segunda-feira, 2 de março de 2015

DESCULPAS

Peco desculpas por não posta há tempos.

Espero, semana que vem, voltar contudo.

Obrigado pelas visitas.



sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

QUEM ME COMEU?



Até agora não tive coragem de contar a ninguém o que me aconteceu num carnaval recente, não vou dizer o ano e vou preservar alguns fatos, porque apesar de e ter gostado do que aconteceu eu não gostaria de que alguém lesse esse conto e identificasse.... mas eu sinto uma necessidade de relatar talvez para poder desabafar, nunca falei pra ninguém, exceto a minha analista. 

Me  chamo Rita , sou medica radiologista, e trabalho numa clinica particular onde tem vários médicos, enfermeiros e assistentes. sou uma mulher de hábitos normais, tenho 1.69 sou ruiva com algumas sardas , seios médios bem empinados e um bumbum  arrebitado porque gosto de malhar pra manter tudo no lugar, eu tenho um belo corpo . Apesar de meus 42 anos.

Sou casada com O Edson,  1,75 m. de altura, 73 kg, e 43 anos e  apesar do pouco tempo de que dispõe, também cuida de seu corpo, de maneira que formamos um casal bonito e muito elogiado, meu marido é executivo de uma empresa multinacional e  levamos uma vida bem confortável. e nesse carnaval o chefe do me marido  nos convidou e mais alguns com cargos de chefia   para passar o carnaval na praia e  ficar em sua casa de praia em Florianópolis . Por insistência de meu marido  acabei topando e fomos no sábado por volta das 15:30h. e lá já estavam diversos colegas alguns com esposas ou namoradas, outros sós, ao todo tinha cerca de 15 pessoas.

Quando cheguei notei que a casa era maravilhosa, cujo parte dos fundos dava direto  para o mar, a praia ficava a uns 50 metros da casa  tinha  quatro quartos, uma ampla copa cozinha, e uma varanda, e a churrasqueira num dos cantos e uma piscina  , tudo decorado com muito bom gosto, logo que chegamos  fui apresentada a todos  conversamos um pouco e ao final da tarde  fomos tomar um banho de praia. Na volta já estava escurecendo, após uma ducha para tirar a areia do corpo, ainda com roupa de banho  ficamos em volta da churrasqueira onde rolava  uma carne assando, todo mundo por ali comendo uma linguiça assada cortada na farofa enquanto o resto chegava ao ponto , e tomando uísque, ouvindo música e conversando, entabulei uma conversa agradável com a esposa do Márcio que era advogada, e o meu marido  conversava animadamente com seus colegas e, neste ritmo o churrasco ia sendo servido. 

Terminado o churrasco, continuamos conversando e bebericando,  quando me dei conta já passava das duas, quase  todas as  pessoas já tinham se recolhido um a um , e os quartos foram todos tomados, meu marido completamente grogue por causa do uísque já tinha entrado, tb  entrei na casa e fui procurar por ele  achei ele e outros deitados na sala de televisão em uns colchoes espalhados pelo chão, como as mulheres se alojaram nos quartos eu  deitei-me ao lado dele, abracei-o e, em seguida sob efeito do álcool também acabei adormecendo. 


Lá pelas tantas da  madrugada fui senti um roçar em meu corpo e acordei, como tudo estava totalmente escuro não deu pra perceber que não era meu marido mas  senti uma mão passando pelos meus quadris e coxas e um volume encostado em minha bunda e essa mão deslizava nos meus quadris, descia até as coxas, voltava pela bunda ou pela frente das coxas alisando minha xana e  minha barriga e o volume que roçava minha bunda era  persistente, levemente, meio sonolenta, sem mesmo abrir os olhos porque tava escuro , achei que fosse meu marido, porque  ele sempre fazia isso, aquela mão e aquela pegaçãozinha  gostosa no bumbum estava me agradando, logo essa mão ficou mais atrevida e enfiada dentro do meu biquini  já acariciava meu sexo , o tesão foi crescendo e abri levemente as coxas para facilitar o trabalho da mão que, por sua vez, massageava  meu clitóris. 


Imaginando  ser meu marido eu não ofereci  resistência nenhuma aquelas caricias, até  facilitei jogando um pouco meus quadris e bumbum para trás, para sentir melhor a pressão na bunda. Nesse movimento deixei ele encaixar-se meu corpo  por completo ele então abaixou a parte de baixo do meu biquini até a metade das coxas e ele encaixou seu membro nas minhas coxas e penetrando na minha xana, quando eu levei o maior susto da minha vida ao perceber  naquele momento que o homem que estava ali não era o meu marido, porque era uma pica bem maior, muito maior e suas coxas e sua barriga eram bem mais peludas, meu marido era, quase sem pelos, senti que  suas coxas eram sensivelmente mais grossas que as do Edson e o volume que eu já sentia agora  dentro de mim  era bem maior.

Com o susto, abri bem os olhos que já acostumado com a escuridão  e vi  meu marido bem ali na minha frente, deitado de costas para mim e dormindo a sono solto. Paralisada com a situação, e com o coração querendo sair pela garganta, meu primeiro impulso foi  levantar e sair dali e dar a maior bronca mas eu reprimi esse impulso e com medo de com o escândalo acordar todo o mundo e causar um tumulto, fiquei  sem saber o que fazer enquanto isso aquela mão continuava as caricias e  com um dedo já enfiado na minha gruta e seu pau encaixado mesmo  com o medo,  acabei inexplicavelmente sentindo um tesão louco, como nunca havia sentido. Resolvi fazer de conta que continuava dormindo e ver no que dava deixei rolar. 

