela praia até uma distancia onde não seriamos mais vistos. Sentamos na areia e começamos a conversar.
, daquele tipo filhinho de papai riquinho, todo mimadinho e cheio de carisma, o tipo safadinho que come todas as meninas do colégio.

Pouco tempo depois estávamos nos beijando, e cada vez mais nos amassando. Eu ficava pensando comigo mesma, como deve ser o pau deste garoto, que todas as meninas comentam ser bem dotado.
Como ele não metia a mão na minha xoxota eu não tinha o álibi para meter a mão no pau dele e matar a minha curiosidade. Ficamos ali nos esfregando, e nada de Marcelo meter a mão na minha xoxota, cada vez mais molhada.
Já que ele não dava a deixa para isto acontecer, resolvi eu mesma facilitar as coisas. Estava de saia com biquíni por baixo, ele de calção, sentei no colo dele por uns instantes para sentir eu mesma o tamanho.
Mal sentei e já tive uma idéia clara de como seria (risos), simplesmente fantástico, preencheu todo o volume entre as minhas duas nádegas. Fiquei excitadissima, dei umas mexidas e sentei na areia instantes depois.

Ficamos conversando, e eu cada vez mais curiosa em ver o pau de Marcelo.
A certa hora não resisti, fui direta ao ponto
- Marcelo, põe o pau pra fora que eu quero vê-lo-, ele supresso não demorou em faze-lo. Meu deus, que pau lindo, grande, com uma aparência deliciosa.
Não perdi a pose, mandei ele guardar o pau.
- Guarda ele que você não é de nada- disse a ele fingindo desinteresse.
- Você que não é de nada, duvido você me dar agora - respondi com desdém - Você nem trouxe camisinha menino, não tem a mínima chance, não to tomando pílula, então como vamos fazer?
- Marcelo com a maior simplicidade olha pra mim e diz
- Temos duas opções gata, ou você me faz um boquete ou eu como o seu cu-.
Aquilo foi o cumulo da ousadia, não acreditei que ele fosse tão safado, mas ele foi alem.
- Na verdade temos só uma opção gata, eu como seu cu, porque não vou ficar só no boquete- Pensei comigo mesma, que moleque filho da puta, quer comer meu rabo assim na maior cara de pau.

Me deitei de bruços na areia e fiquei olhando para o mar, deixando a minha bunda a vista para Marcelo de forma a provoca-lo.
Não demorou muito tempo ele se deitou sobre meu corpo me prensando contra a areia e beijando o meu pescoço e orelhas com a língua. Abri um pouco as pernas para facilitar ele roçar o pau no meu bum, ele levantou minha saia e fiquei só de biquíni, ele já estava com o pau pra fora em cima de mim.
Aquilo me deixava cada vez mais excitada, mas não tinha planos de dar a bunda pra ele, só de provoca-lo.
Marcelo saiu de cima de mim um pouco e antes que eu fala-se algo arrancou a parte de baixo do meu biquíni me deixando só de saia, deitando-se novamente em cima de mim na areia. Falei para ele não tocar o pau na minha xoxota porque eu estava no período fértil, Marcelo falando aos meus ouvidos mais uma vez me surpreendeu.
- Gatinha, fica tranqüila porque putinhas como você a gente come o cu - Mal acabou de dizer aquilo, senti uma estocada forte do seu pau entrando no meu rabo.
Dei um grito de dor, pedi pra ele maneirar, fui solenemente ignorada, Marcelo forçou e colocou todo o pau dentro do meu rabo, senti seus testículos tocarem a entrada do meu anus, seus pelos pubianos tocando a pele da minha bunda. Doía muito, ele praticamente me rasgou, mas era gostoso.
 
Eu mal podia acreditar, estava lá naquela praia de madrugada, deitada de bruços, com um garoto com a metade da minha idade, em cima de mim, e como se não bastasse com o pau dentro do meu rabo.
Realmente eu entendia porque Marcelo tinha fama de tão bem dotado, o pau dele era enorme, estava me arrombando sem dó nem piedade. Pedi para ele ir devagar, para ter dó de mim.
Ele ficou parado por uns tempos com o pau todo dentro da minha bunda, me falando obscenidades no ouvido.