Quando ele começou a beijar minhas costas, senti que  a sua mão soltava os lacinhos da parte debaixo do meu biquini e cuidadosamente o retirava por completo, fiquei apavorada mesmo sendo meu marido tinha mais gente deitadas ali, percebi que em seguida senti que ele também tirou sua sunga e encostou seu pau na minha bunda e com a mão ele afastou minhas coxas mais um pouco, eu não facilitei nem impedi só deixei rolar tal minha excitação , depois enfiou o pau entre elas até socar na minha xaninha  que não era o pau do meu marido eu já tinha certeza então eu ficava só imaginando o tamanho daquele pau que estava me fodendo mesmo sem jeito porque a situação não ajudava, aquilo me deixou completamente louca, foi quando  virei-me de bruços pra facilitar  e meu amante desconhecido veio para cima, ele mordia levemente minha nuca, e com as mãos acariciava meus seios e estocava aquele pauzão maravilhoso na minha xana que naquele momento já estava totalmente arrebitada para trás e para cima, pra facilitar as coisas. 
Eu estava sendo possuída por um estranho que não dava pra eu saber quem era por causa da escuridão total, não sei quantas vezes eu gozei.eu mordia a fronha do travesseiro para não gemer de tanto tesão, até que ele, gozou enchendo me com seu esperma. logo em seguida  ele se levantou e saiu. Esperei  um pouco, e também me levantei,  fui ao banheiro, tomei um banho e voltei. na manhã seguinte  Olhava o Paulo ali dormindo e não acreditava no que eu  tinha feito, eu tinha traído meu marido com um desconhecido, bem ali, ao lado dele. Fiquei ali, com um turbilhão de sentimentos loucos de culpa, de satisfação tudo isso tudo me consumindo, todos nós dormimos até bem tarde levantei por volta das 10:00h., o Edson  já tinha se levantado, fui tomar café, ele já  estava ali, abracei-o e beijei-o,como sempre fazíamos, dei graças porque  não percebeu nada, depois do café fomos para a praia porque quase todo mundo já tinha ido, os homens e as mulheres tb.. entrei na água um pouco depois me deitei na esteira e fiquei só observando  os homens que passavam a minha frente.

Comecei a exercitar minha imaginação, fiquei imaginando qual deles seria o meu amante desconhecido da noite anterior,  e, quando dei por mim, estava medindo com os olhos todas aquelas coxas, barrigas e... os  volumes sob a sunga para tentar descobrir quem era.  Pelo menos três deles se encaixavam no perfil,  um moreno claro com mais ou menos um metro e oitenta, corpo bem peludo  descobri que chamava-se Anderson,  o segundo era Márcio, o marido da Raquel  que se tornou minha amiga  ficamos conversando bastante antes de ir dormir  na noite anterior, e o terceiro era  mais baixo mas era bem peludo também e eu não lembrava-me do seu nome. depois da praia voltamos e durante o almoço  conversei com todos eles pra ver se algum deles se entregava, mas todos eles me tratavam com a maior naturalidade e nenhum  deles nem de leve se insinuava ou tocava no assunto, comecei a imaginar então se eu não estava errado na minha avaliação e se não seria um  outro que eu achava que não se encaixava no perfil, s[o que eu estava  curiosa e determinada a descobrir quem era.
Como tudo era festa a noite, rolou outro churrasco  desta vez peguei um copo de uisque para mim e outro para o Edson meu marido , enquanto eu bebericava o meu eu servia a vontade para  ele eu dessa vez eu que estava a fim de que ele se apagasse novamente só assim eu teria a chance de que o meu amante misterioso da noite anterior  se manifestasse, notei que uns amigos do meu marido tb fazia o fervo pra que ele bebesse, e notei que os tais não bebiam na mesma intensidade,  O meu marido  estava num papo tão animado com todos ali e percebi que ele estava visivelmente alto pois tinha tomado varias doses comigo e com os amigos e conversava animadamente, por volta da 1 hora da madrugada ele já estava quase apagado.

Percebi também que meus três possíveis amantes estavam bem acordados notei que eles não beberam tanto quanto os demais notei eles conversando entre si, passei a perceber que o Anderson olhava disfarçadamente pra mim e eventualmente olhava um pouco mais demorado para mim e meu marido, mas não dava muita bandeira que o denunciasse.

Ao fim do churrasco fomos todos pra sala começamos a assistir um filme no DVD, todos deitado nos colchonetes espalhado pela sala, aos poucos o movimento foi se acalmando porque todo mundo ia se apagando um a um devido ao excesso da bebida, eu continuava bem sóbria, ao contrario da noite anterior que eu estava meio grogue  lá pelas tantas  todos apagaram inclusive o Edson meu marido que estava  
completamente bebado não resistiu 10 minutos de filme, ali mesmo na sala de TV, esperei que um a um todos dormissem desliguei  TV apaguei todas luzes,  deitei-me ao  lado do meu marido decidida a deixar uma marca com a unha  se o meu amante misterioso viesse, só que dessa vez só fechei os olhos fingindo dormir mas não adormeci fiquei só imaginando a noite anterior e  fiquei só aguardando pra ver se alguém se manifestaria, era um silencio total ouvia-se ao fundo se ouvia o som das baladas de carnaval ao longe. Nao apareceu ninguem.