- Eta coroa que gosta de um pau no cu -, - Não vou ter dó de você não sua putinha, porque você gosta de provocar os homens, agora vai ter o que merece -, depois de dizer isto, ele me fez a maior das ameaças.

- Ou você começa a gritar que é a minha putinha e quer que eu te coma ou eu arrombo o seu cu e ainda por cima conto pra todo mundo da turma que te comi - Eu estava excitadissima, comecei a falar

- Eu sou a sua putinha e quero que você me coma, eu sou a sua putinha e quero que você me coma - Ele mandava eu gritar cada vez mais auto, enquanto eu gritava aquilo ele ia socando o pau dentro do meu rabo cada vez mais forte, fiquei de 4 para facilitar e senti suas maos nas minhas ancas enquanto nao parava de estocar. Cada vez ele pedia para eu gritar mais que era a putinha dele, e eu fazia, estava muito gostoso, as vezes suas maos visitavam meus seios, outras vezes me dava uns tapas na bunda, eu estava me sentindo um mulher por completa. Na minha frente o mar e o barulho das suas ondas, a lua acima nos iluminando e o barulho da carne batendo me deixou nessa posiçao submissa e deliciosa daquele garoto. Até que senti ele gozar com todo o vigor de um garoto da sua idade dentro de mim. Eu cheguei a sentir seu esperma quente saindo em jatos.

Quando ele gozou, me senti aliviada, nunca tinha dado a bunda pra alguém tão pausudo e que ainda por cima tinha comido ela sem dó nem piedade. Ele saiu de cima de mim e deitou do meu lado me fazendo carinhos, fiquei uns instantes ali imóvel..

Alguns minutos depois nos levantamos e voltamos caminhando para o lual para reencontrar o pessoal.
Nunca mais transei com Marcelo, mas passei aquele final de semana todo sem poder sentar direito, com o rabo ardido e carimbado pelo pau enorme daquele garoto de 16 anos, um grande comedor sem duvida. Senti uma ponta de ciumes quando o vi com uma das garotas, o beijo era apaixonado e eu resolvi nao incomoda-lo, nem o deixar inibido. Quando estavamos nos arrumando para irmos embora, ainda sozinha no quarto senti uma encochada familiar. Olhei para tras e era o Marcelo. Me desvencilhei dele delicadamente e ele me disse que esperasse que eu entendesse o que aconteceu sobre ele e a Rafaela. Eu disse que sim, claro. E que o que aconteceu foi otimo, mas nao iria se repetir nunca mais. Boa sorte Garoto!

sexta-feira, 15 de maio de 2015

NAO QUERO SER MAIS RECATADA




Oi me chamo Gabriela sou de Joinvile/SC, tenho 33 anos sou loira com a pele bem branquinha, tenho 1.64mt, 58kg, corpo bonito, coxas grossas e uma bucetinha toda depiladinha, seios médio com silicone 300ml, e uma bundinha dura e empinada, faço academia a 4 anos, estou casada a 10 anos com meu marido que se chama Luiz ele tem 33 anos, 1,70mt, 76kg, corpo normal, um pau de 16cm, e o corpo todo depiladinho. Quero antes contar um pouco da minha historia, sou do interior de Santa Catarina e minha criação foi bem rigida, eu ia para a igreja sempre com meus pais, fiz parte do grupo de jovens e meu pai não deixava eu namorar, antes de conhecer meu marido eu só namorei escondido com um menino, namorei ele dos 17 aos 18 anos, mais não deu certo e em uma festa de uma amiga minha estava o primo dela que era de Curitiba, nossa ele era um gato, diferente de todos aqueles que eu conhecia, ela nos apresentou e ficamos conversando a noite toda, no outro dia ele me convidou para ir ao cinema e eu aceitei.





 Ele já tinha carro e me pegou em frente a minha casa, fomos para o cinema e depois disso começamos a namorar, namoramos por 4 anos e estamos casados a 10 anos e temos um filho de 6 anos, então vocês podem imaginar que eu só transei com meu marido até hoje, só vi o pau do meu marido ao vivo até hoje, e tudo que ele me fala de sexo que seja um pouco mais ousado eu já fico toda retraída. Nossa vida sexual sempre foi bem básico e esse era um dos motivos de reclamação de meu marido, depois que comecei nessa BRINCADEIRA e comecei a ler os contos de outras pessoas, que eu vi como eu era mesmo, mas com o tempo eu fui mudando bastante. Até começar essa BRINCADEIRA eu nunca tinha me masturbado, nunca tinha lido um conto erótico, não lia nada na internet sobre sexo (só lia sobre roupa e facebook rsssss), não pensava em fantasia sexual, não tinha feito sexo anal e não chupava meu marido até ele gozar, agora dá para vocês terem uma ideia de como eu era, e alem de tudo isso eu ainda sou extremamente timida e ciumenta.