Acoredei por volta das 7:00hs, minha espera foi em vão, as luzes do dia invadiam a sala e a penumbra ja deixava a sala mais clara. Vi corpos espalhados, todos dormindo. Aproveitei e fui tomar um banho, por causa da bebida e da expectativa ainda estava bem atordoada. Tomei uma ducha, coloquei um novo biquini com uma saidinha de praia e fui ate a cozinha fazer um café. Quando já estava bebendo o café e observando a piscina e ao fundo uma montanha, entra na cozinha Raquel, a amiga  que fiz ali, ela estava com uma roupa de corrida e avisou que ia tomar uma agua e correr pelo menos uma hora para queimar os excessos. Vi ela indo em direçao da praia e percebo que seu marido Marcio entra na cozinha só de bermuda, me da bom dia, reclama do barulho que Raquel fez antes de sair toma um copao de agua. Eu ofereço o café, ele recusa pois avisa que vai voltar a dormir.

Volto meu olhar para a paisagem e retorno aos meus pensamentos, ate mesmo descartando Marcio, o que pra mim foi uma pena. Pois se fosse ele mesmo teria tentado algo ali, pois estavamos sozinhos. As pessoas foram acordando pouco a pouco ate que todos ja estavam na piscina novamente. Puxei conversa com o gordinho peludo, pois poderia ser ele. Mas prestando atençao na sua barriga, decididamente nao podia ser ele, senao havia sentido sua barriga. Restou Anderson.

Conversando com a Raquel, sem dar muita bandeira pergunto sobre o Anderson. Ela me puxa de lado e fala que precisa me falar algo sobre ele. Eu ja sabia, esse desgraçado deve ter comido ela tambem, da mesma maneira sorrateira. Da mesma maneira que é gostoso, é safado. Entao ela me diz:

- Ele é gay

Fiquei pasma. Todos que eu desconfiavam nao corresponderam. Voltei a estaca zero olhei para todos os outros mas nenhum correspondia. Quem será que me comeu? O feriado acabou e minha unica traiçao parecia ate um sonho.  E melhor assim mesmo. Se  nao fosse o tamanho do pau me rasgando eu poderia ate dizer que tinha sido um sonho mesmo. Vou pra sempre querer saber quem foi ou quem é o dono daquele pauzao? Por dias me peguei lembrando dele.

Nunca mais vi aquelas pessoas, foi quando depois de uns seis meses meu marido avisou para mim que Marcio e Raquel se separaram. Perguntei se ele sabia o motivo. Ele com uma cara de surpresa me falou: A Raquel tinha um caso com o Anderson. Meus pensamentos voltaram para o momento que perguntei dele pra ela. Meu marido ainda indignado disse: - E todo mundo falava que era gay.

Descobri! Pensei.


terça-feira, 13 de janeiro de 2015

A EMPREGADA SAFADINHA

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Meu nome é Maurício e o que vou relatar pode até parecer fantasia mais é a pura verdade. Sou casado com uma mulher linda que se chama Simone. Somos casados já por 15 anos e nossa vida sexual não tem sido tão ativa ultimamente.

Nós trabalhamos muito, eu Gerente de num escritório de contabilidade e Simone Supervisora de uma loja de roupas. A um ano, nossa antiga empregada, uma senhora de uns cinquenta anos que saiu e nos indicou uma sobrinha que segundo ela, era muito religiosa. Minha esposa gostou da moça, pois usava cabelos preso e uns vestidos horríveis, ia sempre a Igreja e tinha um namorado de meia idade. Ela já havia sido casada antes mas se separou. Mas algo aconteceu que me deixou maluco por esta empregada religiosa. Certo dia esqueci um relatório em casa e voltei por volta das dez horas da manhã para buscá-lo. Deixei o carro estacionado na rua para não ter que entrar e sair da garagem. Quando entrei em casa, não vi a moça. Achei que ela estivesse fazendo alguma coisa na cozinha. Fui até a cozinha para anunciar a minha presensa para não assustá-la. Para minha surpresa, ao passar pelo quarto dela, percebi alguns gemidos vindo de lá. A porta do quarto dela estava entreaberta e me aproximei com cuidado para ver. Achei que ela estava transando com alguem ali, mas, a danadinha, estava assistindo um filme pornô, e se masturbando ao mesmo tempo.

Fiquei louco de tesão com aquela cena. Afinal ela era sempre bem comportada, agora estava se contorcendo na cama, com o vestido todo levantado e percebi um barulhinho de um vibrador. Ela estava com um vibrador dentro da buceta tirando e enfiando, tirando e enfiando e gemendo muito.

Nem preciso falar que aquela cena mexeu comigo, fiquei com vontade de entrar e dar a ela uma pica de verdade. Mas ao mesmo tempo não tinha coragem. Sandra a empregada estava parecendo uma putinha se contorcendo de tesão com aquele vibrador enterrado na bucetinha dela. Sem fazer nenhum barulho, coloquei o pau pra fora e comecei a bater uma punheta ali mesmo olhando aquela cena alucinante. Quanto mais ela gemia, mais meu tesão aumentava. Foi ai que ela começou a se contorcer toda na cama e intensificar as metidas do vibrador, percebi que ela iria gozar ali na minha frente.