Decidimos entao fazermos algumas aventuras e irmos aumentando gradativamente mes a mes.





No primeiro mês realizamos a fantasia de transar dentro do carro foi muito bom ele sempre me pedia na época que namoravamos mais eu nunca tive coragem, no segundo mês fizemos sexo anal, no começo eu não gostei muito mas agora pelo menos uma vez na semana fazemos e eu adoro tenho orgasmos intensos, e para o terceiro mês fiquei muito empolgada com a premiação e então resolvi chutar o balde e ir na fantasia mais dificil (que na verdade eu nem ia realizar, pois sou muito tímida, ciumenta rssssss), me empolguei e falei para ele que iriamos ir a uma casa de swing, ele levou um susto (vi na cara dele) acho que ele nunca esperou que eu realizaria essa fantasia, e nem sei se ele também queria rssss.





Conversamos bastante... eu já sabia que não iria  pois sou extremamente ciumenta e já ir em uma casa de swing era superação demais, mas conversamos durante uma transa e resolvemos apenas ver e combinamos para ir no Sábado a Balneário Camboriú na Sensuality Club, vimos as fotos e gostamos bastante, chegado o dia me produzi toda coloquei um vestido que tem uma malha bem fininha e bem coladinho que marca bastante o corpo, uma calcinha minuscula e sem sutiã para marcar bem meus peitos, na hora que apareci na sala ele já foi me agarrando e eu falei "pode se acalmar" rsssssss, ele colocou um jeans e uma camisa de botão.





Chegando em balneário ele me convidou para ir beber algo, aceitei mais fiquei morrendo de vergonha pois eu estava vestida para matar rsssssss, era umas 22:30 sentamos em uma barzinho e ficamos bebendo, quando me levantei para ir no banheiro vi que vários homens ficaram me secando, nossa aquilo me deu um tesão enorme, voltei para a mesa e falei que queria ir logo antes que desistisse rssssss, já era 23:30 então fomos para o club, o club é bem grande tem a pista principal na parte de baixo e subindo as escadas tem um quarto de vidro para as pessoas espiarem, tem um quarto com uma cama bem grande coletivo, tem o quarto privativo, tem o Dark Room que é um quarto todo escuro e tem os camarotes são varias cabines viradas para a pista, você pode transar e ficar vendo o pessoal lá embaixo dançando muito legal e na parede que divide uma cabine da outra tem dois buracos para espiar ou botar as mãos.





Ficamos na pista em uma mesa bebendo e dançando, o ambiente na pista é muito legal e bem descontraído, as vezes dávamos uma volta na casa para ver como estava o movimento, teve uma dessas passeadas pela casa que ficamos impressionados, no quarto de vidro tinha dois casais dentro se pegando e do lado de fora espiando devia ter uns 20 casais era muita gente, depois entramos no dark Room nossa ali dentro não da de ver um palmo na sua frente, meu marido ficou atras de mim e de repente senti um pau passando na minha mão, falei para ele e saímos dali e fomos no camão tinha três casais na cama e uns 10 olhando, convidei ele para ir nos camarotes, ficamos lá sentados olhando para baixo vendo o pessoal dançar eu resolvi espiar em um dos buracos e tinha um casal bem novo na faixa de 25 anos e bonito transando.