Enquanto e ela gemia gozava, eu punhetava pensando naquela xoxota deliciosa e gozei na minha mão que ficou cheia de porra. Sai de fininho antes que ela percebesse, apanhei meu relatório e fui trabalhar. No dia seguinte, no sábado, eu e minha esposa acordamos cedo, tomamos café e saimos para caminhar. Quando voltamos, por volta das 10 da manhã, Carla, nossa empregada estava trancada novamente no quarto. Minha esposa dizia que admirava a fé dela pois sempre se trancava para rezar. Eu bem sabia como ela rezava. Pois bem já que ela tinha este costume de se trancar no quarto por volta das 10:00 da manhã, decidi na segunda feira voltar para casa neste horário. Entrei com o carro na garagem e fiz questão de fazer barulho para que ela me ouvisse chegando. Quando entrei, ela estava limpando a sala e eu disse que não ia atrapalhar pois só ia apanhar um documento e terminar um relatório. Sentei na poltrona enquanto Carla passava pano nos móveis. Ela estava visivelmente nervosa pois nunca antes havia ficado sozinha comigo em casa.

 Enquanto ela se abaixava para limpar eu não tirava os olhos daquela bundinha linda. Notei que ela estava sem soutien pois dava para ver os peitinhos dela balançando com os biquinhos durinhos. Ela meio sem jeito perguntou se eu queria comer alguma coisa. Eu pensei em responder: Quero comer sua bucetinha e seu cuzinho e chupar seus peitinhos. Mas me limitei a dizer que um suco cairia bem. Enquanto ela preparava o suco, percebi que ela passou a mão nos seios e mexeu embaixo do vestido. Percebi que ela estava com tezão assim como eu. De vez enquando eu olhava em direção da cozinha e via que ela estava me olhando, ela abaixava a cabeça e fingia olhar para outro lugar. Levantei e fui até a cozinha com a desculpa de ajudá-la a fazer o suco. Passei por de trás dela e sem querem querendo rocei na bundinha dela. Pedi desculpas e ela disse que não havia problemas.

Passei por trás dela mais uma vez e demorei um pouco mais dessa vez. Ela correspondeu dando uma reboladinha bem discreta. Parei naquela posição atrás dela e perguntei se poderia ficar assim, Carla deu um suspiro e disse que sim pois estava gostando. Segureia pela cintura e comecei a roçar mais forte. Ela já estava entregue as minhas carícias. Passei as mãos nos peitinhos dela, alisei a barriguinha e cesci na xoxotinha. Carla suspirava. Derrepente ela disse: Ai patrão, sempre quis que me pegasse assim! Eu fiquei louco de tesão ao ouvir aquilo. Vireia para mim e comecei a beijá-la no pescoço, na boca e nos peitinhos. Coloqueia de quatro e percebi que ela estava sem calsinha. Ao ver aquele rabinho lindo, comecei a passar a lingua no cuzinho dela que gemia de tezão, lambia o cú e a xotinha ao mesmo tempo. Chupei a empregadinha por uns dez minutos e ela gemendo cada vez mais alto. De repente ela e me pediu para mamar meu pau. Sem demora abaixei a calça e deixei ela fazer o resto.

Carla tirou minha cueca, segurou meu membro e começou a fazer uma chupetinha para puta nenhuma por defeito. Ela punhetava e chupava ao mesmo tempo. Ela chupou tão gostoso que quase gozei na boca dela. Pedi para que ela paresse pois queria fuder aquela bucetinha no quarto dela. Ela me pegou pela mão e me conduziu ao seu humilde quarto. Ao entrar, deitou-se na cama e disse: Vem patrão me fode gostoso, vai me fode gostoso. Ver aquela moça falando como uma putinha me encheu de mais tezão. Ela abriu as pernas e se masturbava querendo minha boca. Cai de lingua naquela bucetinha enxarcada de tesão. Enquanto eu chupava ela se contorcia e gemia. Eu sussurrei bem baixinho: Hum, você está gemendo igual daquela vez que te vi se masturbando vendo filme pornô! Quando ela ouviu isso, gemeu mais ainda e começou a gozar e gritar: Safado estava me vigiando, chupa,chupa, ai vou gozar, vou gozar hum, hum…… que dee líii cia!!!!!

 A safadinha gozou na minha boca. Depois de gozar gostoso, ela ficou de quatro e chupou meu pau com tanta vontade quase gozei. Carla deitou com as pernas abertas e disse: Agora mete este pau na minha bucetinha, mete. Aquele convite me deixou louco para fuder sua xoxotinha. Meu pau estava até latejando de tezão. Enfiei todinho naquela buceta gostosa. Carla gemia e rebolava tanto que parecia uma cadelinha no cio. De repente ela me deitou na cama e disse que queria sentar no meu pau. Em cima de mim ela ageitou meu pau com carinho e sentou gosotoso. Senti meu pau entrando naquela grutinha molhadinha e Carla mexia e gemia, mexia e gemia. Mais uma vez ela começou a gemer mais alto e dizer que ia gozar. Não aguentei e gozei muito junto com ela encharcando aquela buceta de porra. Ficamos deitados bem abraçadinhos por uns minutos e ela me fez um pedido aos meus ouvidos: Patrãozinho, agora quero que meta no meu cuzinho.

 Só de ouvir aquele pedido, meu pau já começou a latejar de novo. Carla começou a lamber meu pau de cima a baixo, chupou minha vara com tanto gosto que ele endureceu tanto que parecia um mastro de pé. Ela desceu da cama e ficou de quatro abrindo o rabinho deixando o buraquinho bem a mostra. Mais que depressa levantei com pau duro e passei a cabecinha no buraquinho dela. Ela dava umas reboladinhas e dizia, mete, mete gostoso esse pauzão no meu rabo. Sem pensar duas vezes enterrei tudo naquele cuzinho. Carla gemia e continuava rebolando. Fiquei bombando no rabinho dela por um bom tempo até que não aguentei mais mais e gozei no cuzinho dela. Carla voltou a deitar na cama e disse: Meu sonho foi realizado. Você patrãozinho é mais gostoso do que eu imaginava. Sempre me masturbava pensando no senhor.