Ela se apoiava no parapeito olhando para a pista e inclinando bem a bunda para trás e ele metia com força nela por trás fiquei muito excitada com a cena e meu marido espiava no buraco do outro lado onde tinha dois casais transando só que era um casal mais velho na faixa de 45 anos e o outro na faixa dos 35 anos, ficamos vendo por um tempo e eu na empolgação falei para ele "vai amor pode passar a mão nela eu deixo" ele relutou um pouco mas com a minha insistência ele acabou passando e se empolgando rssss, ele parou de passar a mão e começou a me chupar enquanto eu espiava, eu gemia igual uma puta QUE TESÃO que eu estava o casal que eu estava espiando chegou a parar e ele veio com o pau em minha direção eu tirei o rosto do buraco me virei e cai de boca no cacete do meu marido, chupava com gosto, eu vi que enquanto eu chupava uma mão feminina passava a mão na perna do meu marido e na sua bunda, me controlei, respirei fundo e continuei chupando, me apoiei no parapeito e ele veio por trás, meteu com tanta força que dei um berro, algumas pessoas chegaram a escutar da pista rssssss.



Fiquei ali naquela posição por muito tempo, depois ele sentou no sofá que tinha e eu sentei no seu pau gostoso, teve uma hora que tinha 3 paus nos buracos, nunca vi tantos rssssss, depois de um tempo vi que tinha dois paus nos buracos e nos outros dois duas mulheres olhando, então para completar como eu estava com muito tesão, respirei fundo e falei no ouvidinho dele "da o teu pau gostoso para ela segurar dá", ele me olhou uma uma cara e perguntou tem certeza? eu falei claro, aproveita rsssss, ele tirou da minha buceta e botou na mão de uma delas ela agarrou com uma vontade e começou a punhetar ele eu sentei no sofá e comecei a me tocar, ele acabou se empolgando e enfiou o pau na boca da guria, eu quase tive um ataque, mais me controlei e pensei que essa noite seria uma noite diferente, depois ele tirou o pau da boca dela, tirou a camisinha e meteu mais um pouco em mim e falou que ia gozar falei para ele gozar na minha boca, ele encheu minha boca de porra, nos arrumamos e voltamos para uma mesa na pista.





Bebemos mais e dançamos mais, eu estava ainda com muito tesão falei para ele que queria transar de novo, fomos para um reservado e transamos dessa vez só nos dois bem gostoso, ele metia a lingua na minha buceta e no meu cuzinho e eu gemia bem gostoso depois eu chupava aquele pau com gosto enfiava ele todo na boca, depois ele meteu na minha bucetinha bem gostoso, trepamos em pé, de quatro, deitados, de tudo que foi jeito e ele finalizou comendo meu cuzinho e gozando dentro dele, foi uma delicia. O mais gostoso é que enquanto transavamos, ouviamos os outros casais transando tambem e aquilo me deixava muito, mas muito excitada, por isso liberei pra ele fazer o que quisesse de mim.


Jã era mais de 3 da manha quando resolvelmos irmos embora. Eu me sentia completa, beijava meu marido como se tivessemos começado a namorar naquele dia. Foi uma delicia, espero que a proxima fantasia seja mais tesuda do que essa ultima.


De - Gabriela

ESPOSAS









quarta-feira, 6 de maio de 2015

O INCONFORMADO

Os experientes praticantes de Swing costumam dar alguns conselhos aos que desejam se iniciar na prática. Segundo eles, para aproveitar devidamente os benefícios oferecidos por essa modalidade de sexo, o casal deve ter um relacionamento sólido, com muita cumplicidade e livre comunicação, além disso deve saber desfrutar livremente dos prazeres sexuais. Outros ainda dizem que, antes da ação em si, cada parceiro deve se abrir francamente e revelar sua fantasia ao outro, discutir os limites de cada um e se imaginar transando com outra pessoa. Ainda mais alguns aconselham: a pessoa deve entender que as relações ali vividas são puramente sexuais; naquele momento, os dois gozarão de prazeres com uma pessoa estranha, mas, depois de saírem do ambiente de troca de casais, retornarão ao seu companheiro e viverão seu casamento da forma que era. Por fim, mais alguns fazem um alerta: a prática não pode afastar o casal; se a fonte de excitação não mais estiver entre os dois e só existir quando terceiros estiverem presentes, pode ser um sinal de que a relação do casal está se deteriorando.