 Eu contei para Carla do dia em que a vi se masturbando e que bati uma punheta enquanto a olhava. Ela me disse que fui muito bobo pois ela estava justamente pensando em mim. Trocamos mais alguns beijos e me vesti pois tinha que voltar para o escritório antes que dessem por minha falta. A noite, eu ainda estava com tesão só de pensar na transa com a empregadinha. Simone, minha esposa saiu do banho e me viu deitado na cama, eu estava com o pau tão duro que ela chegou a dizer: Bem que isso!! Que tesão é esse? Falei que estava pensando nela enquanto se banhava, mas estava mesmo pensando no corpinho da Carla. Minha esposa chegou na cama e disse: Então deixa eu te ajudar a satisfazer este tesão.

 Simone começou a chupar meu pau deliciosamente. Peguei minha esposa de jeito, abri as pernas dela e chupei com vontade aquela buceta. Simone gemia e dizia: - Que delícia, você nunca me chupou tão gostoso, chupa mais… Simone se pôs de quatro e pediu para que eu enfiasse na buceta dela. Meti com vontade e Simone dizia: - Hum meu bem que delícia. Mete mais, estou gostando, mete. Para minha surpresa, Simone começou a gosar loucamente com a minha vara enterrada na xoxotinha dela.

Lembrei do cuzinho da empregada e pedi a Simone para abrir a bundinha. Minha esposa ficou surpresa e disse: Quer fuder meu cuzinho amor? Mete então, mas bem devagar. Meti no cuzinho da minha esposa. Eu metia e tirava com tanta força que minha esposa gemia e pedia: Ai vai mais devagar, você está me rasgando toda. Depois de tanto meter e tirar acabei gozando deliciosamente no cuzinho da Simone. Ela se deitou sobre mim e disse: Maurício, você não me fode assim a muito tempo. Quero ser sua toda noite assim.

 No dia seguinte, voltei para casa novamente por volta das 10:00 da manhã e Carla estava já deitada prontinha para mim. Minhas transas com Carla só me deixavam mais excitados para fuder minha querida esposinha todas as noites. Minha esposa estava tão satisfeita com nossas transas que um dia decido lhe contar o porquê de eu estar com tanto tesão. Mas se vocês quiserem saber como ela reagiu a esta verdade, leiam o meu próximo conto

Lucas

TIRANDO A CALCINHA










segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

EMAIL PARA CONTATOS COM O BOMDIASENHORITAS

lufapente@hotmail.com

SWING NO CASAMENTO

Existia uma barreira moral, ética ou psicológica a superar. O swing não fazia parte de minhas fantasias sexuais e as que eu possuía até então sempre envolvia exclusivamente meu marido e nossa relação enquanto casal.
Nossa experiência com Felipe e Jôse, nossos amigos assumidamente adeptos do swing alcançou nova roupagem numa boate trouxeram os dois para nossas “relações conjugais” e tanto eu como Mario acabávamos fantasiando a presença deles entre nós.

Longe de parecer natural, a ideia de participar de um swing de fato me perturbava severamente. Uma luta entre a possibilidade de um prazer sexual fora do casamento, mas enquanto casal, assumia proporções de tentação pecaminosa em minha mente. Com essa característica ficava, a cada dia, envolta em sensações de perigo (ao meu casamento), pecado (o proibido), novidade (o desconhecido), fantasia (fora da rotina), desejo (outro homem – uma mulher – nunca experimentados), medo (ânsia de fuga) e tesão (que se renovava e aumentava a cada transa na qual o casal participava apenas como fantasia mental).

Aquilo estava virando uma tortura até que numa sexta-feira o casal, sem aviso prévio, nos visitou. Chegaram ao anoitecer com a proposta de irmos conhecer um clube de swing. Eles esclareceram que ir ao clube não gerava um compromisso de participação em suas atividades. Eles só queriam nos dar a “oportunidade de conhecer um outro mundo”, uma nova forma de encarar o sexo conjugal (falando assim parece ainda mais tradicionalista).
Relutamos muito e Rôse pediu a Mário um copo de água. Quando ele levantou para busca-lo ela o acompanhou até a cozinha e, sem que eu entendesse o por quê Felipe também levantou-se pouco depois de sua esposa e ao passar por mim me estendeu a mão. Não entendi mas acatei seu apelo de irmos todos para a cozinha.

Engano meu! Ao me levantar recebi o delicioso abraço de Felipe que enquanto acariciava minhas costas e minha nuca envolvendo seus dedos em meus cabelos sussurrou sobre sua saudade ao meu ouvido arrancando imediatos arrepios e tesão de todo meu corpo. Depois, com o olhar fixo dentro dos meus olhos foi se aproximando e tocou meus lábios com os seus num leve roçar ininterrupto. Logo sua língua se insinuava em minha boca que de tão sedenta não ofereceu a mínima resistência e participei intensamente daquele beijo “proibido”.

- Será que seu marido vai gostar tanto do beijo de minha esposa como estou deliciando-me com o seu?
A pergunta acompanhada de mordidas em minha orelha não conseguiram afastar o alerta do ciúme. Mas ele só serviu para me entregar ainda mais ao prazer que experimentava. Entretanto, tudo aquilo, como não havia sido permitido por meu marido, me soava como traição.
Mario voltou da cozinha de mãos dadas com Jôse e já me convidando.