Depois de ler e reler informações como essas, assistir a reportagens sobre o tema, conversar com conhecidos praticantes, visitar clubes, Felipe finalmente aceitou as solicitações de sua mulher, Rebeca, de se aventurar na troca de casais; melhor dizendo, de praticar a troca de casais, pois essa experiência não é para aventureiros, já dizia o outro conselho que tinha lido num desses sites sobre o assunto. Sua mulher já há algum tempo alimentava essa fantasia e se sentia preparada para encarar o swing, mas Felipe ainda não. Ciúme, insegurança, medo, estavam entre os obstáculos que o impediam de seguir em frente. Depois de muitas pesquisas e conversas, finalmente se convenceu de que poderia ser uma experiência interessante para diversificar a vida sexual do casal.

Mas ambos tinham algumas condições, discutidas à exaustão até chegarem a um acordo. Uma delas era que eles não queriam se iniciar na troca de casal nesses clubes destinados a esse tipo de encontro. Achavam-nos muito impessoal, intimidador, mecânico. Preferiram estabelecer contato anterior com o casal escolhido e sentir se haveria entrosamento, sintonia, entre os quatro participantes. Resolveram então acessar salas de bate-papo frequentadas por pessoas que já vivenciavam a experiência do Swing. Depois de algumas trocas de mensagens, finalmente encontraram um casal que parecia ser interessante; viram-se pela webcam, conversaram e marcaram um encontro. No jantar tudo correu bem, o entendimento foi perfeito de todos os lados. Otávio e Ana, os outros dois, eram um casal comum, desses casais de família feliz que aparecem em comerciais de televisão; desses que Felipe, ainda com resquícios de preconceito, nem poderia imaginar que cultivariam gostos sexuais tão ousados. Eram simpáticos, sóbrios, seguros; já praticavam troca de casal havia alguns anos e se sentiam muito à vontade nessas circunstâncias. Essa segurança transferiu-se aos dois novatos, que ganharam confiança a respeito da decisão feita. E a postura serena e respeitosa de Otávio em relação à mulher de Felipe foi o que aniquilou de vez as dúvidas do nosso inseguro amigo, de modo que ele já se sentia inteiramente pronto para encarar o desafio, que a essa altura nem era mais digno de ser chamado assim. Do jantar seguiram para o motel, onde a nova combinação se deu. Felipe seguiu para um quarto com Ana, e Rebeca dirigiu-se a outro com Otávio.

A sintonia da mesa foi transferida para a cama, e Felipe entendeu-se sexualmente muito bem com sua nova parceira. Após alguns bons minutos da mais pura delícia, nosso amigo gozou fartamente. Porém, depois de a euforia passar, e a normalidade se restabelecer, as ilusões costumam desbotar-se ou até se extinguir, estado em que pensamentos mais concretos começam a tomar lugar. Felipe que, até então se esquecera da mulher, voltou a si e passou a direcionar seus sentidos para saber o que acontecia no outro quarto. Escutava gemidos, sussurros, grunhidos; ainda mais eloquentes por parte de Rebeca do que de Otávio.

Ficou fácil adivinhar a atitude que tomou nosso amigo, não é mesmo, leitor ou leitora? Felipe sucumbiu à curiosidade e decidiu passar pela porta do quarto onde estavam sua mulher e o parceiro ocasional dela. Flagrou-os no momento em que Otávio atravessava, com sua poderosa viga, a porta dos fundos de Rebeca; ele de joelho e ela de quatro. Parou e ficou olhando. No primeiro momento, sentiu-se incomodado, agredido; sentiu seu corpo se contrair inteiramente, tomado pelo violento ciúme ou inveja, não sabia ao certo. Quis intervir, mas conteve-se a tempo de não fazer um papelão. Não demorou muito e passou a admirar aquela cena e se deixou envolver por ela. Não poderia ser de outra forma, pois aqueles dois voluptuosos atores apresentavam um verdadeiro espetáculo da libertinagem. Ele, em plena forma, era másculo, enérgico, mas doce. Naquela posição, enquanto empunhava Rebeca pela cintura, exibia prodigamente a sua vasta variedade de tesos músculos na região das costas, peitos e braços. Um colosso! Nunca viu na vida, mas Felipe estava seguro de que um touro, copulando com sua fêmea, assemelhar-se-ia bastante àquele quadro que se apresentava aos seus olhos. Fascinou-o o domínio que o desconhecido tinha sobre suas ações: era firme no avanço e delicado no recuo. Era impressionante a fluidez dos movimentos executados pelo seu extenso, vistoso e volumoso membro, todo recortado de veias azuis latejantes. Ele submergia e emergia daquele estreito túnel com absoluta facilidade. Ela, igualmente em forma, lisa, sólida, luzidia de modo incomum, estava confiantemente submissa; tranquilamente entregue aos afetuosos ataques do amante; apenas arfava de prazer. Felipe, num gesto involuntário, apanhou sua ereção e passou a friccioná-la. Alguns minutos depois, os três gozaram ao mesmo tempo deliciosamente. Após o seu alívio, Felipe retirou-se rapidamente para não ser notado; teve tempo apenas de ver os dois amantes, lânguidos, abraçados ternamente na cama.