- Vamos ao clube?
Senti um desespero se apossar de minha mente. Fora flagrada beijando outro homem e ao invés de ver meu marido atordoado com a cena recebo um convite que minha mente não quer aceitar mas que as circunstancias me fizeram acatar.

Tentei ainda fugir:
- Mas demoro muito a me arrumar e isso vai atrapalhar o passeio deles. – Falei olhando para Mario com um sincero pedido de desculpas no olhar.
O olhar carinhoso de meu marido mostrou sua intensa vontade de conhecer o mal fadado clube e não tive como fugir.
Banho tomado, me vi escolhendo a vestimenta entre as minhas mais sensuais roupas. Optei por uma saia quadriculada, curta e rodada e uma camisa de seda branca semitransparente destacando a vermelhidão do meu mais ousado sutiã.
Seguimos no carro de Felipe para o tal clube que ficava num discreto prédio entre a Barra da Tijuca e o Recreio dos Bandeirantes.

Seguimos para um bar (realmente bem simples e sem garçons) com música ao vivo e pista de dança e meu corpo anunciou sua previsão de futuro. Fiquei acesa apenas pelo ambiente.

Para fazer os pedidos um de nós tinha que ir ao bar, pagar, e trazer para a mesa. Mas Felipe era sócio antigo e tinha um tipo de conta corrente, era só pedir em nome dele que pagaríamos no final do dia.

As mesas eram enormes e não oferecia privacidade. Os grupos sentavam-se juntos e aos poucos ia acontecendo uma grande integração, no nosso caso facilitada pela assiduidade de nossos “anfitriões”.

Entretanto havia um andar acima que não era possível descortinar de onde estávamos e Felipe informou que ali funcionava uma espécie de hotel com quartos diversificados em formatos e tamanhos.
Mario deu vasão a sua curiosidade e quis subir. O quarto disponível no momento era para 8 casais e Felipe aceitou. Pensei comigo, vamos desperdiçar uma grana para usar apenas a metade do espaço. Estava enganada. O novo espaço possuía serviço de quarto e uma espécie de varanda onde os casais tinham a visão da pista de dança. Logo, a convite de Jôse e Felipe, mais dois casais se juntaram a nós.

Todos estavam, digamos, comportados. Mas Mario começou a trocar beijos com Jôse e saíram da varanda. Felipe me convidou para conhecer o restante do quarto e – me fazendo de inocente e fingindo crer que nada aconteceria – o segui e encontrei Mario já sem roupas sendo “atacado por uma Jôse ainda totalmente vestida. Lá surgiu o alarme do ciúme como uma deliciosa desculpa para aceitar os beijos de Felipe.

Ali as coisas se inverteram e eu fiquei nua. Felipe era delicioso e atencioso. Depois de me arrancar dois orgasmos seguidos sem me permitir acaricia-lo foi buscar um refrigerante para matar minha sede. Mas isso teve a minha aprovação.

- Quer que eu mate a sua sede?
- Quero!
- Espere-me numa pose bem sensual que eu não demoro. Posso voltar nu?
- Pode! – Falei com firmeza. Eu queria e precisava ir além. Por isso não dei oportunidade dele me trazer um refrigerante.
- Traga-me um drink, por favor.
- Se é para o seu prazer vou trazer logo mais dois, aceita?
- Claro que aceito.

Nunca poderia esperar por aquela surpresa nem imaginar minha reação de euforia. Chegaram juntos Felipe e os outros dois rapazes, os três nus e cada um com um drink para me oferecer.

Nenhum deles me tocou. Sentaram ao meu redor na cama onde permaneci desleixada e sem qualquer iniciativa de ocultar minha nudez.

Felipe entregou-me a taça e tomou conta de meus pés massageando ora um ora outro e isso expunha meu corpo aos homens que conversavam comigo elogiando a mim, ao meu corpo e a tudo mais. A massagem ia, mais e mais, me expondo e me obrigando a mover minhas pernas até que outro rapaz tomou para si um dos pés. Agora, nas mãos de dois senhores, eu estava arreganhando sem qualquer pudor minhas pernas e expondo meu sexo umedecido.

O outro rapaz puxou minha cabeça para o seu colo, sem que eu sequer fingisse qualquer resistência e começou sua massagem pelos meus ombros.
As mãos começaram a aumentar a área massageada. Logo eram seis mãos passeando pelo meu corpo e quando um orgasmo safado se anunciou sem que nenhuma parte mais sensível de meu corpo tivesse sido tocada tomei na boca o membro do mais jovem dos homens. Afinal eu estava deitada em suas coxas e aquilo duro e ali tão perto era perturbador.

Meu impensado ato foi o sinal que esperavam e o gozo se anunciou e se intensificou com as ousadias das seis mãos, três bocas, três línguas e três picas comprometidas em me dar prazer.
Eu gemia, arfava, trepidava, gozava, perdia o fôlego, gritava, gozava, rodava o corpo, era apalpada, surrada por carícias indecentes, gozava, era sugada, lambida, mordida, gozava, arranhada, disputada e quando, finalmente, fui penetrada profundamente por Felipe gritei pelo socorro de Mario.

- Amor - gritei assim que o vi me socorrer solícito – eles vão me matar de tanto me fazerem gozar.
Entrei num orgasmo ainda mais intenso quando meu marido após murmurar em meu ouvido:
- Querida, seja forte!
Beijou minha boca com paixão.

Eu queria desmaiar de tanto prazer. Nunca gozara nem sonhara ser possível experimentar tantos orgasmos. Eu, que pensei que eles se rareavam próximo a exaustão, estava enganada. Eles vinham cada vez mais forte, mais duradouros e quando se iam outro já começava a se anunciar.

Eu estava no auge do orgasmo por sentir Felipe jorrar todo seu prazer na minha bucetinha e acreditei que era o fim. Mas o mais jovem fez meu corpo rolar sobre o seu e tomou para si minha buceta encharcada pelo Felipe. A facilidade da penetração e a velocidade que aquela lubrificação permitiu me deixaram tonta e o orgasmo, ainda mais intenso que se anunciava foi, de repente, contido.
 
Uma pica enorme explorava meu cuzinho e forçava dominá-lo numa penetração que prometia ser dolorida. Era a maior pica que eu até então conhecera. Mas logo ele venceu meus músculos e eu relaxei entregando-me as deliciosas estocadas que minha bucetinha recebia. O orgasmo renasceu desnorteando-me e quando dei por mim o saco da enorme pica estava colado no meu corpo e o grandalhão começava a bombear provocando outro tipo de prazer. Agora a mente também entrava em orgasmo, era uma dupla penetração, eram dois estranhos, dois homens deliciosos. Era Felipe sugando meus seios e beijando-me a boca. Era Mario mantendo minhas pernas arreganhadas para facilitar as penetrações e Jôse ora me dava palmadas, ora me forçava a beija-la (o que já fazia envolvida pelo prazer e me deliciava com aquilo) puxando-me os cabelos.

Até o início daquela noite eu jamais poderia supor que alguém poderia envolver ao seu redor 7 pessoas dedicadas exclusivamente a lhe proporcionar prazer e que se essa pessoa fosse eu estaria participando, colaborando, adorando e desmaiando, pela primeira vez na vida, de tanto gozar.
Também jamais imaginaria que após uma surra desta, voltando a mim e descansando por apenas meia hora. Eu teria ânimo e tesão para levantar, tomar um banho e voltar a fazer sexo com quaisquer dos 7, juntos ou separados, até o amanhecer.

Nunca me senti tão mulher, tão puta, tão saciada, tão desejada, tão amada, tão completa e tão comprometida com meu casamento, com meu marido e com a nossa felicidade.

Sexo, para nós dois, deixou de ser tabu e passou a ser assunto rotineiro para a nossa própria satisfação. Só então tivemos a oportunidade de diferenciar o sexo por amor do sexo pelo sexo e só então compreendemos que um casal que se ama pode praticar ambos os sexos.

Saibam, o prazer do sexo calmo e pacto que chamam de conjugal possui sabor próprio e insuperável, é como a água que precisamos beber rotineiramente. Sexo pelo sexo é o drink, o aperitivo ou o refrigerante. Ele pode ser uma brincadeira, uma busca intensa ao prazer, um lazer, ou até uma simples atividade social entre seres humanos onde nada (sexo, religião, raça etc.) importa.


Eu e Mario não somos apenas adeptos do swing, somos entusiastas em salvar casamentos e quase convertedores de novos casais levando-os de encontro a uma nova e suprema realidade que os mantém no auge do prazer sem uso de drogas, remédios e outras bobagens – apenas o sexo em suas mais diversas manifestações.

A AMIGA SAFADINHA

Apresentações primeiro , como sempre né , esse é o meu primeiro conto , sempre leio contos nesse site e resolvi colocar uma de minhas aventuras.......

Tenho 1,77 74 kilos , 21 anos , um moreno que realmente chama a atenção , sempre saio na balada , e quase sempre , uma boca nova eu conheço , e uma xaninha também....hehehehhhe sou de uma cidade do Paraná......

Minha historia começou assim....Eu faço faculdade mas meus familiares são de fora e durante a minha vida acadêmica , conheci Julia 172 , 57 olhos e cab casto, uma menina que adorava calcas jeans coladas , usava um percing e , adorava ver ela , com umas calcinhas enfiadinhas , não era sempre , mas quando colocava , hum,,, delicia..... e ela também era de fora....

Teve um feriado aqui (páscoa) , e eu não fui para minha casa.... porém , Julia tinha ido ver os pais numa cidade do interior de são Paulo.......

Como eu não tinha carro ainda nessa época , e no feriado fiquei sozinho , sem fazer nada..
Então , a melhor amiga de Julia , Renata , combinou da gente sair....ia um monte de gente , galera de 15 pessoas em um bar......

Costumávamos sair juntos , e o namorado de Renata tinha ido com os amigos pra praia , Camburiu , ela estava fudida....

Renata é uma menina não muito bonita de rosto, mas sempre me chamava atenção pela cinturinha dela , usava sempre na faculdade aquelas calcas de academia , e tinha um par de seios espetacular....todo mundo a desejava , tinha aquela carinha de safadinha , porem sempre respeitei muito , pois era amiga da minha namorada... Ela tinha 1,70 , um pouco menos que Julia , um corpo magrinho , mas tipo aquelas falsas magras...

Ela pegou mais uns amigos e passou em casa e fomos...Renata tava vestida com uma calca baixa , aparecendo o abdômen e uma blusinha branca... tinhas umas marquinhas de biquíni na cintura , mas não tão aparente.... tava muito delicia.....e eu tava de calca jeans e camisa pólo...