Voltou para o quarto onde estava a sua companheira provisória, que já adivinhara que seu inexperiente e curioso parceiro fora verificar como sua mulher estava sendo tratada. Ela não teceu nenhum comentário, apenas o recebeu com o sorriso e tentou reaquecê-lo. Inutilmente. A libido de Felipe já estava irremediavelmente comprometida pela cena que acabara de presenciar. Passado o delírio que experimentara ao ver os dois se amando, ficou abalado e não conseguiu tirar da mente os momentos em que sua mulher se entregara ao desconhecido: sua complacência em ser sodomizada, seus gemidos de deleite, seu regozijo ao gozar e, ao fim, os dois abraçados carinhosamente após o sexo. Essas cenas martelavam insistentemente sua cabeça. Ana, que já presenciara várias situações semelhantes, dirigiu-se ao banheiro para um demorado banho, e deixou Felipe sozinho com suas perturbações.

Finda a hora combinada, os casais, na sua formação original, partiram separadamente; cada dupla seguindo para seu destino. No carro, Rebeca, leve e satisfeita, pródiga em sorrisos, tentou afagar e beijar o marido, que resistiu a essas demonstrações de carinho. Ela, então, percebeu que Felipe não desfrutara a experiência como ela desfrutou; tentou entabular conversa, mas não conseguiu extrair uma palavra dele. E assim, calado, permaneceu durante toda a noite. Notou que ele não passou a noite na cama, mas sim, acordado, vendo televisão. No outro dia, Felipe, ainda sisudo, procurou Rebeca e, quebrando o acordo prévio de não falar sobre a experiência, passou a enchê-la de nervosas perguntas sobre o encontro que se deu entre ela e Otávio. “Gostou? Foi melhor com Otávio do que comigo? Vai se encontrar com ele novamente?” Mesmo depois de uma semana sem obter qualquer tipo de resposta da mulher, Felipe tentava, de todas as formas, tirar informações de Rebeca sobre Otávio, acrescentando outras algumas perguntas ainda mais agitadas: “Encontrou-se com Otávio novamente? Virou amante dele?” Pacientemente, Rebeca negava-se a responder e aguardava o fim da crise, acreditando, por conhecê-lo, que logo seu marido abandonaria essas preocupações. Ela se enganou. Dessa vez, a crise era mais grave do que Rebeca julgara.

Vendo que sua mulher se mostrava irredutível, Felipe resolveu procurar Otávio. Lembrando-se de que ele costumava correr no parque no início da noite, foi ao local e o abordou. Pediu que ele entrasse no carro e rumou para um lugar mais reservado onde poderia revelar suas angústias com mais tranquilidade e privacidade. Depois de muito insistir, de garantir a Otávio que isso não afetaria sua vida e assegurar-lhe de que estava seguro de sua decisão, Felipe finalmente conseguiu o que desejava. Ah! Como foi feliz ao sentir nas suas entranhas o mesmo prazer que sentira Rebeca, sua mulher!




Autor:Henrique Passos







quinta-feira, 30 de abril de 2015

A PORTA ENTRE ABERTA




Era mais forte que eu, por mais que soubesse o que poderia estar se passando naquele quarto, a curiosidade era mais forte que o meu respeito à privacidade alheia. Que absurdo! Eu deveria tentar dormir. Me sentir grata pelo sofá oferecido depois da mega-briga que tive em casa. No entanto, como uma bisbilhoteira de plantão, abusava da hospitalidade deles prestando atenção aos sons de gemidos e sussurros que vazavam pela porta entreaberta, naquele minúsculo apartamento.