Então fomos para o bar...ficamos ate umas 2 horas foi quando eu pedi para Renata me deixar em casa....

Eu tava com fome , e meio assim de ter saído sem avisar Julia , e sem ter ido pra minha cidade....

Então ela foi me deixar em casa e disse pro pessoal do bar que já voltava...

No caminho ela me convenceu a ir na casa dela....pois tinha um monte de coisa pra comer láh...sobras de um aniversario do irmão dela... no inicio achei estranho , mas ela disse que os tios dela ainda estariam la jogando baralho....

Chegamos lá , e não havia ninguém em casa , mas mesmo assim fiquei de boa , pois já havia estado em sua casa em outras oportunidades..

Fui eu entao abrindo a geladeira e peguei uma cerveja e ela foi preparar uns sanduíches , ficou de costa pra pia e a imagem que eu via , era aquela cinturinha , aquela calca jeans que ressaltava uma calcinha não enfiada mas cavadinha , e isso me deixou excitado , e quando ela cortava os paes ela dava aquela reboladinha que , só de lembrar... E eu bem detrás dela , não encostando dela , via a marquinha de biquíni e a bundinha dela bem de pertinho...

Eu pensava , que gata gostosa , melhor amiga da minha namo...

Não agüentei, o desejo e o alccool falaram mais altos...

Enrrabei ela por trás.... Renata deu um susto e bem empurrou de uma forma brusca , fiquei sem graça , mas abaixei e soquei a boca por cima da calca dela , ela falava “ Para , não faz isso não e sussurava e já esboçava umas reboladinhas....

Eu vendo que o desejo dela falara mais auto levantei e virei ela contra a pia...

Passei a mão nos peitos dela e meu pau , ainda dentro da calca jeans esfregava a bunda dela....
Ela rebolava..... e agora a conversa era outra , ela falava “ quero que você come minha bucetinha bem gostosinha ela já ta molhadinha....

Nessa hora meu pau , aumentou ainda mais de tamanho....

E tirei a blusinha dela , ela tava com um sutiem de rendinha , , chupei os biquinhos do peitinho dela , pequenininhos e ela rebolava no meu pau, sobre a calca jeans dela....

Quando tirei minha calca ela já queria mamar , mas eu coloquei ela de novo na posição da pia , de costas , eu chupava os peitinhos dela ; e meu pau encostava na bundinha dela , por cima da calca jeans dela , era como se ela estivesse sentando no meu pau , e com minha mão apertava a xaninha dela , e ela só de calca jeans , ela gemia , sussurava , tava delirando.....

Tirei a calca jeans dela e vi quão enfiado estava a calcinha dela...

Com a pontinha da minha língua , comia o cuzin dela, e chupava a bocetinha dela... e como ela tinha tomado um sol , tava pra ver a marquinha.... a calcinha dela era branquinha também , não tirei , só coloquei para o lado...

Ela gemia e rebolava muito.... com a minha mão apertava o peitinho dela .....

Aquela xana tava uma delicia , enfiei 1 dendinho , 2 dendinhos , ela estava virando os olhos já...
Então ela se virou e abocanhou meu pau rapidamente, parecia um neném , ela cuspia e chupava , a boca dela tava toda lambusada.... Minha imagem via aquela boca e a calcinha dela , molhada enfiadinha...

Enfiei a pontinha do peitinho dela na cabecinha do meu pau.... ela nem lembrava mais que era amiga de Julia...

Coloquei ela em cima da pia... tive que colocar uma cadeira pra subir e ficar na mesma posição que a bunda dela , ela ficou de quatro , segurando na torneira , dei mais uma lanbidinha nela e nessa hora ela gozou, hum que delicia.. , ela empinava a bundinha e comecei a enfiar meu cacete na boceta dela por trás....

Eu enfiei bem devagarzinho , e ela tava ainda anestesiada do gozo dela , tive que me controlar pra não gozar.....

Comi a buceta dela , via aquela bunda no meu pau , e vagas imagens passavam na minha mente daquela putinha na faculdade de calca de academia... isso me excitava ainda mais , dei umas palmadinhas na bundinha dela...

Tentei comer o cuzinho dela , mas não consegui , muito apertadinho....... mas vi aquele cuzinho arrepiar inteirinho....

Não deu outro , gozei , num jato forte nas costas dela .....

Como ela estava segurando a torneira , ela abriu e molho os peitinhos dela, não deu outra fiquei chupando aqueles peitos por uns 10 minutos...

Com fôlego,, fiz um 69 no chão , um pouco frio , e ela rebolava e empurrava sempre aquela bunda deliciosa.....

Nesse exato momento minha namorada

ligou no meu celular...fiquei desesperado , e Renata , não parou de me chupar um segundo sequer , como ela era uma putinha gostosa....

Falei rapidamente e disse pra minha namorada que meu irmão , que mora comigo havia acabado de chegar e tava machucado , fiz uma voz de espanto e disse que ia ligar depois....hehehehehheh

Desliguei e falei pra Renata , agora vc vai sentir um cacete forte , sua putinha , e comi ela com força de quatro , e dava umas palmadinhas de leve e puxava um pouqinho o cabelo dela......Comi ela mais um pouco , e gozei na bunda dela.....

Ela ficou toda arrepiada.... e acabou que não lanchamos e tive que ir correndo pra casa , que dizer renata me levou , enquanto ela dirigia eu tocava no grelinho dela....
E foi isso....

Pra quem quiser mandar noticias , mandar fotos e contos também , manter um certo contato. , respondo a todas......
Bjao