         
Por um tempo tentei fingir que nada ouvia, tampei as orelhas com as mãos em concha num ato de desespero, mas logo senti uma necessidade ensandecida de me acariciar, aqueles sons me envolviam. E o pior, a vontade de observá-los. Que calor era aquele que me invadia o corpo, que curiosidade louca era aquela que me tirava o sono? Por um instante pensei, a porta entreaberta tem um propósito, eles queriam ser ouvidos, que eu os visse. Será que era um ato pensado? Forçavam a possibiidade de um menage-a-trois? Que loucura, eu pensava, que doideiras eu buscava para justificar aquele meu súbito desejo voyeurista.


De quatro me encaminhei, engatinhando, envergonhada com a minha atitude, mas excitada com a situação. Até então, nunca tinha visto um outro casal trepar. Quer dizer, já, nos filmes, mas não assim, anônima, clandestina, escondida como uma tarada no escuro.

Guiada pelas
respirações arfadas, pelos sussurros ininteligíveis, pelo ranger da cama em movimento. Encaminhava-me lentamente para não fazer barulho e pela porta entreaberta pude vislumbrar os corpos nus entrelaçados, um balé de cobra mal iluminado pela luz difusa do abajur.

De repente, invadindo a intimidade deles com meu mudo olhar, pude perceber sob o disfarce da penumbra, que a plasticidade daqueles corpos tão conhecidos e desconhecidos me excitava. Nunca antes havia olhado para eles com alguma conotação erótica. É curioso, mas nunca percebi o volume do pau dele sob a calça ou o contorno dos seios dela na blusa, mamilos eriçados de desejo ou uma ereção repentina e desavisada. E agora, enquanto ele metia forte nela eu podia ver o movimento ritmico dos seus seios, as mãos dele envolvendo o corpo dela que com as pernas enlaçava-o à cintura. Aquilo me deixou excitadíssima, me hipnotizava, eu simplesmente não conseguia tirar os olhos.

Não sei bem explicar se o meu tesão era por ele, por ela, por eles. Se desejava sê-los ou partilhar aquele momento. Eu simplesmente olhava e me excitava. Observava enquanto me tocava. Era um sexo simples, nada mirabolante ou repleto de malabarismos com ares de Kama Sutra. Eles fodiam com uma naturalidade gostosa, dos casais que se comem com prazer, onde o excesso de intimidade ainda não matou o tesão. As posições alternavam, mas a trepada continuava excitante.

Minha xota estava muito melada, molhava meus dedos nela e me tocava ágil e freneticamente. Sentada no chão do corredor a observá-los. Teve um momento em que ele a tomou de quatro. Eu podia vê-lo entrar e sair dela. Ora lentamente, ora com força enquanto segurava suas ancas, feito bicho. Lembrei da infância, quando eu e as outras crianças observavamos as cadelas no cio, rodeadas de pretendentes prontos para cobrí-las. Era delicioso ver a bunda dele contraída enquanto metia. De relance eu eventualmente podia ver a face contraída também, a expressão compenetrada. Eu tonteava, mas continuava ali, inebriada de tesão, como enfeitiçada. Gozando orgasmos múltiplos, segurando meus próprios gemidos, me contentando com os gemidos dela. Trilha sonora dos seus também múltiplos orgasmos.

E quando ele enfim meteu fundo, tão fundo que pude perceber a contração do seu corpo em espasmo, vi que ele gozou. Gemeu gostoso, gozou com o pau dentro, fundo. Ela foi arriando o corpo devagar, ele soltando o dele sobre ela. Ofegantes, exaustos. Enquanto eu, encantada e em transe, sentia a calcinha empapada, como se tivesse mijado de tanto tesão. Os vi afastarem-se, para enfim aconchegarem-se abraçados, ela com a perna entrelaçada na dele recostada em seu braço. Pude ouví-la dizer baixinho: “Será que fizemos barulho?”, mas não consegui ouvir a resposta, fui me afastanto lentamente, tentando eu, não fazer barulho agora.

E no sofá da sala, me sentindo meio culpada pela indiscrição, mas excitada demais para esquecer o fato, me masturbei. Uma, duas, tres vezes. Um tesão incessante. Nunca pensei que observar alguém pudesse ser tão excitante. Acho que adormeci me tocando e pensando. Devo ter sonhado, nem sei…